CHAVANTES

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CHAVANTES - Sete Barras

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Memorial

CHAVANTES
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Sete Barras

PREFEITURA MUNICIPAL DE CHAVANTES

Rua Altino Arantes, 464 - Jardim Conceição
CEP: 18970-174
FONE: (14) 3342-9200
Email: imprensa@chavantes.sp.gov.br

 

HISTÓRICO


A ORIGEM I
Foi no ano de 1887, que João Inácio da Costa Bezerra juntamente com sua família, estabeleceu-se nas margens do riacho da Cachoeira ou Igarapé da Cachoeira, no Vale do Paranapanema, abrindo a fazenda conhecida como da Cachoeirinha ou Santana da Cachoeira.
Este desbravador e sua família, aliado ao seu companheiro João Francisco Machado e mais algumas famílias, começou o desmatamento de uma região até então coberta de mata e habitada pelos índios xavantes, distante de povoados como Ilha Grande, hoje município de Ipauçu, e Santa Cruz do Rio Pardo.
Três anos mais tarde, para abrigar a população que começa a chegar ao local, os pioneiros cotizam-se, para isso recorrendo às pessoas de sua amizade que faziam parte de sua comunidade, lideradas por Joaquim Custódio de Souza e sua família. Foram assim angariados 19 alqueires de terra para formar um patrimônio, e ficou designado assim o dia 07 de outubro de 1900, para ter lugar a anunciação do novo povoado com o nome de Patrimônio de Santana da Cachoeira.
Importante centro regional, o Patrimônio já contava com um teatro e iniciava a construção de uma ponte pênsil de madeira que deveria transpor os 80 metros de canal do rio Paranapanema, obra do engenheiro Celso Valle. Esta ligação entre os estados de São Paulo e Paraná, fez de Irapé um ponto estratégico durante a revolução tenentista de 1924 e a revolução de 1930.

FUNDAÇÃO DO POVOADO
A VILLA DE IRAPÉ

Numa região cercada por grandes fazendas de alfafas e café, sítios e pequenas propriedades rurais, era necessário um local onde as compras mais básicas, de artigos que não eram produzidas no próprio campo, pudessem ser realizadas. As famílias necessitavam da farinha, óleo, sal, tecidos, algumas roupas prontas, calçados, entre outros.
Foi assim, que a pequena Vila de Irapé conheceu seu apogeu. Cercada por propriedades rurais, era uma fonte de abastecimento tanto para os ricos como para os pequenos proprietários da região, seus colonos, assim como para os agregados. O dinheiro que corria com a venda da alfafa e café tornou necessária a criação de uma “Casa Bancária”, denominada Casa Guardadora de Dinheiro, de propriedade do senhores Alexandre Café e Anastácio Paschoal.
Com o dinheiro chegando rápido para alguns, uma vida social e cultural se fez necessária. O Theatro São José, construído em 1921, foi o primeiro do oeste paulista e trouxe para Irapé grandes nomes das artes. As festas, principalmente as religiosas, reuniam as famílias para uma breve diversão, uma pausa diária e o momento esperado para que a mocinha e o rapaz pudessem, num olhar mais longo, iniciar o namoro sempre às vistas dos zelosos pais ou mesmo dos irmãos. Namoro e noivado rápidos e com os casais ainda bem jovens.
Era uma vida dura. As casas muito simples, construídas com a madeira retirada manualmente das matas que cediam espaço para as lavouras, eram desprovidas de água encanada e luz elétrica. Muitas possuíam chão de terra batida que precisava ser umedecido e varrido todos os dias. A família, sempre numerosa, cuidava dos afazeres da terra. Era a época da enxada, arado, almoço levado na roça por uma das crianças pequenas e comido frio quando a lida era distante.
Todos trabalhavam. A mãe ou a avó que permaneciam na casa lavavam as roupas no rio, fabricavam o próprio sabão, cuidavam dos filhos pequenos e, não reclamavam da vida. Era dura para todos.
Como se percebe, ao longo da história, este Patrimônio recebeu, desde o seu início muitas denominações, ou seja: Fazenda Santana da Cachoeira, Patrimônio Santana da Cachoeira, Vila de Santana da Cachoeira e, finalmente, culminaria com Distrito de Irapé, que atingiria o seu auge econômico, político e cultural entre os anos de 1909 e 1925.

