CÂNDIDO MOTA

CÂNDIDO MOTA



CÂNDIDO MOTA



CÂNDIDO MOTA



CÂNDIDO MOTA



CÂNDIDO MOTA

CÂNDIDO MOTA




Memorial

CÂNDIDO MOTA
CÂNDIDO MOTA

PREFEITURA MUNICIPAL DE CÂNDIDO MOTA

Rua Henrique Vasques, 180 - Centro
CEP: 19880-000
FONE: (18) 3341-9350
 

HISTÓRICO


A ORIGEM
Atendendo aos imperativos da lavoura, a ocupação e exploração do solo paulista, na segunda metade do século XIX, avançava gradativamente para os últimos redutos da floresta paulista. A notícia da existência de uma terra vermelha e de muita fertilidade, animava muitos a entrarem sertão adentro. Assim a vegetação original do Estado ia caindo com o avanço da população, em busca de novos campos para a agricultura e pecuária.
 No lugar da floresta tropical, formada pela densa concentração de árvores de muitas espécies e de grande porte, surgiam as lavouras, as pastagens, fazendo-a reduzir-se progressivamente.
As terras que hoje constituem o município de Cândido Mota, faziam parte desta área ainda virgem de homens civilizados. Estas terras, em1890, pertenciam por doação do governo à Companhia Colonizadora Paulista, que era formada de indivíduos aventureiros e acostumados às lidas do sertão.
A referida Companhia fora incumbida, em 1887, de fazer um reconhecimento detalhado da região, para o governo do Estado. Incluía-se no levantamento os dados: rios, tipo de terra, grau de fertilidade, existência ou não de minerais e índios ferozes.
Em 1890, a Companhia ainda não se aparelhava para a empreita, deixando a região abandonada ainda por três anos. Foi então que o governo, em maio de 1890, retomou as terras, formou uma caravana de homens fortes, decididos e trabalhadores (não menos aventureiros), para o empreendimento, de reconhecer, ocupar e colonizar uma vasta área do sul do Estado.
É com a formação desta caravana, que se inicia a história do município de Cândido Mota, partindo de São Paulo, com objetos, ferramentas e os comestíveis necessários e, seguem pela Estrada de Ferro Sorocabana até Botucatu, onde fazem os últimos preparativos para a abertura da picada e início da marcha que os levará até as margens do rio do Peixe.
Em 1892, descendo por um ribeirão, o qual denominaram de Macuco, alcançaram o “Panema”. É ali, na foz do Macuco que fazem a primeira e pequena roçada. Constroem ali, dois ranchos de pau a pique, cobertos de folhas de coqueiro.
No mesmo ano, Coronel Valencio Carneiro de Castro, e chefe da expedição, homem a quem o governo dera a autorização e depositou sua confiança para a exploração, faz uma viagem de retorno pela picada aberta, passa pelo rio do Peixe, Botucatu e ruma para São Paulo, de trem. Seus homens necessitavam de ferramentas, armas, sal e remédios. Coronel Valencio, era um homem de grande participação política, ex republicano e deputado da Junta Comercial de São Paulo, da qual chega a ser o Presidente.
Ao chegar com a notícia de que as terras do sertão eram das melhores, fez com que muitas famílias começassem a penetrar o sertão. Coronel Valencio, recebe então do governo, mansa e pacificamente, o título de posse das terras “conquistadas”
Quando ainda em São Paulo, em 1893, o Coronel Valencio, recebe a notícia de um ataque indígena ao acampamento. Era o início de uma retração da colonização. A notícia do ataque se espalhou, juntamente com a promessa da terra rica.
De 1893 a 1900, poucos foram os que se aventuraram picada adentro. Apenas algumas famílias pela impetuosidade de seus chefes.
Só em 1907, que o Coronel Valencio voltou, com novas forças, trazendo capangas, famílias, víveres, sementes e armas. É na água do Paraiso (nome que conserva até hoje) que o Coronel levanta sua sede. Em 1908, ergue também uma sub-sede em “Santa Gabriela” (hoje Aguinha e Italianada). Imbuído do título do título de posse, abre fogo contra pequenos posseiros, que lutam para conservar suas terras. A chegada do Coronel desencadeia até 1910, uma série de atritos e mortes. De 1910 a 1912, a região não sofreu qualquer modificação de importância, a não ser a chegada de um pequeno número de famílias que aqui compraram terras, sendo que a maioria se fixou na zona rural.

