HISTÓRICO


A ORIGEM
A história de Nantes começa na década de 1920, numa área de terra localizada no sudoeste do Estado de São Paulo, fazendo divisa com o Paraná, onde a luta pela terra era marcada por violentas e sangrentas batalhas de pessoas movidas por um sonho - o de possuir um pedaço de chão.

FUNDAÇÃO DO POVOADO
A formação do núcleo urbano de Nantes nasceu no povoado chamado COROADOS. Tudo começou por volta de 1925, com a chegada de imigrantes portugueses a região. Eles vinham para trabalhar na exploração de madeira - produto abundante na época. Um dos desbravadores e que acabou sendo também fundador de Nantes foi o português Aires Pinto. Este português chegou por volta de 1935, quando abriu uma serraria. A luta pela posse de terras era intensa, carregada de tensão e agressividade. Como as terras da região eram devolutas, aconteceram grandes conflitos entre os posseiros. Pode-se destacar a morte de Messias Nantes, morto em conflito de terras em 1951.

PIONEIRISMO
Os primeiros habitantes da região, chegaram com suas famílias por volta de 1925. Os pioneiros foram: Severiano Carlos Nunes, Milton Nogueira Alves de Oliveira, Nelson Nogueira Alves de Oliveira, Joaquim Paulino Ramos de Oliveira, Francisco Inocêncio Machado, João Alves Mira, José Alexandre de Melo, Marciano Nantes, Vicente Ferreira da Cunha, entre outros. Em 1935, devido a grande quantidade de madeira de lei existente na região, Aires Pinto instalou uma serraria, que deu início ao patrimônio de Coroados. Esse nome deve-se ao fato do patrimônio estar situado nas proximidades do rio que tem esse nome, em virtude da existência dos índios da tribo Coroados na região. O aumento da população propiciou a instalação de vários estabelecimentos comerciais. Em 1941, foi fundado o primeiro armazém da cidade, que pertencia a Eugênio Cardoso e Francisco Gato. Em 1942 funda-se a primeira pensão, de propriedade de Abel dos Santos. Depois desta data outros estabelecimentos foram instalados no município. Em 1943 a primeira farmácia foi do senhor Antônio Rufato, e outros armazéns, açougues, bares e até uma casa de charque que pertencia ao senhor Messias Nantes. Em 1946 foi construída a primeira escola, de madeira que recebeu o nome de Escola Mista Água dos Coroados.

ORIGEM DO NOME
O povoado de COROADOS, por ocasião de sua elevação à Distrito,teve sua denominação alterada para NANTES, por decisão dos moradores do local, em homenagem a Messias Nantes, um pioneiro da região, morto num conflito de posse das terras.

A CHEGADA DOS IMIGRANTES
O processo de delimitação que os desbravadores de nossa região adotavam, estava de acordo com os interesses dos grileiros que tinham em mira a revenda de terras aos plantadores de café. Era cômodo para um criador definir sua propriedade em função de um regato, mas para um lavrador o mais importante era a parte mais alta do relevo. Entre 1827 e 1936, o Estado de São Paulo recebeu 2.901.204 de  imigrantes, mas foi a partir de 1886 que o movimento adquiriu importância, até então, não entravam mais que algumas centenas de indivíduos por ano. Essa imigração deve-se ao fato das crises políticas mundiais. As oscilações da curva da imigração paulista nesta época, a marcha pioneira era a moda e os preços do café possibilitavam altos salários. Encontrava-se por toda parte o nordestino. Isso porque 50,9% dos que chegavam à cidade, eram oriundos da Bahia. Muitos outros imigrantes apareceram em nossa região, entre eles destacam-se os portugueses e espanhóis em busca de terras melhores para sobreviver. Outros pelo simples desejo de dar melhores condições de vida à família, e entravam pela mata afora a fim de povoar uma determinada região. Foi pensando desta maneira que em 1917, surge em Coroados os primeiros desbravadores. Eles tinham o intuito de povoar esta terra e dela tirar sustento. Algumas destas dificuldades eram o perigo iminente de animais ferozes e o receio dos índios Coroados, famosos pela ferocidade com que defendiam seus domínios. Porém ao chegarem aqui, pouco se falou nestes, pois já tinham saído desta região.

