HISTÓRICO


A ORIGEM
OS ÍNDIOS KAINGANGS: PRIMITIVOS HABITANTES DE NOSSA TERRA

Quando a Região Noroeste passou a ser desbravada, o indianismo entrou em descrédito e o conceito quase lírico em que se tinha o selvagem passou para o extremo oposto, chegando alguns homens da ciência a preconizar a sua extinção para que o progresso não fosse entravado.
No dia 11/03/1910 os selvícolas atacaram a turma 21, que construía a estrada de ferro NOB, nas proximidades de Hector Legru. Eram apenas quatro homens, que foram atacados por mais de cem índios um trabalhador português, alvejado por uma flecha em pleno peito, caiu morto e o feitor, que os enfrentou corajosamente, desfechando-lhes vários tiros, conseguiu escapar com dois companheiros restantes, que sofreram ferimentos. Os índios apoderaram-se do morto, esquartejaram-no e levaram as pernas, os braços e a cabeça.
Houve época em que os Kaingangs ou “Coroados” quase conseguiram interromper com os seus assaltos contínuos e violentos aos acampamentos os trabalhos de construção da referida estrada de ferro.O desânimo entre os operários, sem a menor garantia de suas vidas, era intenso. Exigiam proteção armada, sob pena de abandonarem o serviço. O empreiteiro da construção da estrada comunicou ao ministro da Viação todas essas desagradáveis ocorrências, pedindo-lhe urgentes providências.
Por outro lado, as “batidas” dos bugreiros espalhavam mais ódio entre os Kaingangs queriam se apossar das terras dos índios, aprisiona-los e transformá-los em escravos. “Em 28/05/1911 a turma de conservação 21, localizada entre Albuquerque Lins e Hector Legru, contando apenas com o feitor e três trabalhadores, dirigia-se para o serviço, num trole, às 6 horas da manhã quando foi atacada por numerosos selvícolas que se encontravam escondidos na mata, à beira da linha”. Trucidaram dois trabalhadores. O feitor conseguiu escapar com um companheiro que estava ferido. Chegaram aterrorizados a Albuquerque Lins onde narraram o acontecimento ao chefe da estação. O chefe do tráfego ordenou que de Miguel Calmon partisse um trem para o local da chacina, conduzindo empregados armados e um destacamento da força federal, encarregada da catequese dos índios.
Quando o comboio chegou ao local, verificou-se que os dois trabalhadores foram esquartejados e os pedaços foram espalhados pela linha. “Os selvagens levaram como troféus, as duas cabeças, os braços e outros membros”. Antes de abandonarem o sítio, os índios saquearam a casa da turma, levando todas as roupas, ferramentas e a corda do poço. (O BAURU, 1910).
Na época em que foi iniciada a organização do Serviço de Proteção aos Índios, o então coronel Cândido Mariano da Silva Rondon, chefe daquele departamento, informado da situação, resolveu embarcar para a região. Estudou a zona ao longo da ferrovia e lateralmente até o Rio Tietê, delineando o plano de pacificação dos selvícolas. Foi escolhido para realiza-lo o tenente Manoel Rabello, que foi auxiliado pelos tenentes Cândido Sobrinho e Sampaio.
Antes do reconhecimento feito pelo coronel Rondon, já haviam estado na região em estudo, os tenentes Manoel Rabello e Pedro Dantas, que ofereceram preciosas informações ao sertanista. Os tenentes Rabello e Cândido Sobrinho, a procura de um local para instalar um acampamento, após este ataque e a ameaça séria à estação de Hector Legru, resolveram ali instalar-se, pois o local era muito frequentado pelos índios.
Dia e noite os índios rondavam o acampamento fazendo barulho com suas buzinas e dando fortes pancadas nas árvores com seus porretes ou guarantãs. Respondiam com palavras de paz e canções, a ÍNDIA VANUÍRE (Rainha da Pacificação) e os intérpretes paranaenses. Em dezembro de 1911 encontraram uma aldeia Kaingang (a 20 km do rio Feio) chefiada pelo caciqueVauhin. Os índios, amedrontados com a aproximação dos brancos, abandonaram-na. O tenente Rabello deixou muitos presentes, voltou para Patos e daí foi para o Rio de Janeiro.
Com sua partida, quase fracassou o trabalho já realizado, não fosse à chegada de Manoel Miranda. Ele foi à já referida aldeia onde encontrou apenas um índio surdo-mudo, que correu para avisar ao chefe sobre a chegada dos brancos, que foram vítimas de uma emboscada. Com o auxílio dos intérpretes Geigmone Futuio, foi estabelecido um longo diálogo, mas os Kaingangs continuavam desconfiados. No acampamento dos Patos, apesar de já bem frequentado pelos índios, que ali se abasteciam de víveres, a intranquilidade ainda reinava.
No dia 19/03/1912, pouco depois do meio dia, chegaram ao acampamento 10 guerreiros Kaingangs, desarmados, chefiados por Vauhin. Era o dia decisivo para a paz em todo o sertão. Mostravam que queriam firmar a paz com os brancos do Serviço de Proteção aos Índios e com os irmãos civilizados, que falavam a mesma língua. Os guerreiros aproximaram-se dos brancos, sendo acolhidos com carinho, iniciando, assim, um entendimento, que terminou com a luta de cinquenta anos.Ao deixar o seu povo na aldeia, o cacique Vauhin dissera que se fosse morto, todos se embrenhassem na mata em direção ao oeste, mas regressou logo para dar a boa notícia. Outros grupos compareceram ao acampamento dos Patos, com o mesmo propósito.
Assim, o Serviço de Proteção ao Índio pacificou o sertão e o trabalho de construção da estrada de ferro NOB prosseguiu normalmente em sua marcha para o oeste. Devemos lembrar também a atuação feliz de Horta Barbosa junto ao chefe Ary-Krim-Krim. Os contatos amistosos eram constantes e José Cândido Teixeira, valoroso e destemido auxiliar da Inspetoria, ficou trabalhando no meio dos índios, por muito tempo. Tal situação continuou até 1918, quando com a “gripe espanhola” ocorreram muitas mortes. Os índios que sobreviveram foram transportados para Icatú (Braúna), onde ficaram em uma fazenda do Governo Federal.

