HISTÓRICO


A ORIGEM
Valendo-se da faculdade outorgada pela Lei Imperial número 601, de 18 de setembro de 1850, várias famílias mineiras, vindo de Pouso Alegre, em 1851, demandaram estas paragens, com o fito de apossar terras e estabelecer propriedades agrícolas. Tinham por chefe o senhor JOSÈ TEODORO DE SOUZA e se compunham dentre outras, das famílias de João da Silva Oliveira, Antônio da Silva Oliveira, Bernardino da Silva Oliveira e Antônio de Paula Rodrigues. Era José Teodoro de Souza, amigo do Capitão Tito Correia de Melo, chefe politico, fazendeiro, comerciante e homem de vasto prestígio na então florescente Vila de Botucatu, que o atraiu para estas regiões e possivelmente indicou-lhe a direção do Vale do Paranapanema. Estas terras conhecidas pela sua fertilidade foram as primeiras a serem apossadas pelos nossos pioneiros, conforme era permitido pela Lei Imperial. Assim é que, pelos meados do ano de 1851, José Teodoro de Souza e sua comitiva, atingiram estas paragens.

FUNDAÇÃO DO POVOADO
Rezam as crônicas que eles aqui chegaram no dia 26 de junho de 1851, onde decidiram que dada à boa qualidade das terras, a abundância de agua e de madeiras de lei, erigir a primeira povoação, que seria não só a base, mas também o quartel general daquele empreendimento bastante arrojado. Isto em região habitada pelos temíveis índios Xavantes e Cayuas, célebres pela resistência à civilização. A primeira preocupação foi à ereção de uma tosca capela de pau a pique, próxima às confluências dos dois rios, aos quais deu se o nome de São João ao maior, e São Pedro ao menor. As famílias localizaram-se nas imediações daquele local, cuidando logo de efetuar as primeiras plantações, para garantia do abastecimento da arrojada aventura, que seria a descida do Paranapanema até a barra do Tibají, da qual resultou o apossamento de um vasto latifúndio, registrado na Paróquia de Botucatu em 1856. Posteriormente, em 27 de abril de 1852, no Cartório de Paz da Freguesia de São João da Boa Vista do Jaguarí, município de Mogi-Mirim, da Sétima Comarca da Imperial cidade de São Paulo, José Teodoro de Souza e sua mulher Francisca Leite da Silva, doavam a Mitra Diocesana de Botucatu, os bens que possuíam entre o Rio São João e Ribeirão São Pedro, da barra deste,  até o São João subindo por eles acima, de um e outro lado, a distância de um quarto (1/4) de légua isto é, o terreno compreendido entre esses dois rios.
Nesse terreno deveria ser construída uma Capela a São João Batista. A história, entretanto, não explica a razão porque a Capela teve por padroeiro – São Pedro. Em 1911, esse terreno pertencente à Mitra, foi vendido à Câmara Municipal pelo valor de vinte contos de réis para serem pagos parceladamente, um conto de réis por mês, ficando reservados os terrenos da Igreja Matriz, da Igreja do Bom Jesus e do Cemitério, sito à Rua Padre José Julianetti.

CRIAÇÃO DO DISTRITO
Com a denominação de São Pedro dos Campos Novos do Turvo, município de Lençóis, foi à freguesia elevada à categoria de Distrito, através da Lei Provincial nº 4, de 05 de Julho de 1875. Em 24 de fevereiro de 1876, foi transferido o mesmo, para o município de Santa Cruz do Rio Pardo.

