CERQUEIRA CESAR

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CERQUEIRA CESAR - Indiana

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Memorial

CERQUEIRA CESAR
CERQUEIRA CESAR
Indiana

PREFEITURA MUNICIPAL DE CERQUEIRA CESAR

Rua Professora Hilda Cunha, 59 - Centro
CEP: 18760.000
FONE: (14) 3714-7200
Email: gabinete@cerqueiracesar.sp.gov.br
 

HISTÓRICO


A ORIGEM
A origem e a história de Cerqueira Cesar, está ligada à construção da Estrada de Ferro Sorocabana. Esta história nos remete ao ano de 1886, quando a estrada Sorocabana se viu impossibilitada de ultrapassar o planalto arenoso que contornava a região Sudoeste do Estado.
Com a chegada de inúmeros trabalhadores que vieram para trabalhar na construção da ferrovia, surge a formação de uma pequena vila denominada “Três Ranchos”
“No século retrasado, o hoje município de Cerqueira Cesar foi uma das raras cidades que não nasceu ao redor de uma capela, mas sim de uma ferrovia. Por um desejo do Imperador do Brasil, Dom Pedro II, o senhor Luiz Matheus Maylaski, fundador da Via Férrea e que já havia construído 120 Km no trecho entre Ypanema, Sorocaba e São Paulo, estendeu os trilhos da Estrada de Ferro Sorocabana para o sudoeste da Província de São Paulo com ajuda financeira do governo imperial.
Os trilhos de ferro vieram cortando matas, serras, rios até vencerem a pitoresca Serra de Botucatu, de lá para Avaré e depois a Cerqueira Cesar, chegando aqui no início de novembro de 1896. Pelo fato de construírem três ranchos, para servirem de alojamento aos ferroviários, o local ficou conhecido inicialmente por Três Ranchos e aqui era o fim da linha em plena Boca do Sertão, com índios, matas e animais selvagens”

FUNDAÇÃO DO POVOADO
Nas terras doadas por José Joaquim Esteves e Porfirio Dias Batista, a Estrada de Ferro Sorocabana construiu, em 1998, uma estação que constituía, naquela época, o ponto terminal de sua rede. O estacionamento dos trilhos da ferrovia por mais de seis anos nessa localidade, favoreceu a fixação de sertanistas e forasteiros, às margens da estrada, concorrendo para a formação do povoado.
O povoado cresceu e se desenvolveu à medida que a estrada de ferro foi sendo estruturada.
Então, nesta época, o comerciante português José Joaquim Esteves, em 9 de março de 1903, foi registrada a primeira escritura pública de compra e venda de um terreno rural encostado na Fazenda Macuco, tendo este senhor como outorgante, resolve construir  a primeira casa de hospedagem, em virtude da grande procura por repouso por parte dos forasteiros e trabalhadores de outros rincões que desembarcavam na região, entregando-a ao comerciante Juvenal Gomes Coimbra, que a administrou, até o ano de 1905, quando se tornou proprietário, juntamente com Porfírio Dias Batista.
Junto ao estabelecimento delineou-se acentuada povoação, justificando a criação de um distrito policial.

A CHEGADA DA ESTRADA DE FERRO
A estação de Cerqueira Cesar começou a ser construída em 1896, como ponta da linha-tronco, que, na época, completava 421 Km. Os relatórios da ferrovia, durante a construção do trecho além de Avaré, citavam o “prolongamento até Três Ranchos”, núcleo da futura cidade, que recebeu desde a inauguração da estação o seu nome definitivo.
No final de 1899, é inaugurada a estação de Cerqueira Cesar, ponto extremo da Sorocabana, que passaria a servir de transporte e embarque de mercadorias que seriam levadas em lombos de animais para outros pequenos centros urbanos que se fixavam na região.
Com a situação precária da Sorocabana, esta estação acabou por ser o ponto final da ferrovia por dez anos.