A CHEGADA DO BRANCO
Os primeiros civilizados que penetraram na região noroeste do Estado, compreendida entre os rios Tietê, Feio e Dourado, onde mais tarde a Estrada de Ferro Noroeste do Brasil lançou os seus trilhos em direção ao Oeste, foram os foragidos da revolução de 1842, e que permaneceram até 1848, nos sertões de Jaboticabal os mineiros das famílias dos Castilhos, Ferreiras e Goularts, que deixaram seus nomes ligados a inúmeras cidades de São Paulo. Na primeira década do século XX, no local onde hoje é Promissão, existia apenas a mata bruta, e as únicas vias de penetração e comunicação eram os referidos cursos fluviais, que facilitaram o estabelecimento dos colonizadores em terras antes ocupadas pelos índios Coroados e Kaingangs.
Com o avanço dos trilhos da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil (NOB), os índios emigravam para outras paragens, fugindo da perseguição dos “bugreiros”, que procuravam capturá-los, para escraviza-los. Os “posseiros”, ora se firmavam em suas posses precárias, ora eram repelidos por esses índios.
Como em outras frentes do sertão paulista, o contato com os primitivos habitantes quase sempre foi violento e provocou, ou o simples extermínio do indígena, ou a sua fuga para outras regiões.

INAUGURAÇÃO DA ESTAÇÃO HECTOR LEGRU
Criada pelo Decreto nº 5349, de 18/10/1904, a Estrada de Ferro Noroeste do Brasil (NOB) foi à concretização de um projeto nacional, estrada estratégica, de penetração. De iniciativa privada, passou ao controle da União antes de ser completada (1917).
A construção da NOB teve inicio a 15 de novembro de 1905 e já a 29 de setembro de 1906 eram inauguradas as primeiras estações, até o Km. 92, onde se localizou a estação Lauro Muller.
No amanhecer do dia 28 de setembro chegava a Bauru, pela Sorocabana, uma ilustre comitiva chefiada pelo Dr. Lauro Severino Muller, então Ministro da Viação e da qual faziam parte o Dr. Jorge Tibiriçá, então Presidente do Estado de São Paulo e muitos outros, de destaque político extraordinário do Brasil de então, além de uma turma de estudantes da Escola Politécnica de São Paulo.
O trem inaugural da Noroeste partiu de Bauru, com a célebre locomotiva nº 1, às 11 horas e 30 minutos, passando a inaugurar, sucessivamente, as estações Presidente Tibiriçá, Jacutinga (hoje Avaí), Presidente Alves e Lauro Muller, daí regressando a Bauru.
Uma festividade mais estrondosa foi realizada no dia 16 de fevereiro de 1908. Chegou a Bauru uma comitiva composta do Dr. Afonso Moreira Penna, Presidente da República, Miguel Calmon Du Pin e Almeida, Ministro da Aviação, Dr. Jorge Tibiriçá, Dr. Albuquerque Lins, Conde Dr. Paulo de Frontin, Cel. Tavares da Fonseca, Dr. Edmundo Fonseca, Dr. Eugênio Lafon (representando o banqueiro Dr. Hector Legru), Conselheiro Antônio Prado, Dr. Marcelino Magalhães e Dr. Álvaro de Sá.
Neste dia foram inauguradas e batizadas as seguintes estações:
- Presidente Penna (hoje Cafelândia).
- Albuquerque Lins (hoje Lins).
- Hector Legru (hoje Promissão), plantada na fazenda Patos.
- Miguel Calmon (hoje Avanhandava).
A Estação de Hector Legru, no quilômetro 178 da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, foi aberta em terras pertencentes ao agrimensor e autor de suas várias divisões rurais, Adolpho Hecht que, em 1909, abriu uma vila, numa pequena fração de suas terras, junto à estação, mas que demorou a ser ocupada.