A POPULAÇÃO INDÍGENA
Nas matas dos planaltos ocidentais, os fazendeiros encontraram os índios. Eram eles desinteressados do movimento de expansão econômico. Todavia, forçoso era reconhecer que foram eles os verdadeiros pioneiros. Podemos destacar o sangrento e terrível contato dos índios com os brancos. O grupo mais importante de índios era os Tupi Guarani denominados como Cainguá ou Cayuá. Estavam disseminados pela bacia do Paraná, ao sul do Tietê. Os Caiapós habitavam terras mais ao leste e tinham adotado a língua tupi-guarani. Assim localizados os Caiapós dominavam parte do planalto, compreendido entre o rio Grande e o Tietê. Mais dispersos, os Xavantes formavam alguns grupos que habitavam a hoje conhecida região da Alta Sorocabana. Finalmente via se os Caingangues, conhecidos como Coroados, que a partir do século XVIII distribuíam-se tanto pelos planaltos paulista como pelas regiões do Paraná e do Brasil Meridional. No fim do século XIX, encontravam-se cinco pequenos grupos deles entre o rio do Peixe e o Aguapeí. Em um espaço de um hectare cultivavam feijão, abóboras e milho, abatiam pequenas árvores com machados e foices roubados dos brancos. A queimada completava a limpeza do terreno, deixando em pé os troncos mais grossos. Essa agricultura em terreno incendiado era paralela ao nomadismo, mas não há nenhuma informação sobre a duração dessas aldeias. Os exploradores encontraram choças abandonadas, vestígios de cultura e nada mais. Prova da presença dos índios em nossa região é a descoberta dos sítios arqueológicos, que apresentam peças raras do artesanato e cultura indígena.

CRIAÇÃO DO DISTRITO
Em 30 de novembro de 1953, através do Decreto Lei Estadual nº 2456, o povoado foi elevado à categoria de Distrito, com a denominação de Coroados, pertencente ao município de Iepê. Através do mesmo Decreto, teve seu nome alterado para Nantes.

CRIAÇÃO E EMANCIPAÇÃO DO MUNICÍPIO
Quando Nantes ainda pertencia ao município de Iepê, foi alvo de Manchete Internacional no Jornal Presse Ocean, da cidade de Nantes, na França. Esta notícia repercutiu também aqui no Brasil, sendo transmitida pelo Jornal Nacional e nos demais meios de comunicação. A Comissão de Assuntos Municipais da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo aprovou, às 14:40 horas do dia 21 de julho de 1991, o Projeto de Resolução nº 79/91 do Deputado Estadual Mauro Bragato, autorizando a emancipação política do Distrito de Nantes, que pertencia ao município de Iepê. Entre os presentes no ato da aprovação, encontravam-se Romeu Belon Fernandes (ex-prefeito de Iepê), Higino Nunes da Silva, Trajano de Souza, Arconso Taveira Barbosa, Alceni Alves da Silva, Edmur Ribeiro de Castro e Antônio Ezídio da Silva Filho, além do total apoio do Deputado Estadual Edinho Araújo. A Comissão Pró Emancipação do Distrito de Nantes contou também, com o apoio integral do Delegado de Polícia de classe especial, Dr. Wander José Maia, que é proprietário rural naquele distrito. Em 21 de maio de 1995, houve o plebiscito para a emancipação político-administrativa do distrito, resultando em 90,4% da população favorável a emancipação - o que representou 803 votos favoráveis. Dos 1.200 eleitores existentes no distrito, 912 compareceram às urnas. Houve 23 votos em brancos e seis votos nulos. No dia 20 de maio, véspera da votação, quando já havia sido encerrada a propaganda eleitoral foram apreendidos pela Polícia Militar local, mais de 2.000 folhetos contrários à emancipação. Os folhetos foram encontrados na residência de políticos locais, o que causou certa confusão. Tendo sido aprovado o plebiscito para autonomia de Nantes, no dia 27 de dezembro de 1995, o então governador do Estado de São Paulo, Dr. Mário Covas, sancionou o Decreto Lei Estadual nº 9330, elevando o Distrito à categoria de Município, com a denominação de Nantes, desmembrado do município de Iepê.