ORIGEM DO NOME
Primeiro Nome – Três Ranchos - nome dado ao povoado no início de sua fundação, pelo fato de construírem “três ranchos” para servirem de alojamento aos ferroviários do local.
Segundo Nome - Cerqueira César.
 – José Alves Cerqueira Cesar, (1835-1911) era o nome do vice-presidente da então Província de São Paulo, de 1892 a 1896, e que, por ter dado seu apoio para que a estrada de ferro Sorocabana, chegasse até o então distrito de Avaré, recebeu a homenagem, emprestando seu nome ao município. A ferrovia chegou, justamente, em 1917, ano em que o distrito de Cerqueira César se emancipou.

FUNDADORES DO MUNICÍPIO
- José Joaquim Esteves – nasceu em Portugal em 1.846 e mudou-se para o bairro do Macuco, foi casado com Francelina Perpétua Alves, em primeira núpcias e teve quatro filhos, casou-se pela segunda vez com Juliana Garcia de Oliveira e não teve mais filhos. Faleceu no dia 05 de agosto de 1903, aos 57 anos de idade.
- Juvenal Gomes Coimbra – nasceu na cidade de Resende no Estado do Rio de Janeiro, no dia 21 de maio de 1.836, casou-se aos 21 anos com Antônia Maria do Prado, e mudou-se para o Bairro do Macuco, onde exerceu por muito tempo a atividade de comerciante.
Foi Juiz de Paz durante muitos anos, foi o primeiro Coletor Federal de Cerqueira Cesar. Faleceu na cidade de São Paulo, no dia 08 de outubro de 1.934.

QUEM FOI O DR. JOSÉ ALVES DE CERQUEIRA CÉSAR
Cerqueira Cesar nasceu na Fazenda Itapera Grande e Lavras, da Freguesia de Nossa Senhora da Conceição de Guarulhos, município de São Paulo, no dia 23 de maio de 1835. Era filho do senhor Bento Alves de Siqueira Bueno e de Dona Maria Cândida Sagalerne Cerqueira Leme, ambos, de tradicionais famílias. Depois de concluir seus estudos preliminares, ingressou na Faculdade de Direito de São Paulo, destacando-se pelo talento e aproveitamento nos estudos.
Formou-se em 1860, com brilhantismo, e foi advogar em Campinas, onde casou-se com Dona Maria do Carmo Sales. Posteriormente, transferiu-se para Itapetininga, onde trabalhou até 1863, e daí para Rio Claro. Muito estimado, deu início à sua carreira política. Em 1875, envolveu-se na Imprensa como um dos fundadores do Jornal “A Província de São Paulo” juntamente com Júlio Mesquita, Francisco Rangel Pestana, Jorge Tibiriçá, Campos Sales (seu cunhado), Lúcio de Mendonça, e outros expoentes da política das letras.
E 1880, transfere-se para São Paulo, sendo escolhido para a direção do Partido P.R.P. Decorridos 9 anos, com a Proclamação da República, quando Prudente de Morais foi designado   Presidente da República, escolheram-no para a Inspetoria do Tesouro. Quando o Marechal Deodoro da Fonseca dissolveu o Congresso em 1891, logo depois assumiu o Vice-Presidente Marechal Floriano Peixoto. Devido a isso, o Dr. Américo Brasiliense de Almeida Melo, foi substituído por Cerqueira Cesar. Em 1892, ele transmitiu o cargo para o Dr. Bernadino de Campos e voltou a militar no P.R.P. e em 1897, foi eleito para o Senado Estadual, onde permaneceu até 1901, ocasião em que renunciou.
Reestruturada a dissidência republicana, regressou ao Senado, nele permanecendo até o seu falecimento, ocorrido no dia 26 de Julho de 1911, aos 76 anos de idade e deixando seis filhos, (alguns dos quais firmaram matrimônio, alianças com tradicionais famílias paulistanas, tais como a do Dr. Júlio Mesquita, Abreu Sodré e outras).
Seu corpo está sepultado no Cemitério do Bairro Consolação, em São Paulo.