CRIAÇÃO E EMANCIPAÇÃO DO MUNICÍPIO
Em 1876, por aqui já residia o comerciante português, José Ferreira da Silva, o (Silvinha), homem de largo descortino, e que muito contribuiu para o progresso local, chefiando a política, e estabelecendo as primeiras ligações com os poderes políticos da Província no que resultou na elevação do Distrito à categoria de Município, desmembrado do município de Santa Cruz do Rio Pardo, através do Decreto Lei Estadual nº 181, de 29 de maio de 1891. Através do Decreto Lei Estadual nº 1038, de 19 de dezembro de 1906, o então florescente Distrito recebeu os foros de cidade e em, 1911 na divisão administrativa do Brasil, passou a denominar se simplesmente São Pedro do Turvo. Segundo a Divisão Administrativa do Brasil em 1933, e as Territoriais em 1936 e 1937, o município ficou composto de dois Distritos: São Pedro do Turvo e Ubirajara (ex Caçador). Pela Lei Estadual nº 233, de 24 de 24 de Dezembro de 1948, o Distrito de Ubirajara foi elevado à categoria de Município e desmembrado de São Pedro do Turvo.

FUNDADOR – JOSÉ TEODORO DE SOUZA
É de suma importância que todos os são-pedrenses conheçam o fundador deste município, com alguns pormenores de sua vida.
Pesquisando o livro do historiador Bruno Giovannetti, encontramos dados importantes: “O nome do bandeirante, José Teodoro de Souza se prende aos primeiros títulos juridicos passados na região, ao povoamento e à descoberta de terras ignotas, que do Rio Pardo findam-se numa brutal exuberância na vegetação, até as margens do Danúbio Brasileiro – O Rio Paraná”. Este intrépido pioneiro nasceu em Pouso Alegre, Estado de Minas Gerais, nos primórdios do século passado, aproximadamente entre 1805 a 1815. Não temos a data certa do seu nascimento. Veio à zona do Paranapanema e áspera lhe correu a vida na orla do imenso sertão. Em 31 de maio de 1856, registrou na Paróquia de Botucatu, a posse, na qual declarou que possuía todas as terras, desde o Rio Turvo, até o Rio Paranapanema. Dentro, portanto, do âmbito de sua posse, iniciou o desbravamento do sertão, fundando três cidades: São Pedro do Turvo, Campos Novos e Conceição do Monte Alegre. Escolheu São Pedro do Turvo para fazer seu acampamento. Ali construiu uma casa, plantando o marco inicial perto das confluências do Rio São João e São Pedro. Com serrote e formão, levantou-se a moradia, que mesmo sendo de madeira não foi usado um só prego. Seu machado cantou alguns dias na mataria, onde havia abundância de madeira de lei. Os caibros eram de pindaíba e as ripas eram tiradas dos coqueiros. Pronta a casa, fácil foi provê-la dos móveis necessários. As camas com cavaletes e as mesas com tábuas pregadas em pernas roliças, constituiriam o mobiliário do maior latifundiário da então província de São Paulo. Dalí rompeu pelas selvas à dentro, desbravando matas e adquirindo novas posses. No interior das terras infindáveis, teve repetidos encontros com índios, únicos senhores absolutos da região. Ele fez como Rômulo: chamou a si todos quantos quisessem povoar o posto avançado da civilização, enfrentar os índios agitados e ameaçadores, e formar ao mesmo tempo o capital humano, para a grandeza futura de nossa zona. A sua generosidade, sua caridade e a sua bondade, souberam operar prodígios, dando a todos a simpatia e o seu grande coração. Era um perdulário de bondade, entretanto para si, guardou apenas a mais extrema pobreza. Conta-se que em troca de um escravo violeiro, deu o imóvel “Borda do Campo” perto de Campos Novos, com uma área de 3500 alqueires. Era um homem alegre, folgazão, audaz, sedento de aventuras. Era seu desejo penetrar no domínio dos índios como amigo e não como conquistador. Os índios acostumaram a lhe chamar de “PAI”. Em 1862 ele foi até a Capital de São Paulo, levando alguns índios, para apresenta-los ao Governador. Sua mulher foi Francisca Leite da Silva e falecendo esta, casou-se com Ana Luiza de Jesus. Do primeiro casamento nasceram José Teodoro de Souza Junior (o Teodorinho) e Maria Teodoro de Souza. Do segundo casamento teve um só filho, José Luiz de Souza.
Como único vestígio dos primeiros passos dados por este intrépido bandeirante do sertão, restam nos antigos cartórios, especialmente de Lençóis, hoje Agudos,  velhas escrituras, redigidas em extravagantes grafia num estilo pitoresco, de um idioma divorciado da gramática, escrituras essas geralmente outorgadas e assinadas por terceiros, a rogo do posseiro, pois ele era completamente analfabeto. Morreu pobre, numa manhã envolta num véu úmido de tristeza, sem um só amigo, sem uma voz consoladora. Deixou viúva a segunda mulher.
O senhor José Teodoro de Souza foi fundador de muitos outros municípios, mas fixou sua residência em São Pedro do Turvo, onde faleceu em abril de 1875, ficando aqui sepultado. Sua sepultura porem não foi localizada mas sabe-se, entretanto, que está mais ou menos nas imediações da Indústria Alvorada de Produtos de Mandioca.