O FALCÃO PEREGRINO
No dia 31 de outubro de 1991, por volta das 14:00 horas, foi encontrado um pássaro raro por Severino Ferreira. O pássaro estava no sítio Pindaíva, no então distrito de Nantes,  atual município, que naquela época pertencia a Iepê. A ave era da espécie Falco Peregrinus Anatum (Falcão Peregrino), que migrou dos Estados Unidos para a América do Sul, voando mais de 10 mil quilômetros e, exausto e ferido,  pousou em nosso Hemisfério Sul, fugindo do inverno rigoroso que chegava ao norte. Ele voa a 300 km por hora, e na época tinha dois anos de idade. Sua alimentação é baseada em carne de pombos, faisão e codornas. A espécie está ameaçada de extinção e a população mundial soma apenas 1.500 pássaros, sendo sua criação em cativeiro, podendo custar cinco mil dólares. Quando foi encontrada, a ave tinha uma anilha em seu pé direito, com os seguintes dizeres “Avise Bird Band Write Washington DC USA 1807-20797”. O falcão foi apresentado na Delegacia de Polícia de Iepê, encaminhado para Presidente Prudente e de lá levado de avião para São Paulo, no dia 13 de novembro de 1991. Mobilizaram-se dezenas de pessoas e aparatos, sendo que até o então Presidente dos Estados Unidos,George Bush, foi comunicado sobre o falcão. O Vice-Presidente da Associação de Preservação da Vida Selvagem em São Paulo, Johan Dalgas Frisch, disse que iria pedir a ajuda do então Presidente Fernando Collor de Mello, pois era a única forma de evitar a burocracia e permitir que a ave voltasse ao seu habitat natural. Devido ao seu estado de saúde, deveria permanecer em convalescença por 20 dias hospedado em uma gaiola no alto de uma cobertura no bairro do Morumbi, em São Paulo, e ao final desse período seria transferido para uma fazenda. Até o dia 24 de novembro de 1991, ainda não tinha retornado a sua terra natal. Com o passar do tempo, não obtivemos mais informações do retorno desta ave, ao seu País de origem.