O DESENVOLVIMENTO ECONÕMICO E SOCIAL DE IRAPÉ
Neste longo período de existência, o Distrito de Irapé foi palco de importantes acontecimentos, pois Irapé era o “QG” dos coronéis na época. Dada esta importância, este distrito era centro de decisões regionais, que influíam nos negócios Estaduais e Federais. Tamanha era a importância deste distrito que, muitas obras de vulto, aqui foram construídas. Entre elas poderíamos destacar: Em 1915 é construída a Igreja Matriz no distrito, sendo inaugurada em 25 de agosto de 1918. Ainda em 1918, são feitos estudos para a construção da Ponte “Alves Lima” – Ponte Pênsil de Chavantes – em 1921 é construído o Teatro São José. Na época, existiam muitas atividades no distrito e uma intensa vida política, social, econômica e cultural que dominava este local. Somente na Rua Central de Irapé, havia um grande número de prédios com mais de sessenta casas comerciais oferecendo produtos nacionais e estrangeiros de toda ordem. No Distrito de Irapé, reuniam-se todos os comerciantes, homens de negócios e moradores de toda a região, para fazerem as suas transações comerciais.
Importante destacar o fato de que, já em 1909, Irapé possuía Tabelião, o senhor Pedro Pinto da Silva e também possuía Juiz de Paz, o senhor João Antônio Gonçalves.

A ORIGEM II
CHAVANTES – UM RESUMO DE SUA ORIGEM

Parodiando Joaquim Nabuco que disse: A Europa nasceu de semente, a América de galho – eu ouso dizer que Irapé (distrito), brotou da semente plantada por João Bezerra, nos barrancos do Ribeirão da Cachoeira. Chavantes (município), de galho verde trazido da velha Sorocaba dos tropeiros. Por um engenheiro da Estrada de Ferro Sorocabana. A sementinha, na terra ubérrima, nasceu com sol do ano de 1887. O galho do engenheiro, cheio de seiva, foi enterrado vivo no pátio de uma estação, em 1º de janeiro de 1910. Sempre regado, não fugiu da regra: cresceu numa árvore copuda que, fazendo sombra, abafou o crescimento da outra, a espontânea. Hoje Chavantes é município e Irape, o seu distrito.
Nossa vila, como as grandes cidades da história, nasceu às margens dos ribeirões e dos rios, na cabeceira ou na foz.
A Estrada de Ferro Sorocabana, por 10 anos, parou em Cerqueira Cesar. Toda a produção agrícola (no lombo de burros e de carros de bois morosos) era levada até lá, donde vinha recarregada de mercadorias. O plantio das lavouras de café foi precedido pela cultura de alfafa, leguminosa própria para feno. Esta forrageira exige solo profundo, de primeira qualidade e terreno de declive suave. Isso não faltava aqui, Com mais de 8 cortes por ano, a alfafa financiou o plantio das lavouras de café por sitiantes e fazendeiros que só tinham a terra como capital.
Chavantes (já foi visto), não nasceu cidade: formou-se de uma Estação. Irapé longe dos trilhos, não progrediu. Seus comerciantes mudaram, procurando o trem. Irapé ficou com o cemitério dos seus mortos e acolhe os de sua vizinha. Cumpre assim o seu destino: enterrar as sementes que não vingando, viçam na sua descendência. Novos galhos, novas ramas, novos frutos que não são mais gente: é história.
As duas cidades, mãe e madrinha, vivem em harmonia social e administrativa. Vão se encontrar num futuro imprevisível, como Americana e Santa Bárbara do Oeste; Londrina e Cambé. Para isso acontecer há muito espaço, tem muito tempo. De semente ou galho, pouco importa. O solo é fértil. O que vale é a boa mão que planta, cuida e colhe.

A CHEGADA DA FERROVIA
A bela estação ferroviária de Xavantes ou Chavantes, teve o início da sua construção em 1909. Sua inauguração ocorreu em 01 de janeiro de 1909.
Em 1910, a Estrada de Ferro Sorocabana, devido as dificuldades com a topografia, construiu sua Estação Ferroviária a três quilômetros da sede distrital batizando-a de Xavantes.
O Pátio da Estrada de Ferro Sorocabana tornou-se o primeiro logradouro público de Chavantes. Neste mesmo ano, foram construídas de madeira ao redor da estação, que serviriam de moradia aos funcionários da Sorocabana. De um pequeno povoado a cidade começou a surgir.
A população, assim como os serviços e os negócios, passaram a ser atraídos para o entorno da estação, dando origem ao próspero povoado de Xavantes.
Os negócios se transferiram de Irapé para Chavantes e o comércio prosperou.
Em 08 de outubro de 1917, o distrito assumiu o nome desse povoado, porque sua sede foi transferida para lá.
A partir daí, Irapé, passaria a perder sua importância, e cederia a sua hegemonia ao Distrito e posteriormente Município de Chavantes, que passaria a liderar e tomar as decisões sobre este pedaço de chão e sua gente.
Inicialmente, seu nome foi escrito com CH, e depois com X. Hoje, acompanhando a nomenclatura do município seu nome é grafado como Chavantes.
A linha (trilhos) cruza a cidade de Chavantes bem no centro, passando apertada entre várias edificações e cortando a rua principal numa passagem de nível.
A construção do atual prédio da estação ferroviária ocorreu em 1927.
Bem conservado, abrigava, no final do ano 2000, em parte dele um escritório da Policia Militar. Mais tarde serviu para a Assistência Social do Município, e depois o Museu Histórico da cidade.

