HISTÓRICO


A ORIGEM
As primeiras famílias radicadas em Sales, em meados de 1900 a 1914, quando ainda era sertão do território central do Estado de São Paulo, foram as de: Belarmino Ribeiro de Oliveira e sua mulher Helena Cândida da Silva, Francisco Antônio Lima e sua mulher, Anna Cândida da Silva, Sebastião Pinto, José Mendes Fernandes, Manoel Mendes, Paulino Maria, José Helena e filhos, e Horácio Mira. Em 1909, Pedro Domingues da Silva, vulgo Pedro Mulato, e sua mulher, Idalina Maria de Jesus, compraram de Francisco Antônio Lima uma gleba de terra, ainda mata virgem, de 62 alqueires. Em 1912, trabalhavam na fazenda Barra Mansa, de propriedade de José Paulino Castilho de Oliveira, pai de Oliveiro, Waldemar e Noêmia Castilho, os senhores Joaquim Bentão, Manoel Bragança, Thiófilo Theodoro e Elizário José da Silva. No ano seguinte, chegaram Salomão Rodrigues Monteiro, Martiniano Paes de Oliveira, Ezaú Ferreira Raísca e Roldão Pedro Nogueira. Por volta de 1917 a 1918, os guerreiros do Conde D’Eu, saídos da capital rumo ao Paraguai, passaram por essa região. Fizeram picadas, conforme vestígios, atravessando rios por pinguelas, inclusive o Barra Mansa. Derrubaram uma grande árvore que ligou as margens. Nessa passagem, ocorreu uma grande tragédia. Cinco pessoas, entre elas o padre que acompanhava a expedição, caíram no rio Barra Mansa e morreram afogadas. Foram sepultados às margens do rio. O local recebeu o nome de “Cemitério do Pimenta” e de “Poço do Padre”. Tal expedição passou pelas cidades de Araraquara, Bela Vista das Pedras (hoje Itápolis), São José da Estiva e São José da Trindade (hoje Novo Horizonte). Foram famílias desbravadoras de matas, as de José Capitelli (que trabalhou de oleiro na lagoa de José Paião e João Barbosa), de João Correião, de Cezário José de Castilho, de Lázaro Tolentino de Oliveira, de Joaquim Ramalho, conhecido por “Lopinho”, de José Pracídio (ferreiro fabricante das cruzes do Cemitério dos Esquecidos). O senhor Pracídio casou se com uma filha dos chefes dos índios, e que foi batizada com o nome de Geralda, no dia do casamento. O casal morou em Capoeirinha até 1936. A tribo de índios encontrada às margens do rio Cervinho e Barreiro do Meio era da nação Guarani. Moravam em casas de sapé cobertas por folhas de bacuri. Dentro da mata, existe o “Cemitério dos Esquecidos”. Na sua entrada, do lado esquerdo, está sepultado um dos chefes indígenas. Além dos índios, foram enterrados, os senhores: Belarmino Oliveira, Francisco Lima, Sebastião Pinto, José dos Santos e Joaquim Machado, moradores do lugarejo. Os mortos eram transportados em carroças ou em bangüês (espécie de rede dependurada em um pedaço de madeira roliça, colocada nos ombros de duas pessoas). Os corpos eram enterrados envoltos nos próprios tecidos.

FUNDAÇÃO DO POVOADO
Em 1917, Anna Cândida, conhecida por “Leopoldina”, mandou elaborar uma planta para a formação de um povoado, onde seria a futura cidade. O lugar recebeu o nome de CAPOEIRINHA, e foi atraindo o povo que residia junto aos índios, às margens do Córrego Barreiro do Meio.Vindo de uma cidade desconhecida, este povo encontrou-se com a tribo de índios, e por ali ficou. Construíram casas de sapé e barrote, cobertas de folhas de coqueiro. Dona Leopoldina foi ao encontro deste povo, e os  levou para Capoeirinha. O senhor Joaquim Bentão construiu uma casa de tijolos (tijolão feito de barro vermelho) e de madeira tirada do mato. Este homem era considerado um herói. Chegou por aqui depois de fazer picadas na densa floresta. Havia muitas doenças na época, entre elas a “maleita”, que matava em dois dias de febre alta e intermitente. Mais tarde estas famílias ali se organizaram, e formaram o povoado que recebeu o nome de ÁGUAS ESPRAIADA.