FUNDAÇÃO DO POVOADO
Por volta de 1913, para a colonização da área era necessária mais mão de obra. Obedecendo tal imperativo, Coronel Valencio, juntamente com um engenheiro vindo de São Paulo, escolhe uma área de maior segurança, de boa topografia, com bons cursos d’agua, onde já havia, desde 1907, alguns ranchos, para formar um núcleo urbano.
No mesmo ano de 1913, confirmada a sua anterior escolha, doa ele uma área para a construção de uma Igreja e será ao redor dela que a cidade vai crescer. Ainda em 1913, o pequeno povoado agita-se devido a notícia de que o “picadão” iria; varar no local. O “picadão” estava perto. Era a Estrada de Ferro Sorocabana, que vinha rasgando o mato assentando os trilhos. Em 1873, parara em Sorocaba; 1889 em Botucatu; 1909 em Ourinhos e Salto Grande; 1931 Palmital, avançando para o pequeno povoado.
Em fins de 1913, o “picadão” chega à clareira aberta pelo Coronel Valencio, com grande fluxo de trabalhadores.

A CHEGADA DA ESTRADA DE FERRO
Em 1914, no dia 27 de outubro é inaugurada a primeira pequena estação, feita de tábuas, e coberta de zinco; chega assim a primeira “Maria Fumaça”, trazendo junto gente e trilhos para assentar mais adiante. O primeiro chefe de Estação de Cândido Mota foi o senhor Antônio José de Lima.
 Daí em diante surge o “Posto Jacu”, ou a “Parada do Jacu”, a estaçãozinha onde o trem parava. O nome foi tirado do Ribeirão Jacu, onde a Maria Fumaça se abastecia d’água por meio de uma bomba de sucção que a Estrada instalou e mais tarde recebeu também o apelido de “Chave”, devido a existência de uma chave de desvio de linha, onde o trem fazia as manobras. Os nomes dados à estação passaram a ser usados na denominação do povoado pelo povo e por aqueles que trabalhavam na Estrada de Ferro.
É esta a data de maior importância para o pequeno núcleo, antes ilhado no meio do mato, agora em comunicação com uma rede de cidades e a capital do Estado. A chegada da estrada de ferro veio de uma forma tal, calhar dentro dos anseios do Coronel; com os trilhos chegava o progresso e consequentemente a valorização das terras...

O DESENVOLVIMENTO DO POVOADO
A notícia da terra muito fértil se espalhou por todo o Estado e grande número de pessoas começaram a chegar. Com grande número de colonos e pequenos proprietários que se fixavam na zona rural, os índios abandonavam a região, deslocando-se pelas margens do Paranapanema e fazendo a travessia para o Estado do Paraná.
De 1914 a 1920, a população cresceu verticalmente, sendo que sua grande maioria se fixou na zona rural, gente de toda origem, credo, nacionalidade, aqui compravam ou arrendavam terras para o plantio. Sempre beirando os ribeirões, os roçados surgiram no lugar das grandes árvores e com eles, o milho, arroz, trigo, cana de açúcar e os primeiros pés de café. Aos poucos as primeiras cabeças de gado, que eram criados soltos, e que foram trazidos de Campos Novos Paulista e de Botucatu em 1914, consequentemente algumas pastagens começaram a surgir. Moinhos de fubá, monjolos e engenhocas puxadas a bois ou burros, que moíam a cana de açúcar.
O primeiro produto do município a ser comercializado em larga escala foi a madeira de lei. A atividade agrária extrativa madeireira constituiu a principal fonte de riquezas para muitos nesta primeira fase. É nessa atividade de compra e venda de madeira que surgem os primeiros empresários candidomotenses, indivíduos, que com um pequeno capital, começaram a comprar dos vizinhos as terras, muitas ainda em pé, para depois comercializa-las.
O Coronel frequentemente vinha de São Paulo, com sua esposa e seus filhos, de modo especial o senhor Luiz carneiro, para visitar o povoado e fiscalizar os trabalhos em sua fazenda. Quando isto acontecia, era uma festa em Cândido Mota; havia bailes até alta madrugada, comida e bebida a vontade por conta da família Carneiro. Sua chegada aqui, era sempre um acontecimento.

