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CANITAR - Sete Barras

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Memorial

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Sete Barras

PREFEITURA MUNICIPAL DE CANITAR
Rua Joaquim Bernardo de Mendonça, 1 - Centro
CEP: 18990-000
FONE: (14)3343-9100
Email: imprensa@canitar.sp.go.br


 

HISTÓRICO


A ORIGEM
A Fortuna que veio com a Estrada de Ferro
FORTUNA – o primeiro nome de Canitar, foi formada em função da Estrada de Ferro Sorocabana, cujos primeiros trilhos chegaram na região em 1918.
Proporcionando trabalho, a construção da estrada de ferro e da estação Ferroviária (em 1925) deu origem a formação do núcleo urbano, cujos primeiros moradores foram as famílias de Joaquim Bernardo de Mendonça, Gabriel Ligeiro Gimenez e Manoel Fernandes Cabete.

FUNDAÇÃO DO POVOADO
O povoado de Fortuna, teve seu desenvolvimento iniciado a partir da chegada da Estrada de Ferro Sorocabana, que ali construiu uma estação (a de Fortuna), por causa do café que a fazenda de Joaquim Bernardo de Mendonça produzia. Foi ele quem doou o terreno para a companhia ferroviária e, por extensão, aos que quisessem levantar casas em torno da estação que, então, foi construída.
Fortuna, futura Canitar, formou-se a quatro quilômetros do rio Pardo, a partir de uma capela, erguida em 1939.

A ESTAÇÃO FERROVIÁRIA
Estrada de Ferro Sorocabana – período 1923/1971.
FEPASA – 1971/1998.
- Estação de Canitar – (Antiga Fortuna) 1923/1993.
- Sua inauguração ocorreu em 10 de março de 1923.
- data da construção do prédio atual – 1926.
- Uso atual – Prefeitura e Câmara Municipal.
A Estação Ferroviária de (Fortuna) foi aberta ao tráfego de cargas e passageiros em 1923.
Em 1926, o prédio já sofria a sua primeira ampliação. Aparentemente o prédio é o mesmo de hoje. A estação deu origem ao povoado, com a denominação de FORTUNA.
Em 1955 ela foi rebatizada como CANITAR. Em 2010, o prédio, bastante descaracterizado, mas bem conservado, servia como Prefeitura e Câmara Municipal.

O PIONEIRO - JOAQUIM BERNARDO DE MENDONÇA
À margem da estrada que se construía encontrava-se a fazenda de Joaquim Bernardo de Mendonça (Homem bastante forte, Joaquim Bernardo morreu em 1938, quando tinha nada menos que 115 anos de idade), cuja produção servia para abastecer o acampamento de trabalhadores.
Agricultor, vindo da região de Santa Cruz do Rio Pardo, foi ele assim, o primeiro produtor, o primeiro comerciante, o primeiro industrial e, logicamente, o fundador de Fortuna, já que foi do loteamento de suas terras, que a cidade começou a nascer.
Em 1934, foi iniciada a construção da Capela Nossa Senhora do Perpétuo Socorro e São José, inaugurada em 1941, graças ao grande empenho da senhora Luiza Pinheiro Cabete, sua idealizadora. “Dona Luizinha”, como era conhecida, foi parteira na cidade, e pela suas mãos nasceram inúmeras crianças, muitas das quais são hoje expressivas lideranças de Canitar.

ORIGEM DO NOME
(Do tupi, akanitara – canitar – Sinônimo: acangatara; penacho; enfeite de penas; adorno para a cabeça que os índios usavam nas suas solenidades).
CANITAR
- em sentido estrito, é a grinalda de penas que os índios usam como enfeite e que se conhece, simplesmente, como cocar.
O nome, que data de 1944, se impôs quando o então povoado de Fortuna transformou-se em distrito de Chavantes. Ao que parece, porém, por causa da interpretação algo apressada, de que o topônimo Chavantes (antes Xavantes), município no qual Canitar foi distrito, tivesse sua origem na nação xavante, e não na dos índios otixavantes, extintos moradores da região. O nome CANITAR seria, assim, uma referência aos cocares desses índios.

CRIAÇÃO DO DISTRITO
Em 30 de novembro de 1944, através do Decreto Lei Estadual nº 14334, o povoado de Fortuna, é elevado à categoria de Distrito, com seu nome já alterado para CANITAR, e subordinado ao município de Chavantes.