A CHEGADA DE RAMILLO SALLES
Em 1920 chegava a Capoeirinha, o senhor Ramillo Salles e seus irmãos. Eles compraram de Pedro Mulato, uma propriedade de 62 alqueires, conforme escritura datada de 7 de julho de 1921, na fazenda Cervinho de Cima. Depois compraram outra propriedade, conforme escritura de 1.º de agosto de 1921. Nesta época, o senhor Ramillo Salles se mudou de Barretos com a família para as novas propriedades. Levou com ele, também, a família de João Andreza, seu empregado de confiança.

O PIONEIRISMO
Em 1921, chegavam a Capoeirinha, o senhor Aquiles Fumes e sua família. Ele construiu a segunda casa de tijolos e montou  uma sapataria. No mesmo ano, “Tio Miguel” vendia pinga e rapadura. O senhor João José do Magalhães,  foi o primeiro comerciante do ramo de armazéns de secos e molhados, vendia tecidos e bangüês. Ainda em 1921, Paulino da Costa foi o maior criador de porcos de engorda. Os animais eram trocados em Itápolis e Araraquarapor produtos que não existiam no local, como sal, querosene, farinha de trigo, açúcar. O transporte de porcos era feito com carros de bois. As viagens duravam entre 30 e 45 dias. Os porcos que não resistiam, eram mortos. Suas carnes eram salgadas e colocadas em jacás, hoje conhecidos como balaios. A fazenda Bela Vista,posteriormente conhecida por Corredeira, produzia arroz, feijão, milho e algodão. Depois passou a produzir ramin, com máquinas para desfibrá-lo. O administrador era o senhor Joaquim Florêncio do Amaral, popularmente conhecido por “Quinzinho”. Ainda em 1921, chegou José Alves de Lima, conhecido por “Cajuru”. Ele comprou um sítio às margens do córrego Capoeirinha, construiu um engenho que produzia rapadura e tijolo baiano. Na mesma época chegaram os senhores João Venâncio e José Carapina. Em 1922, chegavam à Capoeirinha, o senhor Estácio Taboas com sua família. Ele construiu uma serraria, dando impulso na serragem de madeira das matas nativas para servir as construções de casas. As toras eram retiradas e transportadas pelo então conhecido carreiro, Mário Floriano de Oliveira. Em 1923, Miguel Tarsitano comprou uma gleba de 300 alqueires de João de Moraes. Junto chegou o senhor  Paschoal Amêndola, que construiu outra serraria, uma máquina de benefício de arroz e um moinho de fubá.

A PRIMEIRA CAPELA
Em 4 de abril de 1923,  no atual largo do jardim, foi levantado o primeiro Cruzeiro. Estavam presentes os moradores, José Paulino, José Helena, Manoel Mendes Fernandes, Miguel Tarsitano, Paschoal Amêndola, Ramillo Salles, Joaquim Ramalho, José Moreira Luiz, Joaquim Limão, Estácio Taboas (doador do cruzeiro) e Cezário de Castilho. Na mesma época foi construída a primeira capela para o padroeiro São Benedito. Houve uma festa idealizada por José Severino. Ele doou outra imagem de São Benedito, e um motor movido a querosene que produzia energia para iluminar o local. A primeira imagem de São Benedito foi doada pelo senhor Cezário de Castilho, pai de José Cezário de Castilho, conhecido por Cita Castilho. A imagem ficou na fazenda Tabajú  até meados de 1994, quando José Amêndola e o Padre Osvaldo Alfredo Pinto, depois de conversarem com Cita Castilho, transladaram a imagem do santo para a Igreja Matriz de São Benedito. Em dezembro de 1924, Paschoal Amêndola trazia toda a sua família, vinda da cidade de Ariranha.

