HISTÓRICO


A ORIGEM
Adamantina é uma cidade artificial. Geralmente a gênese de um povoado é ao lado de um rio, por isso conhecemos as cidades com os nomes de Rio Claro, Ribeirão Preto, Ribeirão Bonito etc., localidades próximas de um acidente geográfico como cachoeira ou serra, em volta de uma escola ou de um estabelecimento comercial.
Entretanto, em Adamantina isso não aconteceu, pois foi planejada para ser um núcleo urbano. As cidades em suas constituições legais têm as seguintes fases: primeiro povoado, depois distrito, que é a menor unidade administrativa, em seguida é elevada a município com um ou mais distritos. O distrito onde está localizada a prefeitura é a sede do município.
Em 1937, a Diretoria da Cia. de Agricultura, Imigração e Colonização C.A.I.C. - cumprindo o seu programa de colonizar regiões novas no Estado, volveu suas atenções para a zona do futuro prolongamento da Cia.Paulista de Estradas de Ferro, que era o espigão Peixe-Aguapeí.
Verificando que a firma Boston Catle Company Limited, com sede em Montreal, no Canadá, possuía uma grande gleba de terras nesta região, iniciou e terminou com a referida firma, no mesmo ano, negociações para colonizar a área. O Diretor Presidente da C.A.I.C., Antônio Prado Junior, repetindo a tradição empreendedora de seu pai, Conselheiro Antônio Prado, determinou a abertura de um caminho em 1938, cujos serviços se iniciaram em vários pontos, com diversos empreiteiros, que se espalharam com suas turmas na mata virgem do espigão.
Os empreiteiros desbravadores do sertão onde hoje se localiza o município de Adamantina, foram: 1º trecho - José Alexandrino, 2º trecho - Mitre Fiuza Aires, 3º trecho - Virgílio Pereira Alves - 4º trecho - Joaquim de Alencar, 5º trecho - Raimundo Dias do Nascimento e 6º trecho - João Arruda. Assim, em pouco tempo, uma estrada dava passagem folgada aos veículos da companhia, únicos que trafegavam na região.
Na abertura dessa estrada, que tinha quatro metros destocados em um picadão de oito metros, foram aproveitados e melhorados alguns trechos de um caminho, segundo diziam, aberto pelo Pereirinha.
Nesse mesmo ano iniciou-se a venda das terras, com abertura de estradas laterais de penetração, empreitadas a João Arruda e Estanislau Pereira. A C.A.I.C, tinha como chefe de todos os serviços, o engenheiro Hans Klotz, e como auxiliares imediatos Antônio Goulart Marmo e Alípio Camargo da Silveira.
A venda de terras da zona rural foi confiada ao engenheiro Alberto Aldruini, e pouco depois a Mário F. Olivero, que as desenvolveu rapidamente, trazendo compradores de todas as regiões do Estado.

FUNDAÇÃO DO POVOADO
Em 1939, foi empreitada a primeira derrubada das matas para o inicio do Patrimônio de Adamantina, fundado pela CICMA, propriedade da Cia Industrial Citrícola Aparecida, que  era dirigida pelo Dr. Edmundo Navarro de Andrade e Dr. Heitor Freire de Carvalho. A derrubada das matas para o núcleo urbano, foi empreitada a Antônio Schimidt Vilela, tendo Mário F. Olivero construído a primeira hospedaria para receber compradores de terras, no local hoje denominado Vila Olivero.
Nesse mesmo ano, foi iniciada a abertura das estradas laterais de penetração e, sob a direção do engenheiro Alberto Aldwini, também a venda de terras. O plano de colonização da CAIC dividiu a gleba em pequenos lotes, eliminando o latifúndio e formando propriedades com área média de 10 alqueires, todas servidas com água e estradas. O surto cafeeiro e a chegada da ferrovia, com ponto final no município, proporcionaram o rápido crescimento de Adamantina e da área que se estendia até o Rio Paraná, fazendo convergir para a região, passageiros e a produção agrícola.