ORIGEM DO NOME
De 1914 a 1920, o povoado ficou sendo conhecido pelos nome de:
- 1º Nome: Posto Jacu ou Parada Jacu.
- 2º Nome: “Chave”.
Em 22 de abril de 1920, consegue o povoado passar a categoria de Vila.
- 3º Nome: Vila de Cândido Mota.
- 4º Nome: Cândido Mota – com a elevação da Vila à categoria de Distrito.
O antigo distrito de Jacu, que se emancipava do município de Assis, foi o que valeu ao político Cândido Mota (1897-1977), ex Secretário de Agricultura da Província de São Paulo, ter seu nome como alternativa ao então distrito foi, sem dúvida, a sua atividade como incentivador da cultura do café. Mas não parece ter sido de pouca monta a profunda amizade que o ligou ao Coronel Valencio Carneiro de Castro, representante da Junta Comercial de São Paulo, que teve a incumbência de proceder à divisão de terras pertencentes à Companhia Colonizadora Paulista, e que, praticamente, impôs o nome de seu amigo ao distrito de Jacu, que iria se emancipar em 1923.

CRIAÇÃO DO DISTRITO
Em 24 de dezembro de 1921, através do Decreto Lei Estadual nº 1831, a Vila é elevada à categoria de Distrito, por ato do então Governador Washington Luiz Pereira de Souza, com a denominação de Cândido Mota, pertencente ao município de Assis. O primeiro Juiz de Paz do novo distrito, foi o senhor Antônio de Oliveira Machado.
O primeiro casamento realizado neste cartório foi no dia 24 de junho de 1922, entre o senhor Affonso Ziberdi e Carminda Pipolo, sendo o escrivão João Pessoa da Costa e Silva.

CRIAÇÃO E EMANCIPAÇÃO DO MUNICIPIO
Em 28 de dezembro de 1923, através do Decreto Lei Estadual nº 1956, o Distrito é elevado à categoria de Município, com a denominação de Cândido Mota, e desmembrado do município de Assis. Sua instalação ocorreu solenemente no dia 14 de março de 1924.
- Em 20 de dezembro de 1927, através do Decreto Lei Estadual nº 2230, cria o Distrito de SUSSUÍ, e incorpora ao município de Cândido Mota.
- Em 31 de dezembro de 1953, através do Decreto Lei Estadual nº 2456, cria e incorpora ao município de Cândido Mota o Distrito de Frutal do Campo.
Dentre os distritos do município é o mais desenvolvido, que dista da sede 18 km, e possui uma excelente localização, dada a facilidade de acesso, pois é servido por rodovias asfaltadas, inclusive para os municípios de Assis e Florínea.

A INCORPORAÇÃO DE NOVOS DISTRITOS
- Distrito de Santo Antônio do Paranapanema: foi criado e incorporado ao município de Cândido Mota em 23 de dezembro de 1981. Dista da sede do município, 22 km,, e com facilidade de acesso, pois é servido por estrada asfaltada (CDM-164), possuindo excelente localização, pois situa-se próximo ao Porto Almeida, às margens do Rio Paranapanema, existindo no local uma balsa, que interliga com o Estado do Paraná.
- Distrito de Nova Alexandria: Foi criado e incorporado ao município de Cândido Mota em 23 de dezembro de 1981. Dista da sede do município 13 km, e com facilidade de acesso, pois é servida por estrada asfaltada, a Rodovia Francisco Gabriel da Mota, possuindo excelente localização, situa-se as margens da Rodovia Raposo Tavares.

FRUTAL DO CAMPO – UNS TEMPOS ATRÁS...
Com a instalação de um pequeno povoado formado por algumas famílias na primeira parte do século passado, por volta da década de 1930, várias fazendas foram se formando e vários lugarejos e colônias rurais sendo construídos, fazendo com que rua fossem abertas e novas casas construídas.
Com a instalação das primeiras mercearias, casas comerciais e cooperativas, os moradores ao redor começaram a vir com mais frequências ao povoado, instigando os grandes fazendeiros e proprietário de terras da época a começaram a construir suas grandes casas no local. Anos mais tarde já era vila com um número de moradores cada vez mais crescente.
O nome Frutal do Campo vem devido aos vastos pomares com diversidades frutíferas ao redor dos campos de plantação visto por seus primeiros desbravadores.

