Preservar o passado é tarefa de todos nós

   “A destruição do passado – ou melhor, dos mecanismos sociais que vinculam nossa experiência pessoal à das grandes gerações passadas – é um dos fenônemos mais característicos e lúgubres do final do século XX. Quase todos os jovens de hoje crescem numa espécie de presente contínuo sem qualquer relação orgânica com o passado público da época em que vivem. Por isso os historiadores, cujo ofício é lembrar o que os outros esquecem, tornam-se mais importantes que nunca, no início deste milênio.”

José Luiz Moraes
Jornalista / Memorialista

Contador
Memorial dos Municípios
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