CRIAÇÃO DO DISTRITO
No dia 13 de abril de 1897, foi criado o Distrito Policial. Em 6 de Junho de 1899, o povoado é elevado à categoria de Distrito de Paz, através do Decreto Lei Estadual nº 615, com o nome de Cerqueira Cesar, e pertencente ao município de Avaré. Sua instalação ocorreu no dia 23 de outubro de 1899, sendo designado escrivão Faustino Rodrigues Pinto.
Em 19 de dezembro de 1906, através do Decreto Lei Estadual nº 1038, o Distrito de Paz é elevado a Foros de Vila, sendo designado Subintendente Manuel Veridiano Freire, e também autoridade, o senhor Henrique Pavão.  

CRIAÇÃO E EMANCIPAÇÃO DO MUNICIPIO
Em 10 de outubro de 1917, através do Decreto Lei Estadual nº 1556, o distrito é elevado à categoria de Município, com a denominação de Cerqueira Cesar, desmembrado do município de Avaré. Sua instalação ocorreu solenemente, em 17 de março de 1918.
Conforme preceitos constitucionais então vigentes, foi realizada no dia 2 de março de 1918, a eleição dos vereadores, e no dia 18 de março de 1918 foi realizada a primeira sessão da Câmara Municipal. Foi eleito presidente desta casa o padre José Joaquim Castanheira de Figueiredo.
Nesta ocasião, também foi eleito o primeiro prefeito, senhor Hermenegildo Lopes Martins, juntamente com o seu vice-prefeito José Moreira de Matos.

A CONSTRUÇÃO DA IGREJA
A primeira capela construída foi dedicada à “Sagrada Família, Jesus, Maria e José”, capela esta pertencente à Paróquia Nossa Senhora das Dores de Avaré, até o ano de 1909. No entanto, aos 31 de dezembro do corrente ano, tornou-se capela curada, desmembrando-se da Paróquia de Avaré, tendo como seu primeiro cura o Padre Lindholfo Esteves.
Em 1911, em terreno doado pelos irmãos Miguel e Alexandre Ferreira, foi construída a nova Igreja.
Em 17 de maio de 1925, a capela é elevada à categoria de Paróquia com o nome de Santa Terezinha do Menino Jesus. Desde a criação da Paróquia estiveram à frente da mesma, na função de Pároco quatro sacerdotes, sendo a seguinte ordem: Padre José Julianetti, de 1925 a 1942, Padre Oscar de Pádua Mello de 1943 a 1987, Padre Antônio Fábio Rodrigues Zamberlan, de 1988 a 2001, Padre Edmilson José Zanin.
Em 1929, o padre José Julianetti organizou uma Comissão composta pelo capitão Francisco de Paula Moura Leite, Antônio Augusto Rolim Dias de Arruda, João Rossi, capitão Adolfo Mazza, Francisco de Almeida, major Artur Alves Esteves e Antônio Israel Rosa para serem feitas a reforma e construção da torre da Igreja.
Foram diversos os empreiteiros, entre eles Fernando Lanças, Paulo e Antônio Corsane e Murilo de Castilho. Ela foi pintada pelo artista espanhol Antônio Funes, auxiliado por Braulio Rolim de Moura, José Marcon e várias outras pessoas. Os remates terminaram em 1941.
Nos idos de 1940, registramos as célebres revoadas de andorinhas na torre da igreja Matriz.
Concluída a igreja em louvor à Sagrada Família (padroeira) na Praça São José, foi construído um coreto e instalado um sineiro. O senhor Manoel Drummond, depois, também fez uma capela. O padre Eliziário Paulino Bueno rezou a primeira missa. Criada a paróquia, foram denominados padroeiros a “Sagrada Família” e “Santa Teresa do Menino Jesus”.
Nota: Em 30 de setembro de 2001, fiéis e devotos de Santa Terezinha se emocionaram ao ouvir o Arcebispo Metropolitano de Sant’ana de Botucatu, Dom Aloysio declarar a Paróquia SANTUÁRIO ARQUIDIOCESANO DE SANTA TEREZINHA DO MENINO JESUS.