ORIGEM DO NOME
A escolha do topônimo Adamantina deve-se ao critério adotado pela Companhia Paulista de Estradas de Ferro, de iniciar no local, nova sequência alfabética para suas estações e paradas, tal como se fez de Alba até a Zona da Mata, atual Lucélia. O segundo requisito era a cidade ter o nome feminino, como aconteceu com Marilia. A primeira denominação ADA+AMANTÍSSIMA=ADAMANTINA, transformou-se no atual topônimo, em homenagem a pessoa ligada a um dos diretores da ferrovia. O cognome Cidade Jóia é devido ao rápido desenvolvimento de Adamantina.

A LUTA PELA CRIAÇÃO DO MUNICÍPIO
Como Adamantina era um povoado, e não tinha ainda sido elevado à categoria de distrito, bem como não possuía divisas para delimitar a sua área territorial, teve que queimar essa etapa, necessária para pleitear a sua emancipação, distando oito quilômetros, da sede do município de Lucélia e o final da zona suburbana de Adamantina. Até o inicio de Lucélia, distanciava apenas 3,5 quilômetros. Por outro lado, a luta era desigual Lucélia era poder, e tinha como seu defensor o Dr. Luiz Ferraz de Mesquita, cunhado do Governador da época, Dr. Adhemar Pereira de Barros, casado com Dona Cecília Mendes de Mesquita, irmã da primeira dama do Estado, Dona Leonor Mendes de Barros.
O Dr. Mesquita visitou a região em missão técnica judiciária. Foi o primeiro prefeito eleito de Lucélia e residiu com sua família em uma chácara. A população de Lucélia lutava através de Ongs, lideradas pelo jornalista Nelson de Souza, que procurou convencer a população de Adamantina das desvantagens da criação do município, e argumentava que o povoado seria mais forte pertencendo a Lucélia.
Um projeto urbanístico foi apresentado, criando uma avenida, que denominaram Avenida de Ligação entre as duas zonas suburbanas, e no seu percurso seria construído um matadouro municipal, um aeroporto, uma rodoviária, um colégio, hospital e demais órgãos institucionais para uso de ambas as povoações. Mas, o povo de Adamantina, não aceitou as promessas. Comissões demandavam semanalmente para a capital do Estado, realizando reuniões e jantares com deputados e autoridades.
Finalmente, foi realizado o grande plebiscito para que o povo do povoado opinasse se  desejava a emancipação ou continuar a pertencer a Lucélia. Foi uma verdadeira eleição com o comparecimento maciço de todos os habitantes com direito a voto. Adamantina lutou e venceu, sendo seus baluartes na conquista, os Deputados Antônio Sílvio da Cunha Bueno, Presidente da Comissão de Estatística da Assembleia Legislativa Estadual e Líder do Partido Social Democrático e do Deputado Antônio Carlos de Salles Filho, Líder do Partido Republicano.

CRIAÇÃO DO DISTRITO E EMANCIPAÇÃO DO MUNICÍPIO
Em 24 de Dezembro de 1948, através do Decreto Lei Estadual nº 233, foi criado com sede no povoado do mesmo nome, simultaneamente, o Distrito e o Município de Adamantina, desmembrando-se do município de Lucélia. O novo município foi formado pelos distritos de Adamantina e Mariápolis. Sua instalação ocorreu solenemente em 02 de Abril de 1949. Quem sancionou a lei de criação do município de Adamantina foi o então Governador Adhemar Pereira de Barros.
INSTALAÇÃO DO CARTÓRIO DE REGISTRO CIVIL
Em 02 de Abril de 1949, logo após a elevação do povoado a categoria de Distrito e Município, foi instalado o Cartório de Registro Civil e Tabelionato. Como primeiro serventuário foi nomeado o senhor Jacinto Pinto Xavier Ferreira, e tabelião o senhor Jurandir de Faria. Com isso, o novo município foi beneficiado, pois os moradores não necessitavam mais ir até Lucélia para resgistrar os nascimentos, óbitos, casamentos, lavrar escrituras etc. O primeiro Juiz de Paz foi o senhor João Lissoni Neto.

