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LUPÉRCIO - Borborema

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Borborema

PREFEITURA MUNICIPAL DE LUPÉRCIO

RUA MANOEL QUITO, 678 - Centro
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HISTÓRICO


OS PRIMEIROS HABITANTES DESTAS TERRAS – OS ÍNDIOS KAINGANGS/COROADOS

No relatório da Comissão Estadual Geográfica e Geológica, consta que os membros da expedição não tiveram contato direto com os silvícolas, mas encontraram traços do que seria um acampamento indígena.
Em seu texto, Gentil de Moura (1913), faz uma rápida referência aos índios coroados, ressaltando que o conhecimento sobre os habitantes do sertão paulista era escasso.
Após as regiões dos guachos é que os membros da comissão perceberam que as trilhas estavam mais largas. Lá Gentil conta que a equipe encontrou o que seria uma moradia provisória, um roçado de cerca de dez metros quadrados, típicos abrigos indígenas. Dentro, os expedicionários encontraram uma fogueira, penas de aves como, papagaio, pelos e ossos de caças. Não viram quaisquer tipos de fruta, acreditavam que ali era um ponto utilizado por famílias indígenas para pesca e caça, pois existiam na região dois grandes barreiros.
O relatório também descreve os índios a partir de um homem e uma mulher, presos em Campos Novos do Paranapanema (hoje Campos Novos Paulista) na fazenda do coronel Sanches de Figueiredo.
Consta que eles tinham pele bronzeada, olhos e mãos claras, pés pequenos e largos. A estatura variava entre um metro e sessenta e um e setenta, sendo o homem mais alto que a mulher, quanto ao rosto o do homem era fino e o da mulher arredondado. Os cabelos eram negros, o tronco comprido e as pernas curtas, não possuíam barbas ou pelos em qualquer parte do corpo, os caingangues são descritos ainda como tendo uma boca rasgada e dentes muito ruins.
A expedição ainda encontrou próximo ao Rio Paraná, índios Xavantes, os quais eram considerados pelos pesquisadores mais dóceis e inteligentes que os coroados, tendo espírito guerreiro. Fisicamente tinham ombros largos, pernas e pés compridos, seus arcos eram menores do que dos Coroados, com cerca de um metro e noventa de comprimento.
Além dos Caingangues e Xavantes, a expedição ainda cita a tribo dos Caiuás, os quais habitavam o sudoeste paulista e o norte do Paraná, mas o detalhe sobre tais índios já havia sido esclarecido em outra expedição, essa de 1886, comandada pelo engenheiro Teodoro Sampaio.

A ORIGEM
Um dos principais pioneiros dessa região, o senhor Cipriano Vieira de Sousa em sua autobiografia, (1986), relata sua visão sobre a chegada de Lupércio Fagundes e os motivos de sua vinda à região. Em carta de Amílcar Velásquez, inclusa no livro de Cipriano, consta que assim como falou Carlos Augusto, Lupércio recebeu as terras como forma de retribuição. Mas o motivo colocado é diferente, comenta que “nesse ínterim, chegava de São Paulo o engenheiro agrônomo Dr. Lupércio Fagundes, contratado para fazer as necessárias demarcações das terras em litígio, e recebendo terras como pagamento de seus honorários”.
Terras que estavam em disputas desde o início do século, na fase em que houve a ocupação após a expedição da Comissão Geográfica e Geológica, do prolongamento da Noroeste e Sorocabana e extermínio dos índios coroados.
O senhor Tonico Lista era o maior loteador da região, do qual Cipriano comprou seus primeiros lotes. “Conta Cipriano que suas terras em Santo Inácio tinham sido do Tonico Lista e nós não tínhamos escritura definitiva, como ele tinha sido assassinado logo depois de nossa compra, quase a perdemos, pois apareceu Olímpio Braga, intitulando-se dono delas e mandou-nos intimação. Mais pessoas haviam comprado terras do Tonico Lista, plantando café, cereais e feito benfeitorias, então tivemos que contratar advogado”.
Apesar das disputas por posses de terras, a região de Santo Inácio continua sendo explorada. De acordo com o fato, Lupércio projeta o patrimônio, e para sua construção, escolhe uma área num lugar alto e plano: o topo de um espigão. No mais, como marco centralizador é erguido um cruzeiro, demarcando o lugar onde seria construída a primeira igreja católica da cidade

FUNDAÇÃO DO POVOADO
Em 1926, o engenheiro Lupércio Fagundes decidiu dar início a derrubada das matas para a formação de um núcleo populacional, a que chamaria de Santo Inácio, orago da igreja que pretendia construir. Mas foi apenas em 1928, depois de um longo reconhecimento e demarcação da área, que o desenvolvimento começa a surgir.
Ainda neste ano, Hermínio Bottino monta uma serraria com objetivo de construir as primeiras casas de Santo Inácio. Nesse ano ainda, o vilarejo passa a ser considerado bairro de São Pedro do Turvo, o maior município paulista na época.
Em 1928, Lupércio Fagundes encomenda a serraria de Hermínio, madeira, e com ela ordena a construção de uma cadeia para aprisionar vândalos e saqueadores.
E novas melhorias chegam a Santo Inácio, para o café, que aos poucos vai se tornando a maior força econômica, é montada por Hermínio Bottino uma máquina de beneficiar café, para isso, ele conta com a ajuda de Humberto Montalli, o qual mais tarde se fixa na região.
No ano seguinte chegou Antônio Daun e, em 1934 deram início a doações de lotes às novas famílias que aí se fixaram.
O sonho do engenheiro Lupércio ia se concretizando a cada dia, quando chegavam à localidade de Santo Inácio, novos moradores como os irmãos Bottino, Zacarias Dias Batista, José Aredes Pereira, Evaristo Kemp, Humberto Montalli, Romano Lugnani, além dos irmãos Gabriel e Cipriano Vieira de Souza.
Sendo Santo Inácio uma vila planejada, a disposição das casas e seu relevo são diferenciados em relação à outros povoados da região. Devido a sua localização o povoado não possuía sequer uma ladeira ou um declive. O engenheiro projetou o patrimônio na expectativa que chegasse ao cemitério, o que não aconteceu.
O progresso avançou em todos os setores, concretizando a fundação de Santo Inácio, primeiro nome, onde em 1936, foi construída a igreja.