FUNDAÇÃO DO POVOADO

Em 1908, a Estrada de Ferro chegou às terras da fazenda Patos, onde construíram uma estação de parada, e deixaram seus funcionários, Benedito Bueno e seu genro conhecido como João Portador, primeiros moradores de uma casa construída com dormentes, cedidos pela NOB e cobertura de zinco. Na estação de Hector Legru chegaram outros desbravadores, como João Ramos da silva, natural do litoral paulista, instalou uma “vendoca” na estação. Depois, em 1913, com suas respectivas famílias, estabeleceram se no lugar o fazendeiro José do Vale e o espanhol Francisco Gimenes, que construiua primeira casa de madeira, em frente à estação, que passou a servir como um modesto hotel aos que aqui vinham comprar terras. Foi construída com tábuas vindas de Monlevade e as telhas, de Miguel Calmon, da olaria de Ludovico Graci. Em 1917, chegaram os primeiros imigrantes japoneses e italianos, desenvolvendo atividades agrícolas e industriais, principalmente ligadas ao café.
Desta época em diante começaram a ingressar nas novas terras colonos estrangeiros: italianos, espanhóis, portugueses e japoneses. Os primeiros provindos da Zona da Paulista e da Mogiana e os últimos, diretamente do Japão, guiados pelo Dr. ShuheiUetsuka.

O PIONEIRO DA IMIGRAÇÃO – DR.SHUHEI UETSUKA
Foi o primeiro japonês a pisar em Promissão, trazendo com ele muitas famílias patrícias, fundando a Colônia Itacolomi, atual Bom Sucesso. Chamado também de “O Pai da Imigração Japonesa”, adquiriu em meados de março de 1918, cerca de 1.400 alqueires somente a 5,00 Km da estação ferroviária. Como havia vestígios de moradia de índios, chegou à conclusão de que o local estava livre demalária e outras pragas. De 100 famílias no inicio, 10 anos após, o número chegaria a 1.400.
Contou a partir de certa época com o auxilio de SassaichiMazaki, que o acompanharia até a sua morte.
Formado em Direito, resolveu partir para lugar distante e desconhecido para desespero de seus pais, chefiando uma delegação de intérpretes com destino ao Brasil, a bordo do histórico navio “KasatoMaru” em 1908. Dizem que foi causado por uma decepção amorosa. A notícia tem fundamento, porque permaneceria solteiro.
Funda também a Colônia de Guaimbê, em 1923. Há até um busto na praça da cidade, de autoria do famoso escultor ManabuMabe.
Em sua homenagem, foram erguidos: Monumento em São Paulo, no Largo da Pólvora, Viaduto no Bairro Liberdade, Estátua no Japão, Parque Bom Sucesso, Via de Acesso e nome de Rua na cidade de Promissão.
A celebração do Centenário em 2018 está prometendo ser de muita comemoração e pompa.
Fonte: Texto elaborado por Shigueyu kiYoshi kuni.