ORIGEM DO NOME
Primeiro Nome:
SANTANA DA CACHOEIRA.
Segundo Nome: IRAPÉ – (caminho das antas) levando em consideração a língua Tupy.
Terceiro Nome: CHAVANTES.
Dizem alguns antigos moradores que, no município, nunca moraram xavantes e que o topônimo teria na verdade, sua origem num desvio ferroviário, denominado “chave”, existente no então distrito de Irapé (que originou o município de Chavantes), quando pertencia ainda a Santa Cruz do Rio Pardo, e que se situava “antes” da parada de Ourinhos. Da “chave” que ficava “antes” teria nascido, assim, o topônimo.
Nos relatórios da Sorocabana, até os anos de 1940 pelo menos, o nome sempre apareceu como Chavantes. Em 1964, o município trocou para X de acordo com a norma da revisão ortográfica que obrigava nomes indígenas a serem escritos com X.
Em 1982, o nome volta a ser com CH. Segundo S. A. Cyrillo, nascido em Chavantes, por ali havia uma chave ferroviária (inicio de desvio) e, ainda, segundo Cyrillo, essa linha foi mais tarde desviada, ainda em projeto, daquele ponto para o centro de Chavantes, seguindo dali para Canitar e Ourinhos. E a existência da chave justificaria em tempos antigos o “ch” de Chavantes, a mistura de “chave” com “Chavantes”, ou seja, segundo hábitos popular, o nome derivaria de “uma chave antes” de Canitar.
- Em 28 de fevereiro de 1964, através do Decreto Lei Estadual nº 8092, teve sua grafia alterada de Chavantes para Xavantes.
- Em 30 de dezembro de 1981, através do Decreto Lei Estadual nº 3223, teve novamente sua grafia alterada de Xavantes para Chavantes.

CRIAÇÃO DO DISTRITO
Em 22 de outubro de 1909, através do Decreto Lei Estadual nº1772, é criado o Distrito de IRAPÉ, subordinado ao município de Santa Cruz do Rio Pardo.
Em 08 de outubro de 1917, através do Decreto Lei Estadual nº 1554, o distrito de Irapé passou a denominar-se CHAVANTES, devido a transferência deste distrito para o novo povoado, que já possuía esta denominação; figurando no município de Santa Cruz do Rio Pardo.

CRIAÇÃO E EMANCIPAÇÃO DO MUNICÍPIO
Em 04 de dezembro de 1922, através do Decreto Lei Estadual nº 1885, o distrito é elevado à categoria de Município, com a denominação de Chavantes, desmembrando se do município de Santa Cruz do Rio Pardo.
Sua instalação ocorreu solenemente em 08 de fevereiro de 1923.
- Em 06 de abril de 1935, através do Decreto Lei Estadual nº 7064, o Distrito de Irapé é agora anexado ao município de Chavantes.
- Em 30 de novembro de 1944, através do Decreto Lei Estadual nº 14334, é criado o Distrito de Canitar e anexado ao município de Chavantes.
- Em 30 de dezembro de 1991, através do Decreto Lei Estadual nº 7644, o distrito de Canitar é elevado à categoria de Município, desmembrando –se do município de Chavantes.