REGISTROS DO HISTORIADOR – LINHA DO TEMPO
Os portugueses, senhores: Abel dos Santos e Maria de Jesus Pereira eram donos da primeira pensão instalada em Coroados. Este estabelecimento recebeu muita gente que passava pelo vilarejo. Era uma pensão simples, feita de madeira, porém muito organizada e com ambiente aconchegante, além de ter a fama de servir deliciosos pratos com o tempero lusitano. O senhor Abel e Dona Maria tiveram quatro filhos: Quita, Odete, Abel e Aurélio. Eles aprenderam a administrar o negócio dos pais e a auxiliar na pensão. Mas por uma fatalidade, o patriarca morreu em um acidente de caminhão. Depois da morte de seu cônjuge, dona Maria fez um voto consigo mesma, de que iria usar até o final de sua vida roupas e lenço de cabeça, da cor preta. Ela cumpriu o voto até o dia de sua morte, em 20 de maio de 1974. O primeiro prefeito da cidade teve dificuldades para se instruir, já que para uma criança conseguir estudar naquela época, tinha que fazer sacrifícios. Como exemplo, dona Maria contava que um de seus filhos, o Aurélio, conhecido como Lelo, foi várias vezes a pé - de Nantes até a cidade de Iepê - para poder frequentar a escola, e estudar. O trajeto foi amenizado somente quando o sitiante José Pinto Guedes (Zezito) comprou um JEEP. Com esta facilidade deu para continuar os estudos. Apesar de dividirem as despesas, muitas foram às dificuldades encontradas para não se privar do aprendizado. E assim, o senhor Aurélio estudou e acabou sendo Juiz de Paz, sempre trabalhando na sua terra. Em 1969, casou-se com Francisca Guedes, filha do José Pinto Guedes, o sitiante que o levava para Iepê para estudar. Juntos tiveram os filhos Fernanda e Carlos Renato. Em 3 de outubro de 1996, Lélo se elegeu primeiro Prefeito de Nantes. Um dos primeiros fazendeiros da cidade,tendo baseado sua vida na roça e na administração de sua fazenda,  o senhor Severiano Carlos Nunes, foi uma das pessoas de destaque na cidade. Por volta de 1917, o Governo do Estado de São Paulo lhe concedera um pedaço de terra para plantar, de onde tirava o sustento para sua família. Mineiro de Itajubá, Severiano desbravava aquele sertão, ainda dominado por animais ferozes, a beira do regato conhecido como Córrego Coroados. Casou-se com Ondina, com quem teve quatro filhos: Dulcília, Juvenal, Hercília e Ilda. Dona-de-casa exemplar, seu prazer era cuidar dos filhos e administrar o lar. No entanto, mesmo orientada pelo médico, que não podia mais ter filhos, ela engravidou-se e deu a luz a uma menina. Dias depois do nascimento da caçula, veio a falecer, vítima de uma infecção no útero. A criança ficou sob os cuidados de Maria Augusta da Conceição, mas não sobreviveu. Morreu ainda sem registro e sem batismo. A pequena menina foi enterrada em Iepê. O cortejo foi durante a noite - do patrimônio de Coroados até Iepê, onde os amigos da família seguiam o pai e os irmãos, órfãos de mãe, com tochas nas mãos para intimidar as feras do mato. Nesta época, Coroados pertencia a Martinópolis e o prefeito havia sugerido que mudasse o nome de Coroados para Patrimônio de Ondinópolis, em homenagem a Dona Ondina, esposa de Severiano. Ele recusou a homenagem, permanecendo o nome já conhecido. Desgostoso com a vida, Severiano começou a vender seus bens, sendo um dos grandes compradores o fazendeiro Clementino Silveira - que mais tarde loteou a propriedade, vendendo a várias pessoas. Isso aconteceu por volta de 1951.
Antigamente, os habitantes se agrupavam próximos das serrarias. Eram oito ou 10 casas, todas em torno da serraria de Aires Pinto, que tinha Acácio como gerente. Quase todos os moradores trabalhavam lá. Nesta serraria saía madeira para Martinópolis, Bartira e de lá, seguia para fazer móveis e dormentes  (calço) para linha de trem. Muita madeira de lei foi explorada naquela época. Eram nas serrarias de pequeno porte, onde girava a economia local. Quando alguém ficava doente, sempre recorria ao senhor Jorge Dower, em Iepê. Para chegar lá, as pessoas montavam no lombo de burros ou cavalos e iam até a casa do “curandeiro”. O mesmo acontecia com as professoras que vinham dar aula no povoado. Dona Rute foi uma destas professoras, que enfrentavam as estradas boiadeira, até chegar às precárias salas de aula. No povoado havia uma casa de charque, que pertencia a Messias Nantes. Lá era vendido charque para toda a região. Dona Zilda também conta que muitas vezes as mulheres tinham de ir até Iepê para dar a luz. Algumas delas morriam no caminho porque a demora complicava o parto, pois eram transportadas em carros de boi. Só a partir de 1960, chegava à cidade Dona Elvira, a parteira. Dona Zilda relata que há 71 anos seus familiares chegaram da França num navio. Viajaram por muitos dias. Sua bisavó deu a luz neste navio, que desembarcou no Porto de Santos no início do século passado. O senhor  Francisco Nantes, então segue o seu destino em busca de terras para constituir seu lar e sua família. Dona Zilda conta que seu pai, Messias Nantes, veio para a região fugindo de brigas fundiárias no Mato Grosso e aqui retomou sua vida, com o intuito de criar seus filhos. No entanto, em 1954 foi morto num conflito junto com seu filho de 18 anos. Mais tarde, em 1958, a pedido do comerciante, senhor  Arconso Taveira Barbosa, ao então Deputado Chiquito Franco, teve seu nome escrito na história desta cidade que tanto amou e deu sua vida por ela.
O farmacêutico do povoado era o senhor “Toledinho”, que depois foi substituído pelo senhor Antônio Rufato. Este por sua vez, entregou o cargo ao senhor Lauro Silveira, que passou a atender a população local. Na frente do cemitério havia uma loja de propriedade do Antônio “Português” - como era popularmente conhecido. Lá se vendia de tudo. Tempos mais tarde, com a decadência das serrarias, a loja fechou.  O senhor Antônio “Português” morreu num trágico acidente. No início da organização do povoado, os mortos eram enterrados em Iepê. O local onde foi instalado o atual cemitério de Nantes foi doado por Messias Nantes. Apesar de ter cedido à área, seu próprio corpo teve que ser enterrado em Iepê. Dona Zilda lembra com saudades das quermesses animadas realizadas naquela época. Eram festas para São Sebastião e Nossa Senhora Aparecida, e sempre tinham os leilões e a participação de muita gente. O final da festa era marcado pelo som sertanejo da sanfona.
Fonte: Texto de Autoria de Sérgio Maciel