REGISTROS DO HISTORIADOR – LINHA DO TEMPO
Os primeiros habitantes de nossa região foram os índios Xavantes, como prova este assentamento extraído dos livros da paróquia: “Aos 27 de junho de 1875, nesta Matriz, batizei e ungi os santos óleos no inocente Francisco, índio da tribo Xavantes, de 4 anos de idade, filho de pais incógnitos. Foram padrinhos, Antônio Francisco Ferreira e Brita Ferreira de Jesus”. Muitos escravos também existiram por aqui, como diz este assentamento: “Aos 09 de junho de 1875, nesta matriz, batizei o inocente Antônio, com 20 dias de idade, filho natural de LINA, escrava do senhor Nicolau de Maia. Foram padrinhos: Antônio Pedro Francisco e Cypriana Filisbina do Espirito Santo. (LINA foi liberta em virtude da Lei 2040, de 28 de setembro de 1871) Livro I – ordem 21 – Padre Décio Augusto Chéfalo”. O alicerce da Igreja Matriz foi feito por autorização da Lei Imperial em 1886, bem como a da cadeia, sendo somente esta construída nesse mesmo ano. As grades da cadeia eram de madeira e até hoje são conservadas. A primeira pedra da Igreja Matriz foi colocada no dia 13 de fevereiro de 1918, e benzida pelo Frei Bernardo Nezano, missionário Capuchinho. A primeira imagem de São Pedro era de madeira, talhada a canivete, por um morador desta cidade, cujo nome nos é desconhecido. Essa imagem foi oferecida ao Padre Pascoal Blóta em 1885, que solenemente a entronizou. Essa importante relíquia foi vendida ao museu de Sorocaba pelo Padre Antônio Marcillio, juntamente com muitas outras imagens de madeira e peças antigas, um verdadeiro patrimônio histórico de grande valor. A primeira iluminação pública de São Pedro do Turvo era a querosene. Três postes de ferro, colocados em diversos pontos, sendo um em frente à cadeia, contendo lanternas em suas extremidades. Em 1920, foram sepultados para sempre este tipo de iluminação, graças à eletricidade, que veio dar vida nova a cidade.
Em 1921 foi à rede ampliada e feita a inauguração oficial. O primeiro eletricista foi o senhor Gabriel dos Santos, que ficou conhecido por Gabriel da Luz. As correspondências nos anos de 1923 a 1927 eram procuradas em Santa Cruz do Rio Pardo e trazidas duas vezes por semana. Eram as mesmas transportadas de “troly” de propriedade do próprio Estafeta do Correio o senhor Joaquim Pereira de Salles. A primeira professora do município foi à senhora Joana Hungria. O primeiro professor o senhor Osório Pereira da Silva. O primeiro automóvel que apareceu na cidade era um Ford vermelho, de capota muito alta, com tanque de gasolina na parte traseira. Por esse motivo, esse carro tinha que andar de ré, na subida das perobas, estrada de Santa Cruz. Seu proprietário era o senhor Dr. Alberto Simão. Em tempos remotos, a atual Avenida Sebastião Teixeira Coelho, foi pista de corrida de cavalos.