IGREJA SÃO SEBASTIÃO
Fundada no ano em que o Frutal do Campo foi elevado a distrito, 24 de junho de 1953, foi inaugurada pelos festeiros Antônio Fascina, Antônio Verusse, Antônio Fontana, Dilvo Maia e pelas festeiras Zenaide Fontana, Palmira Fontana, Maria Ivanil Fascina, Aparecida Zorzo e Rute Longo. A primeira missa foi celebrada pelo Padre Gazola. A Igreja pertence a paróquia Nossa Senhora das Dores de Cândido Mota,

CRIAÇÃO E INSTALAÇÃO DA COMARCA
Em 31 de dezembro de 1963, através do Decreto Lei Estadual nº 8050 é criada a Comarca de Cândido Mota.
Em 26 de outubro de 1968, foi instalada a Comarca de Cândido Mota, sendo essa a data da emancipação judiciária de Cândido Mota, do município e Comarca de Assis.
Em 1968, para que a Comemoração do Município e a da instalação da Comarca coincidisse na mesma data, as autoridades municipais aprovaram a 14 de março de 1969, uma lei que fixou 26 de outubro de cada ano a data do Município para fins comemorativo.
O primeiro Juiz que passou por essa comarca foi o Dr. Pedro de Castro Junior (de 26/10/1968 a 19/02/1970).

O DESENVOLVIMENTO ECÔNOMICO DO MUNICÍPIO
Em 1925, surgiu com grande força a cultura do trigo do trigo, que foi extinguida em 1927 após desastrosas safras. Em 1930, quando o café tomava conta de quase toda área, a cana de açúcar, a mamona e o cultivo do bicho da seda surgem e passam a figurar na Economia Agrária do Município, mas os dois últimos logo foram dando lugar ao trigo, à soja e à mandioca, que, juntamente com a cana e o café, constituem a atividade econômica do município. Em meados de 1930, começavam a surgir os primeiros pequenos e médios armazéns de secos e molhados, bares, açougues e indústrias de beneficiamento.
De 1923 a 1950, uma das preocupações fundamentais de todos os prefeitos deste período foi abrir estradas, retalhando o município. Em 1948-1949 construíram-se 300 quilômetros de estradas carroçáveis, dentro do município e que ligava aos municípios limítrofes. E em 1951 já havia três linhas de ônibus ligando Cândido Mota ao estado do Paraná, Florínea e Assis, sendo que em 1966 foram criadas mais quatro linhas internas para o Frutal do Campo, Porto Galvão e Taquaraçu. De lá para cá foram construídas mais estradas, sendo várias delas asfaltadas, sendo importante para o escoamento dos produtos e a safra do município e para ligação com outros centros urbanos.
As terras do município são constituídas de elementos ricos, resultantes da desagregação das rochas de origem vulcânica. A terra roxa ou avermelhada, como é chamada, possui muito húmus; sais minerais, como cálcio, fósforo, potássio; sendo alcalino, diferindo muito dos outros solos paulistas. Cândido Mota, pela sua topografia, seus excelentes cursos d’água, solo subérrimo e a operosidade de sua população, constitui-se um dos municípios agrícolas mais ricos do estado de São Paulo.
Atualmente, a economia do município é baseada na agricultura, com a predominância das culturas de soja, trigo, cana-de-açucar e milho. No campo industrial, destacam-se as fábricas de farinha e fécula de mandioca, de bebidas, de móveis e outros, alguns deles estão no único distrito industrial e outros espalhados por outras localidades da sede de Cândido Mota.
No comércio, comercialização de produtos agropecuários, cereais e gêneros alimentícios, além de comércio de roupas, calçados e bicicletarias. Na prestação de serviços, destacam-se os escritórios de contabilidade e serviços de manutenção de máquinas e equipamentos e muitas oficinas mecânicas e elétricas. Por ser de topografia plana, a cidade permite aos habitantes fazerem uso de bicicletas para se locomoverem dos bairros ao centro sem qualquer dificuldade. Pode se afirmar que em todas as casas tem bicicleta.
Fonte:
- Texto parcialmente extraído da Obra: HISTÓRICO DE CÂNDIDO MOTA
Autor: Walter Marroni.
- Texto parcialmente extraído da Revista Comemorativa: Cândido Mota – Um Município que Vai Pra Frente.
Autoria: Jornal Voz de Cândido Mota – Edição Especial – Janeiro de 1977.
Fotos Históricas:
- Acervo Público da Biblioteca Municipal
Realização:
Secretaria Municipal de Educação e Cultura.
- Secretária de Educação – Elaine Cristina Conde Fontana.
- Diretor do Departamento de Cultura – Alexandro Pereira Dias.
Colaboração:
- Carlos Landgraf Neto – Bibliotecário.
- Márcia Rocha – Auxiliar de Biblioteca.
- Maria Rita Moreira de Oliveira – Auxiliar de Biblioteca.
Apoio:
Prefeitura Municipal de Cândido Mota.
Gentílico: Cândido-motense.