A CHEGADA DA ESTRADA DE FERRO
A Companhia Paulista de Estrada de Ferro, empresa de natureza privada, que tinha seu tronco de Jundiaí/Bebedouro/Colômbia e ramal de Itirapina/Bauru/Piratininga, planejou a continuação do ramal na região não explorada, denominando as estações ferroviárias em ordem alfabéticas, iniciando-se em Alba, depois Brasilia, Cabralia, Duartina chegando até Vila Califórnia (hoje Osvaldo Cruz), Zona da Mata (atual Lucélia), e depois se iniciou uma nova sequência alfabética, iniciando-se em Adamantina até Panorama, que passou a denominar-se Nova Alta Paulista. A intenção da ferrovia era atravessar a divisa do Estado e penetrar no Estado do Mato Grosso do Sul.
A Companhia Paulista - C.P., com o propósito de estender suas linhas, tinha como subsidiária a C.A.I.C. - Companhia de Agricultura, Imigração e Colonização, que veio na vanguarda, vendendo as glebas de terras destinadas a lavouras, setor de imigração, bem como trazia mão de obra e colonizava a zona rural.
Depois veio a C.P.T. - Companhia Paulista de Transporte, também subsidiária da ferrovia, que pela via rodoviária, transportava os produtos agricolas, já produzidos na região posteriormente, seguida pela C.I.C.M.A. - Companhia de Imigração, Colonização, Mineração e Agricultura (antes denominada Cia Industrial Citrícola Aparecida), de propriedade dos diretores da ferrovia, loteou uma área destinada à cidade de Adamantina e vendeu os lotes com as benfeitorias.
Depois desses processos é que veio a ferrovia, já com cargas e passageiros para transportar. Com o conhecimento do trajeto do prolongamento da ferrovia, proliferaram-se os loteamentos nas regiões próximas às futuras estações ferroviárias, iniciando-se a luta para o desenvolvimento e a sua elevação a distrito e município.
Na região houve muitas disputas por terras, como o contestado de Junqueirópolis e  Irapuru. Consta que no Salto Carlos Botelho (Lucélia) e no distrito de Indaiá do Aguapeí (Florida Paulista) existiam aldeias indígenas.

A LUTA PELA FIXAÇÃO DO PONTO FINAL DA FERROVIA
O ponto final da ferrovia numa cidade era muito importante, trazia progresso e desenvolvimento, como acontecera com outras localidades. Adamantina lutava junto à diretoria da ferrovia para o prosseguimento da estrada de ferro, indo de encontro aos interesses da diretoria que era proprietária de loteamentos rural e urbano em Adamantina.
O núcleo urbano que se tornasse ponta de linha oferecia, quase sempre, maiores possibilidades de crescimento socioeconômico em relação aos demais, posto que, ficava sendo o centro polarizador da circulação de riquezas da região.
O prefeito da cidade de Lucélia, Luiz Ferraz de Mesquita, tentou impedir que Adamantina se tornasse um patrimônio ponta de linha, para que seus planos de elevar Lucélia à hegemonia regional não se frustrassem. Sabendo que a estrada de ferro passaria por Lucélia e chegaria a Adamantina, o município de Lucélia, que conhecia previamente o trajeto da ferrovia, através de um dos seus moradores, fez a construção de uma casa no trajeto entre Lucélia e Adamantina, impedindo o prosseguimento da ferrovia. Este fato acarretou uma luta difícil e batalha judicial entre as cidades, para que se conseguisse a desobstrução.