O DESENVOLVIMENTO DO POVOADO
Em 1924, não havia carro, mas Paschoal Amêndola comprou um caminhão Ford, de pneus de borracha maciça, rodas raiadas de madeira. O veículo era utilizado para o transporte de madeiras, para um depósito em Catanduva, de propriedade de Miguel Tarsitano. A viagem durava um dia. Na fazenda de Tarsitano já se plantava café, tinha uma olaria, e várias casas de colonos. Em 1924, Lázaro Tolentino de Oliveira comprou do senhor Isaque, uma gleba de terras de 80 alqueires. Transformou a mata em plantio de café, e doou uma porção de terra para a construção do atual cemitério municipal. Em 1928, chegava da cidade de Japurá, o senhor Nagib Karan com a família. Ele trabalhou no ramo de barbearia até 1940. Em 1925, radicou-se no vilarejo, o senhor Sebastião Ferreira de Souza, casado com dona Francisca, conhecida por “ Chica Ferreira”. Ele ficou conhecido na região, por ser um forte sitiante criador de porcos e cabritos, às margens do córrego Bebedouro.

O PRIMEIRO CASAMENTO

Conforme dados obtidos junto ao senhor Armando Ferretti, cartorário em Irapuã, Sales teve seus registros anotados naquele cartório entre 1927 e 1933. O primeiro casamento de moradores de Sales, registrado em Irapuã, aconteceu em 28 de setembro de 1927. Casaram-se, Júlio Perciliano do Nascimento e Maria Aparecida Amêndola. A primeira certidão de nascimento lavrada naquele cartório, em 19 de setembro de 1927, foi de Juvenal Lopes da Silva, filho de João Lopes da Silva e Maria Amélia Arruda. Sales ganhou seu cartório em 1933. Foram cartorários os senhores João Honório Pereira, José Camargo, Sebastião Caetano Pereira, João Gonçalves Leite, José Curalho Salgado, Antonio Cintra e Vicente Valentim Valente. Após a morte do senhor Valente, o cartório ficou sob os cuidados de seus filhos, Fernando, Mércia e Márcio.

O DESENVOLVIMENTO COMERCIAL
De 1928 a 1935, Vila Sales teve sua primeira loja de roupas e a primeira bomba de gasolina, de propriedade do senhor José Jamus. Entre os períodos de 1930 a 1940 os senhores Paulo Calixto e João Amêndola, dedicaram-se ao ramo de alfaiataria. Em 1931, o senhor Theodomiro Ferreira Costa chegou para trabalhar na fazenda de Miguel Tarsitano. Trabalhou no engenho de açúcar, fabricando melado que era transformado em açúcar mascavo. Entre 1930 e 1935, foi aberta a passagem de Sales, para o município de Mendonça, sobre o rio Barra Mansa, com a construção de uma grande ponte de madeira denominada “Nego Baiano”. A primeira pensão da cidade foi do senhor José Arruda, entre 1930 a 1940. Em 1933, instalava-se em Sales, o primeiro aparelho telefônico, na residência de Fernando Tarsitano. Sua filha Rosa, foi a primeira telefonista. O fazendeiro Miguel Tarsitano continuava a prosperar. Em 1933, construiu uma usina de açúcar e passou a fabricar a famosa pinga “Santa Maria”. Seus dois filhos, Antônio Romeu Tarsitano, advogado, e Raul Tarsitano, médico, passaram a se dedicar a causas humanitárias. O médico atendia famílias carentes gratuitamente. Outro filho, Floriano Tarsitano, se elegeu prefeito anos mais tarde, em 1972. Entre 1932 e 1935, o senhor Manoel Raimundo, conhecido por Manezinho Baiano, fabricava farinha de mandioca, ao lado do atual cemitério. Entre 1935 e 1940, o senhor Sebastião Ananias, era dono de um açougue e, paralelamente, produzia e vendia sabão. Nessa época, o senhor  Alfredo Cardoso, pai de Edvaldo, de Novo Horizonte, possuía um caminhão modelo 1929. Em 1935, chegou a Vila Sales, o senhor Joaquim Sampaio, que comprou a serraria de Estácio Taboas. Construiu oito casas de tábuas para seus filhos. Aqui morou até 1942, quando se mudou para Dracena. Também em 1935 chegava à família do senhor Gabriel Assad, vinda de Taquaritinga. Instalou-se no ramo de comércio com um grande armazém de secos e molhados. Entre 1935 e 1941, o senhor Nicolau Barleta, “o festeiro”, promovia comemorações todos os anos, no dia 13 de maio, dia de São Benedito, com uma grande fogueira ao lado da capela, com danças folclóricas. Em 1934 ou 1936, Sales contou com uma grande plantação de vassoura e outra de girassol. Em 1937, chegava a Sales o senhor Paulino Gonzaga, vindo de Pindorama. Comprou um sítio às margens do córrego Capoeirinha, e ali construiu um engenho que produzia tijolo baiano e rapadura. Em 20 de agosto de 1939, o senhor Benjamin Buratto comprou de Lázaro Tolentino de Oliveira, uma área de 80 alqueires de terra, segundo o senhor Bruno Buratto. Em parte deste terreno, hoje está o cemitério municipal.