CRIAÇÃO DO DISTRITO
O Distrito de Paz foi criado em 27 de novembro de 1919, através do Decreto Lei Estadual nº 1688, pertencente ao município de Penápolis, com a denominação de Hector Legru, em homenagem ao banqueiro que financiou a construção da Noroeste do Brasil. Sua instalação verificou se em 17 de março de 1920.
Enquanto subordinada à cidade de Penápolis, Promissão teve dois subprefeitos: Alcides Ferreira de Brito foi o primeiro, sendo nomeado fiscal Alonso de Andrade.
Para juízes de Paz o povo escolheu entre os melhores, que eram muitos: José Domingues, Olívio Pereira Ramos, Antônio Dinalli, entre outros.
Em junho de 1922, desgostoso com as diversas reclamações feitas pelos moradores, renuncia ao cargo de subprefeito. Assume o seu lugar Alonso de Andrade (1922) que exerceu o cargo até a instalação do primeiro governo municipal em 1924.

ORIGEM DO NOME
Nome Primitivo:

No dia 16 de fevereiro de 1908 eram inauguradas e batizadas várias estações da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, dentre elas a de HectorLegru. Às estações foram dados nomes que homenageavam aos seus patronos inaugurais, cabendo aqui ao ilustre banqueiro francês (segundo alguns, belga) Hector Legru, que patrocinou a iniciativa do Dr. João Teixeira Soares, incorporador da antiga Cia. NOB.
O Cel. Bento da Cruz, prefeito da comarca de Penápolis, vê a necessidade de mudar o nome para Promissão, porque Hector Legru nada significava em relação à fertilidade das terras, nenhuma relação histórica possuía com sua população e porque seus habitantes consideravam-na uma terra muito promissora.
Mudança de Nome:
A proposta que o Coronel Bento da Cruz fez quando elevada à categoria de Vila, foi concretizada por João Francisco Coelho, influente chefe político da localidade, que encabeçou uma representação, apoiado entre outros, por Arlindo Abrahão, Alonso de Andrade e Alcides F. Brito. Acolhida a referida proposta, pelo Congresso Legislativo do Estado, no dia 30/12/1921, através do Decreto Lei Estadual nº 1787-A, passou a chamar-se definitivamente PROMISSÃO.
Outra Versão:
Devido às condições climáticas naturais do país e a política migratória inteligente, que buscava facilitar a vinda e a vida dos estrangeiros, a produção de café crescia. Uma área destas terras foi prometida aos colonos, que pretendiam ficar independentes dos fazendeiros. Mas a superprodução foi aumentando e a tal promessa não se concretizou. Daí parte destas terras ficaram conhecidas como “Terra Prometida = Promissão”.
A antonomásia: Canaã da Noroeste
Em 1953 a Rádio Brasil lançou um concurso para a escolha de um slogan para Promissão, dele participando vários candidatos. O então diretor da rádio, Waldomiro Serrano Marzabal, disse ao acaso: “A Canaã da Noroeste”. Agradou e pegou. Falhara o concurso.

CRIAÇÃO E EMANCIPAÇÃO DO MUNICÍPIO
Em 29 de novembro de 1923, através do Decreto Lei Estadual nº 1934, o Distrito foi elevado à categoria de Município, já com a denominação de Promissão, desmembrado do município de Penápolis. Sua instalação verificou se em 01 de maio de 1924.
As festas realizadas com a notícia da criação do município renovam-se com a instalação do primeiro governo municipal. Vereadores eleitos: Américo Maciel de Castro, Carlos Rodrigues Pinto, André Andrade Ribeiro de Almeida, José Silva, Arthur Franco, Mário Monteiro Diniz Junqueira.
Os vereadores eram eleitos pelo povo e o prefeito e o vice-prefeito, entre os vereadores, que continuavam a exercer as funções dos mesmos. Para exercerem os cargos de prefeito e vice-prefeito em 1924, foram escolhidos Arthur Franco e Américo Maciel de Castro, respectivamente.