PARÓQUIA DE SÃO PEDRO DO TURVO
A paróquia de São Pedro do Turvo é a mais antiga deste bispado, como também o mais antigo ponto de comércio desta região, tendo sido outrora seu movimento muito grande até a chegada da Estrada de Ferro Sorocabana que o desviou para outros centros.
A paróquia foi fundada em 1875, sob a proteção do Apóstolo São Pedro. Os mais antigos moradores, ou mesmo os primeiros, eram provindos do Sul de Minas, pertencendo quase a uma só família (Vieira), como provam as inscrições nas lápides do antigo cemitério.
A paróquia era extensa, abrangendo terras desde São José dos Campos Novos até Mirante do Paranapanema.
Por Decreto Episcopal de 09 de abril de 1885, passou uma parte da Paróquia a Campos Novos fundada em 1880. Desta forma foram sucessivamente desmembradas as de Santa Cruz do Rio Pardo, Salto Grande, Chavantes, Ipaussu e Ourinhos em 1912.
A jurisdição dos primeiros párocos avançava pelos sertões adentro, sem limites certos e sobre parte da então província do Paraná, que pertencia ao Bispado de São Paulo.
Junto com as primeiras casas, que eram de pau a pique, cobertas de sapé ou coqueiro, levantou-se a primeira capela nas confluências do Rio São João e São Pedro onde se achava o marco inicial da cidade.
Por essa ocasião, já os Padres Capuchinhos apareciam por aqui, dando assistência religiosa. Sem meios de transporte, esses denodados sacerdotes exerciam seu apostolado enfrentando o duro lombo dos animais, correndo toda a sorte de perigos, até mesmo tendo que lutar com índios bravios, os temidos Xavantes, que dominavam esta região.
A paróquia logo de sua fundação em 1875, foi entregue ao Padre Décio Augusto Chéfalo, e até os nossos dias jamais teve falta de sacerdote para dirigi-la.
Em 1888, quando era vigário o Padre Miguel Piemonte, entre os Padres Capuchinhos que por aqui andavam, esteve entre eles o Frei Mariano de  Bagnaia, ardoroso sacerdote missionário que chegara ao Rio de Janeiro em março de 1847, pois viera da Itália, movido por fortes desejos de aventuras, de conhecer regiões ignotas e catequizar índios. Preso e condenado por ocasião da Guerra do Paraguai, quando conseguiu escapar acidentalmente do cárcere em Assunção, onde seu colega Frei Ângelo de Ceramânico foi cruelmente açoitado e decapitado em sua presença. Em 1888, Frei Mariano veio para Campos Novos, mas já estava com as faculdades mentais bastante abaladas. Em julho, veio para São Pedro do Turvo, onde por várias vezes tentara lançar-se ao rio. E num momento forte de desespero, aos 20 de julho, tomando uma navalha, golpeou-se na garganta esvaindo-se em sangue, foi levado para Campos Novos, vido a falecer depois, assistido pelo Padre Paolo de Maio. Foi sepultado na Matriz daquela cidade. Pelos seus muitos feitos Frei Mariano recebera do Papa Pio IX uma carta congratulatória o Imperador Pedro II o nomeou Pregador Imperial e o condecorou com Título e Honra de Major do Exército.
A atual Igreja Matriz foi construída graças ao esforço do então, Vigário, Padre José Julianetti. De estilo gótico, foi considerado naquela época, um dos mais belos templos da Diocese de Botucatu. Seus alicerces de pedras foram feitos no tempo do Império em 1886, juntamente com o alicerce da velha cadeia. No ano de 1889, com a proclamação da República, separou-se então a Igreja do Estado, e foi somente construída a cadeia, começando a construção da Igreja em 1918, cuja inauguração se deu no dia 29 de junho de 1920.
Além das Igrejas católicas, temos diversas de outras denominações, sendo as mais antigas e de maior frequência a Assembleia de Deus e Congregação Cristã no Brasil.
Fonte: Livro – MEMÓRIAS DE SÃO PEDRO DO TURVO
Autora: Tereza Costa da Cunha.
Gentílico: São-Pedrense