CRIAÇÃO DA COMARCA
Em 18 de fevereiro de 1959, através do Decreto Lei nº 5285, o município foi elevado à categoria de Comarca. Com a reforma territorial e administrativa do Estado, efetuada em 1964, através do Decreto Lei nº 8092, de 28 de fevereiro de 1964, o município de Santa Bárbara do Rio Pardo foi incorporado, junto com seu distrito de Iaras à Comarca.
Em 13 de novembro de 1964, através do Decreto Lei Estadual nº 9404, foram criados os cargos de Juiz de Direito, Promotor Público e Oficiais de Justiça, na Comarca de Cerqueira Cesar. A Comarca foi solenemente instalada no dia 12 de setembro de 1965, nisso desmembrando-se da jurisdição avareense. Foram nomeados: Dr. Francisco Murilo Pinto, primeiro Juiz de Direito, o primeiro Promotor Público o Dr.  Mauro de Macedo.

CENTRAL HIDRELÉTRICA – JURUMIRIM
Procedente da serra do mar, o rio Paranapanema no seu percurso pelo campo recebe diversos afluentes. Suas águas foram represadas em diversas áreas para produzirem energia. Em uma dessas áreas, divisando este município, com o de Piraju, foi construído a grande e moderna central hidrelétrica “Armando Avellanau Laydner”, também conhecida como JURUMIRIM.
Feitos os estudos e levantamentos preliminares, os trabalhos tiveram início em 1956.
O seu volume total de água atinge 7,2 bilhões de metros cúbicos (duplamente maior que a baía de Guanabara), com um cumprimento de 90 Km, e uma superfície de 405 Km².
A obra dista 23 km da cidade de Cerqueira Cesar. Sua construção foi feita pela empresa Servix Engenharia S/A, sob administração da CESP. Lá trabalharam muitos operários, técnicos nacionais e estrangeiros e também muitos cerqueirenses.
A barragem é do tipo ciclópico, tem 50 metros de altura máxima sobre as fundações, o comprimento de 395m (crista) e 40m de altura. O vertedouro está localizado no lado esquerdo do rio, em continuação ao eixo da barragem.
 Na sua inauguração, ocorrida em 1962, estiveram presentes o Dr. Carlos Alberto de Carvalho Pinto, Governador do Estado, funcionários, grande número de autoridades e convidados.