PREFEITOS DEMOCRATICAMENTE ELEITOS

ANTÔNIO DA SILVA VIEIRA 14/03/1924 A 09/10/1924
MANUEL FERNANDES BARREIRA 09/10/1924 A 01/01/1925
ANTÔNIO DA SILVA VIEIRA 01/01/1925 A 15/01/1926
MANUEL FERNANDES BARREIRA 15/01/1926 A 27/10/1930


PREFEITOS NOMEADOS

JUNTA GOVERNATIVA - ACLAMADA 27/10/1930 A 09/05/1931
FORTUNATO PETRINI 09/05/1931 A 04/02/1933
JOSÉ DOS SANTOS ALMEIDA 04/02/1933 A 06/02/1933
ANTÔNIO PEREIRA 06/02/1933 A 28/09/1933
JOÃO BATISTA SAMPAIO 28/09/1933 A 28/11/1933
DURVAL DA SILVEIRA CORREIA 28/11/1933 A 24/09/1934
FORTUNATO PETRINI 24/09/1934 A 28/09/1935
IBIAPABA TRENCH 28/09/1935 A 12/03/1936
JOÃO BATISTA SAMPAIO 12/03/1936 A 04/08/1936
ALCINO MENDES 04/08/1936 A 05/02/1937
JOÃO BATISTA SAMPAIO 05/02/1937 A 31/05/1937
JOÃO JACINTO DO AMARAL 31/05/1937 A 29/06/1937
MANUEL FERNANDES BARREIRA 29/06/1937 A 22/07/1945
JOSÉ PIRES 23/07/1945 A 23/11/1945
JOSÉ CLAUDINO DE OLIVEIRA DIAS 23/11/1945 A 07/12/1945
JOSÉ PIRES 07/12/1945 A 28/03/1947
JOÃO BATISTA SAMPAIO 28/03/1947 A 13/04/1947
JERÔNIMO FLAUSINO SIQUEIRA 13/04/1947 A 01/01/1948


PREFEITOS DEMOCRATICAMENTE ELEITOS

BENEDITO PIRES 01/01/1948 A 01/01/1952
ANTÔNIO PÍPOLO 01/01/1952 A 02/01/1956
BENEDITO PIRES 03/01/1956 A 01/01/1960
JOSÉ BOLFARINI 02/01/1960 A 31/01/1967
ANTÔNIO PÍPOLO 01/02/1968 A 31/01/1969
LOURIVAL JOSÉ DE ALMEIDA 01/02/1969 A 31/01/1973
APARECIDO ORLANDO MAIA 01/02/1973 A 31/01/1977
LOURIVAL JOSÉ DE ALMEIDA 01/02/1977 A 12/05/1978
OSCAR TRENCH 13/05/1978 A 31/01/1983
APARECIDO ROBERTO CIDINHO DE LIMA 01/02/1983 A 31/12/1988
CARLOS ALVES TERRA 01/01/1989 A 31/12/1992
APARECIDO ROBERTO CIDINHO DE LIMA 01/01/1993 Á 31/12/1996
JOSÉ ÂNGELO FRANCISCATTO 01/01/1997 Á 31/12/2000
APARECIDO ROBERTO CIDINHO DE LIMA 01/01/2001 Á 31/12/2004
CARLOS ROBERTO BUENO 01/01/2005 A 31/12/2008
CARLOS ROBERTO BUENO 01/01/2009 A 31/12/2012
DR. ZACCHARIAS LABUR 01/01/2013 A 31/12/2016
CARLOS ROBERTO BUENO 01/01/2017 A 31/12/2020
ERALDO JOSÉ PEREIRA 01/01/2021 A 31/12/2024

OBS.: O SENHOR ANTÔNIO DA SIVA FOI O PRIMEIRO PREFEITO DE CÂNDIDO MOTA.



Faço parte dessa história
Empresas que fazem parte da história desta cidade.
Utilizamos seus dados para analisar e personalizar nossos conteúdos e anúncios durante a sua navegação em nosso site. Ao navegar pelo site, você autoriza o nosso site a coletar tais informações e utilizá-las para estas finalidades. Em caso de dúvidas , acesse nossa Política de Privacidade.
Entendi.