CRIAÇÃO DO DISTRITO
Em 30 de novembro de 1938, o antigo povoado de Vila Sales, é elevado à categoria de Distrito, através do Decreto Lei Estadual nº 9775, com a denominação de Sales, pertencente ao município de Novo Horizonte. Antes da criação e da instalação do município, o Distrito contou com pessoas importantes que ajudaram no seu desenvolvimento. Eram considerados fiscais da cidade os senhores: João Januário de Freitas, João Florêncio Pereira, Emilia Tarsitano e Alcídio Sales. Em 1949 foi nomeado subprefeito o senhor Júlio Bragato, que deixou de lembrança as árvores do jardim.

REGISTROS DO HISTORIADOR – LINHA DO TEMPO
Entre 1939 e 1940, Sales tinha ligação com os municípios de Novo Horizonte e Lins, por meio de uma Jardineira, movida a gás extraído de carvão vegetal. O dono era o senhor Francisco Machado. Uma viagem de Sales a Novo Horizonte durava no mínimo três horas. Entre 9h e meio dia. O senhor José Lunes, vindo com sua família de Campo Belo, forneceu energia, com luz a gás extraída de carvão vegetal, entre 1942 e 1951. O fornecimento da energia foi idealizado pelo seu filho Mansur Lunes. Assim que chegou, o senhor José Lunes, comprou uma padaria que tinha sorveteria e bar com mesa de snooker, um dos poucos pontos de lazer do povoado. Em 16 de agosto de 1945, foi criado o Grupo Escolar de Sales, com duas salas de aula. Funcionavam duas classes no período da manhã, e duas à tarde. A primeira Diretora se chamava Dona Isaura Bueno Gonçalves Melara. O Inspetor era o senhor Gastão da Silveira. A senhora Alice Carlos Nardachione, conta que em 1946 veio trabalhar como diarista no Grupo Escolar. Segundo ela, um dos primeiros professores foi o senhor Edie José Frey. Em 9 de agosto de 1950, chegava o senhor  Paschoal Nardachione com sua família, vindo do município de Monte Alto. Comprou a fazenda São Sebastião. Devota, a família muito contribuiu para a construção da atual Igreja. Conforme relatos do senhor  Laerte Carlos Nardachione, entre os anos de 1930 e 1940, Vila Sales já se destacava na região pelas corridas de cavalo. Na Rua Artur Bernardes, hoje Avenida Ramillo Salles, havia uma pista dupla de 600 metros. Foi um dos principais esportes do lugar durante muitos anos. Em 1952, teve início o movimento pela instalação da energia elétrica. Poucas residências tinham luz elétrica, além de duas padarias e sorveterias no centro. Em 1955, foi instalada a energia elétrica com 6.000 volts de potência, o suficiente para iluminar todas as casas do Distrito. Participaram do evento, autoridades como o senhor  Euclides Cardoso, prefeito de Novo Horizonte, Salomão Eid, vereador naquela cidade, além dos senhores Ramillo Salles, Alcídio Sales, subprefeito de Sales, José Estéfano, candidato a Deputado Estadual, entre outros.