INAUGURAÇÃO DA ESTAÇÃO FERROVIÁRIA

A Companhia Paulista de Estradas de Ferro foi a responsável pela existência da cidade de Adamantina. Foi inaugurada em 20 de abril de 1950, com bitola estreita. A bitola larga foi inaugurada em 09 de dezembro de 1958.
A inauguração teve o seguinte incidente: a diretoria da Paulista comunicou o prefeito, que a bitola larga seria inaugurada no dia seguinte em Lucélia, às 12 horas, porque o terceiro trilho não tinha ainda chegado a Adamantina. Foi um Deus nos acuda, pois Adamantina não poderia receber tamanha humilhação, em virtude do passado histórico.
Prefeito e empreiteira , deram as mãos e a zero hora do dia 10, foram retiradas todas as composições da bitola estreita no trecho e colocados os trilhos para bitola larga e remarcada a inauguração para Adamantina.
Assim, às 12 hora do dia 10 de dezembro de 1958, chegava o trem especial com bitola larga em Adamantina, trazendo a diretoria da Cia. Paulista, que era composta dos diretores: Clóvis Soares de Camargo, João Sampaio e Humberto Soares de Camargo e dos engenheiros: Hernani Rezende de Andrade, Pelágio Rodrigues, Gastão Rocha Leão, Romualdo de Oliveira e Charles Murdock.
As 21 horas chegava a  Adamantina o primeiro trem de luxo em bitola larga.
Além da estação, a ferrovia possuía 36 casas para funcionários, depósito de locomotivas, oficina mecânica, viradouro de locomotivas e um grande armazém para cargas.
O primeiro chefe da estação foi o senhor Jesuino de Morais.
No governo Carvalho Pinto, as ações da Paulista foram desapropriadas pelo Estado e criada a FEPASA, unindo todas as ferrovias estaduais.
A ferrovia encontra-se hoje praticamente inativa, e em 16 de maio de 2.000, a estação ferroviária de Adamantina foi destruída por um incêndio, uma grande perda para o patrimônio histórico da cidade.

A LUTA PELA CRIAÇÃO DA COMARCA
Lucélia era menor do que Adamantina, (comarca de 1944) e não queria ver a sua área diminuída. Iniciou-se então uma nova luta, alegando que não existia motivos para a criação de outra comarca a tão pouca distância.
Adamantina contava com um padrinho forte, o Secretário da Justiça Dr. Antônio Carlos de Salles Filho, que foi um dos seus defensores na criação do município. Comissões retornavam, novamente a São Paulo, publicação de uma página inteira nos jornais da capital, alertando e demonstrando aos Desembargadores a necessidade da criação da comarca. Adamantina venceu mais uma vez. A população do povoado tornou-se uma só familia. O interesse próprio e familiar a unia. Os moradores não tinham suas economias estabilizadas, necessitavam para tal do progresso de Adamantina. Naquela época era muito mais fácil levantar e conscientizar a população.

CRIAÇÃO DA COMARCA

Em 30 de Dezembro de 1953, através do Decreto Lei Estadual nº 2456, o município de Adamantina é elevado a categoria de Comarca. Sua instalação ocorreu em 02 de Abril de 1955. Dê 2ª entrância, estende sua jurisdição aos municípios de Flórida Paulista e Mariápolis. O primeiro Juiz de Direito da nova comarca foi o Dr. Antônio Garrigós Vinhaes, e o primeiro Promotor Público o Dr. Francisco Bueno Torres.