XAVANTES – A MAIOR USINA DO SUL DO PAÍS
Com 414 MW de potência a Usina Hidrelétrica de Chavantes é dos mais importantes aproveitamento do Rio Paranapanema em Chavantes. Iniciada em 1958, teve o primeiro grupo gerador em operação, em 30 de novembro de 1970 e foi inaugurada em 25 de janeiro de 1971, pelo Presidente da República Emílio Garrastazu Médici.
Esta Usina foi o maior projeto da USELPA (Usinas Elétricas do Paranapanema S. A., depois integrada a Centrais Elétricas de São Paulo S. A. – CESP) e um dos mais importantes do Estado de São Paulo e do Brasil e representou, a curto prazo, a solução para o crescente consumo de energia elétrica de extensas áreas do interior e da capital de São Paulo e do Estado do Paraná.
Chavantes, foi construída tendo de um lado o município paulista de Chavantes e de outro, o paranaense Ribeirão Claro. Mas suas obras alcançaram 15 municípios, nos dois Estados.
Em 06 de fevereiro de 1970, foram ligados dois dos quatro grupos de geradores da Usina Hidrelétrica Chavantes, colocando em operação uma das maiores usinas paulista e o maior aproveitamento hidrelétrico do Paranapanema à época. No final daquele mesmo ano, outros dois grupos geradores passaram a funcionar, concretizando um projeto cuja execução consumiria 12 anos de intensos trabalhos.
Desde o início a Usina Hidrelétrica Chavantes impulsionou o desenvolvimento do Vale do Paranapanema, além de sua construção demandar obras de infraestrutura, como estradas e pontes, a usina gerou empregos e renda nas comunidades onde foi implantada.
Hoje sob a gestão da China Three Gorges Corporation – CTG Brasil.  A usina realiza diversos programas ambientais importantes para a região, como os de Promoção Florestal e reposição do estoque pesqueiro.
Dentre as diversas iniciativas de relacionamento com as comunidades vizinhas, destaca-se a programação cultural itinerante do Circuito Cultural, que ao longo do ano disponibiliza vários projetos gratuitos.

ATIVIDADES CULTURAIS

- MUSEU HISTÓRICO DE CHAVANTES “Adibe Abdo do Rio”
O Museu Histórico de Chavantes foi criado na gestão do prefeito Leonildo Vidal, através da Lei municipal nº 1636 de 23 de maio de 1983, com a finalidade de preservar os usos, costumes, ideias e valores morais de fatos e pessoas do município de Chavantes.
A partir de 2006 teve, este como sede o prédio da antiga Estação Ferroviária de Chavantes. Recebeu o nome de Adibe Abdo do Rio, pela Lei municipal nº 268 de 13 de junho de 2005.
A senhora Adibe nasceu em Chavantes em 24 de fevereiro de 1920. Filha de imigrantes sírios, era costureira, estilista, professora na rede municipal de corte e costura, além de exercer a atividade de comerciante.
- TEATRO SÃO JOSÈ
Um dos primeiros Teatros construídos no Oeste Paulista, foi inaugurado em 12 de outubro de 1921, quando o distrito de Irapé estava em franco desenvolvimento devido ao auge das lavouras de Alfafa e Café.
Na solenidade de inauguração houve a apresentação da Orquestra local, da Banda Musical de Ipaussú, além da apresentação da peça de teatro, com o drama “A filha do Saltimbanco” e a apresentação da comédia “Na Roça” encenada pela Companhia de Teatro Santos Silva.
Posteriormente, o prédio foi utilizado como sala de aula, cinema e local para eventos spciais.
- CENTRO CULTURAL “WADIA MANSUR”
Este Centro Cultural foi inaugurado em 25 de abril de 1994, abrigando em seu interior o Anfiteatro “Professora Yolanda Campos Pereira da Silva”.
O Anfiteatro possui, palco, camarins, banheiros e acomodações para 168 pessoas sentadas. Neste espaço são realizadas apresentações artísticas, culturais, educacionais, conferências, reuniões, formaturas, palestras e peças teatrais.
- A “CUIDADORA” DA HISTÓRIA CHAVANTENSE
A servidora pública Maria Helena Cadamuro, não é apenas uma funcionária do Museu Municipal. Graças ao amor que ela manifesta por tudo o que se relaciona ao município, é a “cuidadora” da nossa história. Ir ao museu, não somente para ver as imagens e objetos, é ouvir de Maria Helena, histórias maravilhosas que ela pesquisou ou ouviu dos mais antigos.
São muitos os casos e “causos” que você poderá conhecer, e ouvir os relatos sobre a história de Chavantes.