GALERIA DE PREFEITOS

CEL. JOSÉ FERREIRA DA SILVA1892 à 1894
JOSÉ GARCIA DA COSTA BRAGA1895 à 1897
JOAQUIM ANTÔNIO DE O. GUIMARÃES1898 à 1900
LÚCIO BATISTA LEITE1900 à 1905
ARTHUR BONORINO1905 à 1908
ANTÔNIO FERREIRA MENDES1908 à 1910
CEL. MARCIANO JOSÉ FERREIRA1910 à 1911
RAIMUNDO VIANA1911 à 1912
CEL. MANOEL MARQUES VIEIRA1912 à 1913
JOAQUIM VALENTIM DE MOURA06/1913 à 12/1913
FRANCISCO MARTINS SOUZA1914 à 1916
ALFERES JOAQUIM PEDRO DE O. E SILVA12/1916 à 01/1920
CEL. MANOEL MARQUES VIEIRA1920 à 1923
TRAJANO DE CASTROCARVALHO01/1920 à 04/1920
PEDRO LEITE DO AMPARO04/1920 à 11/1920
JORGE ELIAS04/1924 à 12/1925
PORCINO ANTÔNIO DE LIMA01/1926 à 01/1927
MANOEL VIEIRA MARTINS01/1927 à 08/1927
TENENTE ANTONIO BERNALDIN R. FILHO08/1927 à 09/1928
AURELIANOI CÂNDIDO DE ARAÚJO05/1929 à 03/1930
JOAQUIM RODRIGUES DA CUNHA03/1930 à 12/1930
TARCISO DIAS DE CARVALHO1930 à 1934
JOSÉ FERREIRA DE SOUZA09/1934 à 05/1936
JOAQUIM RODRIGUES DA CUNHA1936 à 1938
OCTAVIANO PIRES DE ALMEIDA09/1938 à 03/1939
ALCINDO CHAVES26/03/1939 à 02/1946
BENEDITO FERREIRA DE SOUZA1946 à 1947
ANTENOR DE CASTRO CARVALHO03/1947 à 12/1947
SEBASTIÃO TEIXEIRA COELHO01/1948 à 12/1951
TARCISO DIAS DE CARVALHO1952 à 1953
SEBASTIÃO TEIXEIRA COELHO1956 à 1959
LUIZ DA COSTA VIEIRA01/1960
OSMAR VIANA1960 à 1964
SEBASTIÃO TEIXEIRA COELHO01/1964 à 12/1968
OSMAR VIANA1969 à 1973
EDGARD ARCHANGELO01/1973 à 01/1977
CELSO NOVAES PINHEIRO01/1977 à 01/1983
JOSÉ CARLOS DAMASCENO1983 à 1988
CELSO NOVAES PINHEIRO01/1989 à 12/1992
JOSÉ CARLOS DAMASCENO01/01/1993 à 31/12/1996
LUIZ CLAUDIO DA CUNHA01/01/1997 à 31/12/2000
JOSÉ CARLOS DAMASCENO01/01/2001 à 31/12/2004
LUIZ CLAUDIO DA CUNHA01/01/2005 à 31/12/2008
ROBERTO CARLOS DI BASTIANI01/01/2009 à 31/12/2012
JOSÉ CARLOS DAMASCENO01/01/2013 à 31/12/2016
MARCO AURÉLIO OLIVEIRA PINHEIRO01/01/2017 à 31/12/2020

OBS.: O Sr. CEL. JOSÉ FERREIRA DA SILVA foi o primeiro Prefeito de São Pedro do Turvo