A LUTA PELA EMANCIPAÇÃO
Com o intuito de proporcionar melhorias para o distrito, um grupo liderado pelos senhores Pedro Macedo e Nicola Gimenez, tentou, na década de 1960, anexar Canitar ao município de Ourinhos. Esse intento, todavia, não frutificou, pois a população queria transformações mais profundas. Queria, na verdade, transformar-se em município e poder decidir o seu próprio destino, pois, como lembra Gilberto Silvério, “estava muito complicado conviver com as carências cada vez maiores, decisões demoradas e, pior, a sensação de ser um lugar secundário.”
No final da década de 1980, com a criação da Associação de Moradores de Canitar, sob a presidência do senhor Aníbal Feliciano, começou a a se cristalizar o ideal de independência, que foi, aumentando até que, em 1989, é formada uma Comissão específica para tratar do processo de emancipação do distrito, tendo como participantes: Luiz Gimenez Filho (presidente), Aníbal Feliciano, Getúlio Gimenez, Angelina Maria Simão, Hermínio Evangelista, Libério Lopes da Fonseca e Eunice Picoli, dentre outros.
Como lembra Getúlio Gimenez “a luta pela emancipação não foi fácil, mas conseguiu sensibilizar o então Prefeito de Chavantes, Wilson Bassiti, que se colocou ao lado do movimento. No dia 19 de maio de 1991, houve o tão esperado Plebiscito (voto do povo por SIM ou NÃO), onde o SIM foi o vencedor. Muitas viagens foram feitas até São Paulo, e com a ajuda dos deputados Edinho Araújo, Campos Machado e Toninho da Pamonha, Canitar teve, enfim, aprovada a sua emancipação”.

CRIAÇÃO E EMANCIPAÇÃO DO MUNICÍPIO
Em 30 de dezembro de 1991, através do Decreto Lei Estadual nº 7644, o Distrito é elevado à categoria de Município, com a denominação de Canitar, desmembrado do município de Chavantes. Sua instalação ocorreu solenemente, em 01 de janeiro de 1993.
Os Primeiros Representantes – eleitos em 1992.
Prefeito Municipal; - Aníbal Feliciano, casado com Ediméia Ronqui Feliciano.
Vice-Prefeito:- José Bernardo de Mendonça Sobrinho.
Câmara Municipal:- Vereadores Gilberto Silvério, Paulo César Feliciano, Getúlio Gimenez, João de Oliveira Júnior, Dirceu Florêncio de Brito, Oswaldo Obata Filho, José Roberto Vendramini, Benedito Antônio da Fonseca, e Marcos Antônio Nicolini.
ESTE TEXTO É DE AUTORIA DO DEPUTADO EDINHO ARAÚJO, AUTOR DA LEI 651/90 DS EMANCIPAÇÕES.

NASCE A VOCAÇÃO ESPORTIVA
Com espírito esportivo nato, o povo canitarense fundou a primeira equipe de futebol, em 1934, o bravo “Fortuna Futebol Cube”, presidido pelo senhor Edgard de Almeida Bueno (dono da primeira farmácia), onde despontaram grandes jogadores como Theodoro e Zé Neguinho.
Resumindo-se, praticamente, em duas ruas mal traçadas, Fortuna foi se desenvolvendo a passos lentos até que, pelo Decreto Lei nº 14.334, de 30/11/1944, se transformou em distrito de Chavantes, tendo sua denominação alterada para Canitar.
Fonte:
- Textos extraídos do Livro – O NOVO MUNICÍPIO NOVO –
Autor: Deputado – Edinho Araújo.
Fotos Históricas:
- Imagens extraídas das páginas do Facebook.
Realização:
Secretaria Municipal de Cultura e Turismo
- Joana D’Arc Dias Ramirez – Secretária -
Apoio:
- Prefeitura Municipal de Canitar.
Gentílico: Canitarense

                                                                                                       GALERIA DE PREFEITOS

ANÍBAL FELICIANO 01/01/1993 Á 31/12/1996
JOSÉ BERNARDO DE MENDONÇA SOBRINHO 01/01/1997 Á 31/12/2000
ANÍBAL FELICIANO 01/01/2001 Á 31/12/2004
ANÍBAL FELICIANO 01/01/2005 A 31/12/2008
ARCEU BATISTA 01/01/2009 A 31/12/2012
ANÍBAL FELICIANO 01/01/2013 A 31/12/2016
ANÍBAL FELICIANO 01/01/2017 A 31/12/2020
JOEL RODRIGUES 01/01/2021 A 31/12/2024

OBS.: O SENHOR ANÍBAL FELICIANO FOI O PRIMEIRO PREFEITO DE CANITAR.





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