FORÇA EXPEDICIONÁRIA BRASILEIRA – A PARTICIPAÇÃO DE CHAVANTES
O município de Chavantes contribuiu com a Força Expedicionária Brasileira, durante a Segunda Guerra Mundial, enviando os seus bravos filhos à integrarem as Forças brasileiras que lutaram na Itália.
Ao final da Segunda Grande Guerra Mundial, Chavantes comemorou com uma grande manifestação popular ocorrida em 07 de maio de 1945.
Em 18 de agosto de 1945, todos os Pracinhas Expedicionários de Chavantes, que haviam se incorporados à FEB, durante a II Guerra Mundial, regressaram e foram recepcionados calorosamente pela população e autoridades na Estação Ferroviária de Chavantes.
“Gratidão do Povo de Chavantes aos Heróis Expedicionários desta Terra”
- 2º Sargento Ivaldo Camargo Rocha – 3º Sargento Américo Luizon – Cabo João Luizon – Cabo Romeu Zanoti – Cabo Carlos José de Godoy – Cabo Ricardo Ricioli – Cabo Jacy Nogueira Cobra – Soldado Júlio Theodoro de Oliveira – Soldado José Bernardino de Camargo.
Fonte:
- Texto extraído parcialmente da Obra: Chavantes – Um Resumo de Sua Origem.
Autor: Geraldo Negrão Machado.
- Textos extraídos parcialmente de Obras do Acervo da Biblioteca Municipal.
- Textos e Imagens históricas parcialmente extraídas da página do Blog – “Chavantes por Lilia Alonso”.
Realização:
Secretaria Municipal de Cultura, Turismo, Esporte e Lazer
- Wagner Aparecido Mioto – Secretário –
- Monique Godoy Morais de Oliveira – Assessora de Cultura, Turismo, Esporte e Lazer.
Colaboração/Agradecimento
- Professora Lilia Alonso.
Museu Histórico de Chavantes “Adib Abdo do Rio”
- Maria Helena Cadamuro – Auxiliar Administrativo do Patrimônio Histórico.
Biblioteca Municipal “Miguel Mofarrej”
- Maria Ceci Pimenta – Auxiliar Administrativo.
Apoio:
Prefeitura Municipal de Chavantes
Gentílico: Chavantense


GALERIA DE PREFEITOS - NOMEADOS

DR. JOÃO BAPTISTA DE MELLO PEIXOTO JUNIOR 1923
CEL. AZARIAS BAPTISTA BUENO 1925 A 1929
FRANCISCO PEREIRA LEITE E SILVA 19290A 1930


GALERIA DOS INTERVENTORES - JUNTA ADMINISTRATIVA

AUGUSTO DA FONSECA REGALLA (PRESIDENTE) 1930
MÁRIO RANZINI ARAÚJO 1930 A 1931
DR. EDMUNDO VIEIRA MACHADO 1931 A 1932
JOÃO BAPTISTA SAMPAIO 1931 A 1933
DR. JOSÉ MARQUES SOBRINHO 1934
DR. ARNALDO FERREIRA DA SILVA 1934
CEL. JÚLIO FRANCISCO PEREIRA DA SILVA 1935 A 1936
JOÃO CARNEIRO FILHO 1936 A 1937
JOÃO CARNEIRO FILHO 1938 A 1947
MÁRIO RANZINI ARAÚJO 1947


GALERIA DE PREFEITOS ELEITOS

OLEGÁRIO BUENO 1948 A 1951
ANTÔNIO FONTES FILHO 1952 A 1955
SAME CURI 1956 A 1959
ANTÔNIO FONTES FILHO 1960 A 1963
FRANCISCO ALVES FARIA 1964 A 1968
DR. WANNOR TORRES BITENCOURT 1969 A 1973
FRANCISCO ALVES FARIA 1974 A 1976
ROBERTO CEZARIO DE CAMPOS 1977 A 1982
LEONILDO VIDAL 1983 A 1988
WILSON BASSIT 1989 A 1992
PEDRO LUIZ  DE MELLO FONTES 01/01/1993 A 1994
DR. PAULO ROBERTO MANSUR DAVID 1994 A 1996
GENÉSIO BETIOL JUNIOR 01/01/1997 A 31/12/2000
WILSON BASSIT 01/01/2001 A 31/12/2004
PADRE LUIZ SEVERINO DE ANDRADE 01/01/2005 A 31/12/2008
PADRE LUIZ SEVERINO DE ANDRADE 01/01/2009 A 08/2009
ANA MARIA ALONSO 08/2009 A 31/12/2012
OSMAR ANTUNES 01/01/2013 A 31/12/2016
MÁRCIO BURGUINHA DE JESUS DO REGO 01/01/2017 A 31/12/2020
MÁRCIO BURGUINHA DE JESUS DO REGO 01/01/2021 A 31/12/2024

OBS.:
O SR. DR. JOÃO BAPTISTA DE MELLO PEIXOTO JUNIOR FOI O PRIMEIRO PREFEITO NOMEADO DE CHAVANTES.
O SR. OLEGÁRIO BUENO FOI O PRIMEIRO PREFEITO ELEITO DE CHAVANTES.



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