REGISTROS DO HISTORIADOR – LINHA DO TEMPO
 Em 24 de setembro de 1899, foi efetuado o primeiro registro oficial de nascimento no município, uma menina, Maria, filha de Antônio Oliveira Pedroso e Antônia Mendes da Silva.
- Em 23 de outubro de 1899, elevado à Distrito de Paz, foi instalado o primeiro Cartório de Registro Civil, e tinha como responsável o Escrivão Faustino Rodrigues Pinto. O Juiz de Direito da comarca de Avaré era o Dr. Pacífico Gomes de Oliveira. O Intendente era Antônio Lopes Medeiros.
- Em 22 de novembro de 1899, foi realizado o primeiro casamento civil no município. As 13 h00 realizou-se o matrimônio de Thomas Antônio Pellegrino, de 40 anos, filho de Manoel Antônio Pelegrino e de Maria do Carmo, com Guerolina Maria de Jesus, de 20 anos, filha de Joaquim Anacleto do Nascimento e de Lina Maria de Jesus. Sendo Juiz de Paz, o senhor Henrique Pavão, e as testemunhas: Albino de Souza Pinto e Joaquim Teixeira Guimarães.
- Em 10 de janeiro de 1900, foi registrado o primeiro óbito na cidade. Foi do menino Benedito Pereira de Araújo, de apenas 01 ano de idade.
- Em 17 de outubro de 1901, foi instalada a primeira Agência Postal, sendo designado primeiro Agente o suíço Eduardo Mericoffer, que faleceu no dia 04 de fevereiro de 1920, aos 75 anos de idade.
- Em 09 de março de 1903, foi registrada a primeira escritura pública de compra e venda de um terreno rural encostado na Fazenda Macuco, tendo sido outorgante Joaquim José Esteves.
- Em 19 de dezembro de 1906, o Distrito de Paz foi elevado à categoria de Foro de Vila, e sendo designado Subintendente Manuel Veridiano Freire e Henrique Pavão.
- Em 06 de Junho de1907, criou-se o Distrito Escolar, sendo instalado a sua primeira escola de Instrução Pública (Mista) ficando nomeado Diretor o professor Agenor Fonseca.
- Em 29 de maio de 1913, foi identificado o registro oficial mais próximo de nascimento, que foi realizado no Cartório do município. Tratava-se do menino João, filho de José Camillo de Oliveira e de Maria Francisca. Este assento foi registrado pelo senhor Murillo de Campos, Oficial da época.
- Em 17 de março de 1918, foi instalada a Câmara Municipal de Taquarituba.
- Em 19 de novembro de 1919, a primeira escola de Cerqueira Cesar passa a ser o Grupo Escolar.
- Em 1923, foi construído um novo prédio da Estação Ferroviária.
- Em 1933, foi fundada a União Artística do Interior (UAI), Foi seu presidente Benedito Almeida Júnior.
- Em 06 de maio de 1950, instala-se o primeiro Ginásio Estadual, tendo como seu Diretor João Soares de Almeida. A partir do ano de 1963, passou-se a denominar “Prof. José Leite Pinheiro.”
- Em 23 de agosto de 1957, criou-se o curso Normal junto ao Ginásio.
- Na década de 1960, teve início as obras da primeira etapa da construção do Hospital de Cerqueira César. O seu primeiro provedor foi o senhor Ângelo Gerdulo. O terreno fora doado pelo senhor Benedito Machado Filho.
- Em 1964, cria-se e instala-se a Escola de Iniciação Agrícola, sendo posteriormente transformada para Colégio Técnico Agrícola.
- Em 13 de novembro de 1964, foram criados em Cerqueira Cesar, os cargos de Juiz de Direito, Promotor Público e Oficiais de Justiça.
- Em 05 de outubro de 1965, foi feito o primeiro registro de imóvel, um terreno localizado a Rua XV de Novembro, transcrito no livro 3-A folhas 1nº1 no Oficial de Registro de Imóveis e Anexos de Cerqueira Cesar, sendo outorgante José Joaquim Esteves e outorgado José Zacardi de Freitas.
- Em 24 de janeiro de 1966, criou-se no município o Curso Colegial.
- Em 03 de abril de 1970, cria-se o Colégio Comercial e que tinha sob Direção, o professor José Benedito França Nogueira.
- Em 1970, o provedor do Hospital era o senhor Humberto de Freitas Negrão, ficando até 1966. Durante esse tempo, concluiu as obras da capela, do laboratório e da maternidade do hospital
- Em 01 de maio de 1973, foi fundado o Teatro Cultural “Marangoni”.