CRIAÇÃO E EMANCIPAÇÃO DO MUNICÍPIO
Em 18 de fevereiro de 1959, através do Decreto Lei Estadual nº 5285, o Distrito é elevado à categoria de Município, com a denominação de Sales, desmembrando-se do município de Novo Horizonte, e parte do município de Irapuã. Sua instalação verificou-se em 01 de janeiro de 1960.

A CHEGADA DA ENERGIA ELÉTRICA
Em 18 de julho de 1961, uma grande festa marcou a iluminação da Praça da Matriz, com a presença, entre outros, dos  senhores João Pagani, primeiro Prefeito de Sales, Same Eid, Vice Prefeito, Domingos Lott Neto, Deputado Estadual, e Vereadores da primeira legislatura. A solenidade foi marcada pela morte trágica do eletricista Clodovil, da cidade de Irapuã, que fazia a ligação da rede. Em 02 de janeiro de 1962, foi instalada a Delegacia de Policia do município. O primeiro Delegado foi o senhor Irineu Silveira Franco. Em 10 de março de 1962, o então Governador Dr. Adhemar de Barros visitou o município de Sales. Em agosto de 1963, foi instalado o Posto de Puericultura, e a primeira funcionária foi à senhora Olga Sales. Também em 1963, instalava-se na cidade, a Caixa Econômica Estadual, anexa a já existente Coletoria Estadual. O primeiro funcionário do banco foi o senhor Armando Fonseca. Em 1966, na gestão do prefeito José da Costa Marques, houve a retirada dos “mata-burros” colocados na entrada da cidade, na estrada que liga a Irapuã. Em 30 de janeior de 1969, o Diário Oficial do Estado publicava a criação do Ginásio Estadual Ramillo Salles.

CEMITÉRIO DOS ESQUECIDOS
Um cemitério dentro de uma mata, onde estão enterrados corpos de índios e brancos, que viveram no final do século XIX e inicio do século XX. Esse é o Cemitério dos Esquecidos, localizado dentro das matas, às margens do Rio Cervinho, e um dos principais pontos turístico da cidade de Sales. Construído pelos índios guaranis que habitavam as proximidades do Córrego do Barreiro do Meio, o cemitério é considerado um patrimônio histórico pelos moradores da cidade. No cemitério estão enterrados 115 corpos, entre eles chefes indígenas, e também os primeiros moradores do vilarejo “Capoeirinha”, antigo nome da cidade de Sales, e que foi fundado no final do século XIX. Registros no cartório da cidade comprovam que os primeiros brancos que povoaram o vilarejo foram enterrados no cemitério.
Fonte: Histórico elaborado pelo Sr. José Amêndola.
Gentílico: Salense

GALERIA DE PREFEITOS

JOÃO PAGANI1960 à  1963
JOSÉ DA COSTA MARQUES1964 à 1968
ABRÃO SALLES1969 à 1972
FLORIANO TARSITANO1973 à 1976
JOSÉ DA COSTA MARQUES1977 à 1982
NELSON BERTONI1983 à 1988
JOSÉ ANTÔNIO AMÊNDOLA1989 à 1992
OLIMPIO ANTÔNIO CARDOSO DE MORAES01/01/1993 à 31/12/1996
JOSÉ ANTÔNIO AMÊNDOLA01/01/1997 à 31/12/2000
JOSÉ ANTÔNIO AMÊNDOLA01/01/2001 à 31/12/2004
GENIVALDO DE BRITO CHAVES01/01/2005 à 31/12/2004
GENIVALDO DE BRITO CHAVES01/01/2009 à 31/12/2012
CHARLES CESAR NARDACHIONI01/01/2013 à 31/12/2016
GENIVALDO DE BRITO CHAVES01/01/2017 à 31/12/2020

OBS. O Sr. JOÃO PAGANI, foi o primeiro Prefeito de Sales.