CRIAÇÃO DA COMARCA
Em abril de 1935, o município passou para a jurisdição de Lins, porque ficava mais próximo do que Penápolis. Na época e, mesmo algum tempo depois, tudo correu normalmente. A justiça passou a ser mais cômoda barata e rápida para todos. Posteriormente, com o desenvolvimento da Comarca de Lins, por meio das diversas unidades que a compunham, cresceu o volume de feitos, do respectivo juízo. O resultado foi o acúmulo de serviço, progressiva e compreensível demora no julgamento das causas demora esta tão prejudicial aos interesses das partes.
Assim é que dia 27/11/1941, os elementos do Fórum local enviaram ao governo do Estado uma representação, pedindo que fosse elevada a Comarca, à categoria de 2ª entrância. O movimento continuou a crescer. Reconhecia-se a absoluta impossibilidade de um só juiz, por maior capacidade de trabalho que eletivesse,de dar conta de todo serviço.Elementos representativos da cidade movimentaram-se no sentido de obter a criação de mais uma vara.
Reaparece aqui a questão das distâncias. Por efeito da revisão territorial do Estado, feita de acordo com o Decreto nº 9.775, de 30 de novembro de 1938, foi anexada ao município de Promissão, uma larga porção de terras, que constitui o atual Distrito de Santa Maria do Gurupá, consideravelmente populosa e distante cerca de 65,00 Km da sede da comarca de Lins. Por outro lado, outras regiões do município tiveram sua população aumentada, como a zona do Porto Queixada, que confina com os municípios de José Bonifácio e Rio Preto, não dispondo de outro meio de comunicação, que as rodovias servidas por “jardineiras”.
Essas consideráveis distâncias, as relativas dificuldades de comunicação e o extraordinário acúmulo de serviço eram, sem dúvida, fatores que determinavam o encarecimento da justiça e a demora na sua distribuição. O único meio capaz de solucionar o problema, satisfatória e definitivamente, era a outorga de autonomia judiciária ao município. Tais eram, em linhas gerais, as razões com que o povo de Promissão, pelas figuras mais representativas de sua população, urbana e rural, justificava o anseio geral que representava a causa da Comarca.
Em 30 de novembro de 1944, através do Decreto nº 14.334, deu-se a criação da Comarca de Promissão. Sua instalação verificou-se através do Decreto nº 14.774, de 11 de junho de 1945.
Fonte: Texto Extraído da Brilhante Obra – PROMISSÃO SUA HISTÓRIA E SUA GENTE.
Autora: Maria Regina Andrade Reyes.
Gentílico: Promissense

GALERIA DE PREFEITOS

ARTUR DA SILVA FRANCO29/04/1924 à 14/01/1926
ANTÔNIO FIGUEIREDO NAVAS15/01/1926 à 14/01/1929
MARCELINO R. GUILHERME15/01/1929 à 30/10/1930
LUCIO R. DA PRATA SOBRINHO01/11/1930 à 06/11/1930
GENTIL MOREIRA06/11/1930 à 15/01/1931
ALCINO SODRÉ16/01/1931 à 30/05/1931
ARGEMIRO DA S. CAMARGO01/06/1931 à 01/07/1932
ALCINO SODRÉ02/07/1932 à 16/10/1932
ARGEMIRO DA S. CAMARGO17/10/1932 à 21/04/1933
DANTE ROCHI22/04/1933 à 14/06/1936
LUCIO R. DA PRATA SOBRINHO15/06/1936 à 15/08/1936
ANTÔNIO FIGUEIREDO NAVAS16/08/1936 à 21/05/1942
ARIVALDO ANDRADE22/05/1942 à 26/09/1944
MANOEL BALSALOBRE POLO27/09/1944 à 31/11/1944
JULIO DE N. DO NASCIMENTO05/12/1944 à 26/03/1947
MANOEL BARBOSA27/03/1947 à 31/12/1947
ANTÔNIO FIGUEIREDO NAVAS01/01/1948 à 31/12/1951
MIGUEL MARTINS GUALDA01/01/1952 à 31/12/1956
BENEDITO SILVA01/01/1957 à 31/12/1959
BRUNO SAMARLO01/01/1960 à 31/09/1969
IVO FERREIRA GRAMA01/10/1969 à 31/12/1973
MIGUEL MARTINS GUALDA01/03/1973 à 31/12/1976
IVO FERREIRA GRAMA01/02/1977 à 31/12/1982
AMÉRICO GOLFIERI01/02/1983 à 31/12/1988
RENATO LUCHIARI01/01/1989 à 31/12/1992
MARCOS ANTÔNIO SOUZA SIMÕES01/01/1993 à 31/12/1996
CLÉCIO MARCOS VEDOATO01/01/1997 à 31/12/2000
MARCOS ANTÔNIO SOUZA SIMÕES01/01/2001 à 31/12/2004
GERALDO CHAVES BARBOSA01/01/2005 à 31/12/2008
GERALDO CHAVES BARBOSA01/01/2009 à 31/12/2012
HAMILTON LUÍS FOZ01/01/2013 à 31/12/2016
ARTUR MANOEL NOGUEIRA FRANCO01/01/2017 à 31/12/2020

OBS. O Sr. ARTUR DA SILVA FRANCO, foi o primeiro Prefeito de Promissão.