A IMIGRAÇÃO JAPONESA EM ADAMANTINA
A colônia japonesa, foi das mais numerosas. Bem organizada e a primeira a ser fundada no povoado. Seu líder, dirigente e orientador de seus patrícios foi o senhor Ihity Endo, corretor de vendas das terras da CAIC.
A colônia não tinha personalidade jurídica e por isso em 19 de abril de 1956, foi fundada a Associação Cultural, Recreativa e Esportiva de Adamantina - ACREA e constituída a sua primeira diretoria - Presidente: Koke Kawano, Vice-Presidente Luiz Endo, 1º Secretário Tosyo Nyiama, 2º Secretário Murasaki Shigueyuki, 1º Tesoureiro Kioto Kai, 2º Tesoureiro  Paulo Nagata - Diretores Esportivos:  Toshiuki Uramoto e Kunio Ihi - Conselho Fiscal: Magoiti Kuroba, Paulino Yoshio, Hirofumi Enjiu, Goro Kitamura e Hatiro Nishimuta e Conselho Deliberativo com 18 membros e a partir dessa  data, com o registro no Cartório de Registro Civil das pessoas jurídicas, passou a ter  personalidade.
Representava oito por cento da sua população, incluindo os nipo-brasileiros, que exerciam papel de destaque em todas as atividades do município, alargando enormemente o seu campo de ação, que no inicio, quando vieram para São Paulo, se limitava ao arrendamento de terras para o plantio de algodão e criação do bicho da sêda. 
Os japoneses aclimatados e decididos a fazer do Brasil , a sua segunda Pátria, passaram a adquirir os próprios terrenos, dedicando-se ao plantio de todos os produtos agrícolas, em especial o café, dos quais a Colônia Japonesa possuía em Adamantina, na época, um milhão e quinhentos mil pés.
Em abril de 1952, dado a grande quantidade de imigrantes japoneses residentes no município e do seu desenvolvimento comercial agricola e financeiro, a colônia nipônica recebeu festivamente a visita do senhor Shiro Ishiguro, Cônsul do Japão em São Paulo, acompanhado de diversos representantes da colônia de São Paulo e Marilia, pois os súditos do Japão encontravam-se sem representação desde 1942. O Cônsul visitou todas as casas de ensino do município, inclusive o Colégio Pensão de nisseis.
Em 05 de outubro de 1952, a colônia teve a sua maior festa, com a visita de Sua Alteza o Principe Kouchio Outani e sua esposa Princesa Satoro Outani, em viagem de agradecimento ao Governo brasileiro, pela forma  com que foram tratados os filhos do Sol Nascente, durante a Segunda Guerra Mundial. Os reais visitantes foram hóspedes do senhor Ihry Endo.
O Prefeito Municipal providenciou a vinda de seis guardas de honras da Guarda Civil de São Paulo, que ficaram a disposição dos principes. Ao se despedirem foi marcado o local, onde foi levantado o Templo Budista de Adamantina, escolhido por suas Altezas, que, democraticamente, filmaram o ato. Na sede da Sociedade Japonesa, sua Alteza a Princesa Satoko, genuína representante do Império Nipônico, cunhada de Sua Majestade o Imperador Hiroito, fez uma conferência para as mulheres japonesas.
Fonte:
Texto (resumo) Extraído da Obra - JUBILEU DE OURO DE ADAMANTINA.
Autor: Cândido Jorge de Lima.
Realização:
- Secretaria Municipal de Cultura e Turismo.
- Claudia Cristina Grespi Corradi - Secretária Municipal de Cultura e Turismo.
Apoio:
- Prefeitura Municipal de Adamantina.
Gentílico: Adamantinense

GALERIA DE PREFEITOS

ANTÔNIO GOULART MARMO02/04/1949 à 02/04/1953
EUCLIDES ROMANINI05/04/1953 à 02/04/1957
MIGUEL ABDO20/05/1956 à 26/06/1956
CÔNEGO JOÃO BATISTA DE AQUINO02/04/1957 à 02/04/1961
ISSA LIMA NETO23/09/1960 à 31/12/1960
ANTÔNIO CESCON05/04/1961 à 02/04/1965
GUMERCINDO ROMANINI05/04/1965 à 02/04/1969
ÉLIO MICHELONI05/04/1969 à 02/01/1973
EUCLIDES ROMANINI31/01/1973 à 10/01/1977
FERNANDO CHAGAS FRAGA08/02/1975 à 14/05/1976
GILDOMAR PAX PEDROSO01/02/1977 à 14/05/1982
BENEDITO OTÁVIO GUISELINI14/05/1982 à 01/02/1983
SÉRGIO GABRIEL SEIXAS01/02/1983 à 31/12/1988
ÉLIO MICHELONI01/01/1989 à 11/09/1990
LUIS HILSON LUCIANETI11/09/1990 à 31/12/1992
IVO FRANCISCO DOS SANTOS JÚNIOR01/01/1993 à 31/12/1996
JOSÉ LAÉRCIO ROSSI01/01/1997 à 31/12/2000
JOSÉ LAÉRCIO ROSSI01/01/2001 à 31/12/2004
JOSÉ FRANCISCO FIGUEREDO MICHELONI01/01/2005 à 31/12/2008
JOSÉ FRANCISCO FIGUEREDO MICHELONI01/01/2009 à 31/12/2012
IVO FRANCISCO DOS SANTOS JÚNIOR01/01/2013 à 17/11/2015
JOSÉ EDUARDO BARBOSA PACHECO18/11/2015 à 03/12/2015
IVO FRANCISCO DOS SANTOS JÚNIOR04/12/2015 à 23/02/2016
JOSÉ EDUARDO BARBOSA PACHECO24/02/2016 à 31/12/2016
MÁRCIO CARDIM01/01/2017 à 31/12/2020

OBS:
O senhor ANTÔNIO GOULART MARMO foi o primeiro Prefeito de Adamantina.