CERQUEIRA CESAR – “A CIDADE QUE FAZ AMIGOS”
A origem deste lema, dá-se por volta de 1950, quando um time de futebol tradicional da cidade de Barra Bonita, veio jogar uma partida contra o Cerqueira César Futebol Clube, no estádio do CCFC. Na ocasião o famoso narrador esportivo Fiori Giglioti, que era cidadão Barra Bonitense, na época trabalhava em uma rádio de Barra Bonita e veio para Cerqueira César narrar o jogo transmitido ao vivo pela emissora.
Não se tem registro do resultado do jogo, mas no final ocorreu uma briga violenta, algo relativamente comum naquela época. Vendo a briga e praticamente transmitindo-a ao vivo na rádio, Fiori Giglioti concluiu a transmissão com a frase: “Cerqueira César, a cidade que faz amigos”.
Dessa ironia surgiu o lema da cidade. Depois de ser utilizada informalmente pelas pessoas da região, foi adotada oficialmente pelo prefeito Jad Simon, com um novo sentido. O lema passou a ser oficial e foi escrito nas pedras portuguesas do calçamento em torno da antiga praça das bandeiras, no largo da Matriz, que foi construída nesta mesma época.
Fonte:
- Texto parcialmente extraído da Obra: “Miscelânea Cerqueirense”
Autor:
- Adauto Munhoz – São Paulo 2010, pág.01 -
- Texto parcialmente extraído da Obra – História de Cerqueira Cesar –
Autor:
- Rafael Neif Nami (Rafic).
Fotos Históricas:
- Acervo do Memorial do Município “Pref. João Cardoso de Oliveira”.
Realização:
Diretoria de Cultura.
Fábio Leandro Ribeiro – Diretor de Cultura –
Colaboração 1:
Marco Antônio Pareja -  Agente Administrativo do Memorial “Pref. João Cardoso de Oliveira”.
Colaboração 2:
- Acervo Histórico da Câmara Municipal de Cerqueira Cesar.
Apoio:
 Prefeitura Municipal de Cerqueira Cesar.
Gentílico: Cerqueirense
 

GALERIA DE PREFEITOS

HERMENEGILDO LOPES MARTINS 18/03/1918 A 14/01/1925
FRANCISCO DE PAULA MOURA LEITE 15/01/1925 A 17/01/1929
FRANCISCO DE ALMEIDA 18/01/1929 A 17/01/1931
AVELINO PEREIRA 18/01/1931 A 19/04/1931
OTAVIANO PIRES 20/04/1931 A 19/07/1932
AVELINO PEREIRA 20/07/1932 A 02/06/1938
FRANCISCO DE PAULA MOURA LEITE 03/06/1938 A 18/03/1941
ALCEBÍADES LEMOS DE MOURA LEITE 19/03/1941 A 19/11/1945
JOAQUIM AVELAR CAMPOS 20/11/1945 A 12/04/1946
ARTHUR ESTEVES FILHO 13/04/1946 A 23/03/1947
JOAQUIM AVELAR CAMPOS 24/03/1947 A 31/12/1947
ARTHUR ESTEVES FILHO 01/01/1948 A 31/12/1951
SOTERO MACHADO 01/01/1952 A 31/12/1955
JOSE ESTEVES 01/01/1956 A 31/12/1959
JOSÉ CARDOSO DE OLIVEIRA 01/01/1960 A 31/12/1963
JAD SIMON 01/01/1964 A 31/01/1969
NARCISO APARECIDO DE OLIVEIRA 01/02/1969 A 31/01/1973
MANOEL LEMOS DE MOURA LEITE 01/02/1973 A 31/01/1977
ARY CORRÊA 01/02/1977 A 15/05/1982
ALEX PAULO PICANÇO 16/05/1982 A 31/01/1983
JOÃO BATISTA DOS SANTOS 01/02/1983 A 31/12/1988
LUIZ SILVESTRE 01/01/1989 A 31/12/1992
JOÃO BATISTA DOS SANTOS 01/01/1993 A 31/12/1996
DIRCEU SILVESTRE ZALOTTI 01/01/1997 A 31/12/2000
ABEL PEDRO RIBEIRO 01/01/2001 A 31/12/2004
DIRCEU SILVESTRE ZALOTTI 01/01/2005 A 28/05/2008
JEOVÁ GOMES DE ARAÚJO 29/05/2008 A 31/12/2008
JOSÉ ROSSETO 01/01/2009 A 31/12/2012
JOSÉ ROSSETO 01/01/2013 A 31/12/2016
MARCOS ANTÔNIO ZALOTTI 01/01/2017 A 18/05/2018
JOSÉ CARLOS GERDULLO 19/05/2018 A 31/12/2020
DIEGO AUGUSTO BERTI CINTO 01/01/2021 A 31/12/2024

OBS.:
O SENHOR HERMENEGILDO LOPES MARTINS, FOI O PRIMEIRO PREFEITO DE CERQUEIRA CESAR.



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