O SONHO DE SE TORNAR INDEPENDENTE
Uma área de terra localizada no sudoeste do Estado de São Paulo, fazendo divisa com o Paraná, foi o cenário, nos anos de 1920, de uma história que contém pioneirismo, luta pela terra e violência, mas também sonhos, muitos sonhos. A formação do núcleo urbano de Nantes – que quando nasceu se chamava COROADOS – teve inicio em 1925, com imigrantes portugueses, que chegaram para trabalhar na exploração de madeira, abundante na região naqueles tempos. Um dos desbravadores e que acabou sendo também fundador de Nantes, foi o português Aires Pinto, que ali chegou em 1935, abrindo uma serraria. Naquela época, como hoje, a luta pela posse da terra era intensa, carregada de tensão e agressividade e como as terras da região eram devolutas, isso gerava grandes conflitos entre os posseiros, e o senhor Messias Nantes é morto num conflito de terras, em 1951. Aos 30 de dezembro de 1953, ao se tornar Distrito de Iepê, através da Lei 2456, os habitantes de Coroados decidem mudar o nome do distrito para NANTES, prestando, assim, uma homenagem ao bravo fazendeiro. O Distrito de Nantes se transformou em Município, depois que um grupo de lideranças da comunidade se reuniu, e decidiu iniciar o Movimento pela Emancipação, em 1990, destacando-se os senhores: Romeu Belon Fernandes, Higino Nunes da Silva, Antônio Ezídio da Silva Filho, Arconso Taveira Barbosa Junior, Denir Leme Nantes e Edmur Ribeiro de Castro. O Movimento contou ainda com a prestimosa e incansável colaboração do Deputado Mauro Bragatto. Além da agricultura, base de sua economia, em que a cultura do algodão predominou no período de 1945 a 1975, Nantes tem um expressivo potencial turístico, que deverá ser desenvolvido nos próximos anos, com o aproveitamento dos atrativos naturais dos rios localizados na área: o Jaguaretê, Laranja  Doce e o Paranapanema, onde foi construída a represa da Usina Capivara. Como os pioneiros portugueses, os líderes da emancipação sempre acreditaram nas potencialidades de Nantes e sua capacidade de ser independente e sobreviver. Esse sonho de ter vida própria contagiou toda a população e virou realidade. Com apenas poucos anos de administração, Nantes confirma que seus pioneiros estavam certos.
Os Primeiros Representantes – eleitos em 1996
PREFEITO MUNICIPAL: Aurélio Pereira dos Santos, casado com Francisca de Oliveira Santos.
VICE-PREFEITO: Nativo Alves Meira
CÂMARA MUNICIPAL: Vereadores –Ananias Dias Martins, Sueli Lopes, Trajano de Souza, Edmur Ribeiro de Castro, Celso de Souza, José Celso Luiz Ferreira, João Pires Gonçalves, Vivaldo Antônio dos Santos e José Higino de Freitas.
ESTE TEXTO É DE AUTORIA DO DEPUTADO EDINHO ARAÚJO, AUTOR DA LEI 651/90 DAS EMANCIPAÇÕES.
Gentílico: Nantense

GALERIA DE PREFEITOS

AURÉLIO PEREIRA DOS SANTOS01/01/1997 à 31/12/2000
MARCO VENICIO ZAGO DE OLIVEIRA01/01/2001 à 31/12/2004
MARCO VENICIO ZAGO DE OLIVEIRA01/01/2005 à 31/12/2008
JORGE LUIZ SOUZA PINTO01/01/2009 à 31/12/2012
JORGE LUIZ SOUZA PINTO01/01/2013 à 16/07/2013
TRAJANO DE SOUZA17/07/2013 à 01/08/2013
JORGE LUIZ SOUZA PINTO02/08/2013 à 31/12/2016
CELSO DE SOUZA01/01/2017 à 31/12/2020

OBS.: O Sr. AURÉLIO PEREIRA DOS SANTOS, foi o primeiro Prefeito de Nantes.