NASCE O DISTRITO DE SANTA TEREZINHA
Em 1929, chegam a Santo Inácio a família Nogueira, a qual fundam um novo patrimônio em substituição ao São Francisco, localizado próximo ao Rio do Peixe. Tal povoado foi extinto devido à concentração de terras.
Foi então que, Francisco Ribeiro da Silva chegou de Minas Gerais, e começou a abrir picadas, serrar madeiras e construir as primeiras casas no local. Em seguida, Pedro Porfírio Franco, doa material os quais foram destinados a construção da escola, que a pedido de sua mulher, deu ao local o nome de Santa Terezinha, santa da qual era devota.

ORIGEM DO NOME
Primeiro Nome:
Povoado de Santo Inácio
Segundo Nome: Lupércio.
A alteração para o nome atual, Lupércio, deu-se, naturalmente, em homenagem a seu fundador, em 1944, oito anos depois da sua morte.
Curiosidade:
Segundo o professor Rosário Farâni Mansur Guérios, o nome Lupércio seria uma sobrevivência, no latim, do nome etrusco Luperce, que é “o que se relaciona com o nascimento”. Daí os festejos de fecundidade que se celebravam na antiga Roma, denominados “Lupercais”, e que alguns estudiosos relacionam com o carnaval.

PIONEIRISMO – LUPÉRCIO FAGUNDES
Em 1920, chega à região um engenheiro agrônomo para demarcar algumas terras - seu nome: Lupércio Fagundes, filho de Luís Fagundes, fazendeiro com propriedades no Vale do Paraíba e Ribeirão Preto. Originário de São José dos Campos, Lupércio ainda jovem, vai aos Estados Unidos para concluir seus estudos secundários no colégio Makenzie. Na primeira década do século XX, ingressa na Universidade de Cornell, em Itaca, Estado de Nova York, onde recebe o diploma de engenheiro agrônomo, se tornando um dos primeiros brasileiros a obter o título, quando o Brasil contava apenas com Institutos isolados, já que a Universidade de São Paulo, a USP, só seria criada em 1934.
Segundo Carlos Augusto F. Bottino,, neto de Lupércio Fagundes, não foi apenas o diploma que ele trouxe dos E.U.A.; o senhor Carlos diz que ao voltar para o Brasil, seu avô desenvolve no Vale do Paraíba um sistema de irrigação por várzea para o plantio de arroz, modernizando as plantações desse tipo de cultura.
Afirma Carlos que, “por conta disso, ele recebeu na região do Santo Inácio, uma área de setecentos alqueires como prêmio pelo serviço prestado ao Governo Federal, presidido na ocasião por Afonso Pena”. Botttino comenta que desses setecentos alqueires, o engenheiro separou dez e trabalhou para realizar um antigo sonho: fundar um Patrimônio.
Para tanto, fixa residência na localidade junto com sua mulher, Virgínia Franklin Fagundes e adquire a fazenda Marilena, de onde saía apenas para resolver questões profissionais em São Paulo e no Rio de Janeiro.
Para nomear o patrimônio, resolve homenagear sua mulher, com o nome do santo espanhol Ignácio de Loyola, da qual ela era devota.
No dia 10 de agosto de 1938, falece Lupércio Fagundes, aos cinquenta e sete anos, vítima de enfisema pulmonar. Seu sepultamento ocorreu no cemitério que projetara quatorze anos antes, e seu túmulo localiza se no centro da necrópole municipal.

CRIAÇÃO DO DISTRITO
Em 10 de janeiro de 1936, através do Decreto Lei Estadual nº 2645, o povoado foi elevado à categoria de Distrito, com a denominação de Santo Inácio, pertencente ao município de Garça, deixando o patrimônio de pertencer a São Pedro do Turvo.
Nessa época, chega da Espanha a imagem de Santo Inácio de Loyola, uma doação do Dr. Celso Vieira, o qual atendeu a um pedido de seu amigo, Lupércio Fagundes. A chegada da imagem foi comemorada com festas e uma procissão pelas ruas do povoado.
Em 30 de novembro de 1944, através do Decreto Lei Estadual nº 14334, o distrito teve seu nome alterado de Santo Inácio para LUPÉRCIO.

A LUTA PELA EMANCIPAÇÃO
Em 1948, dois fatores mudam o cotidiano do Distrito de Lupércio, o primeiro foi à inauguração do novo prédio escolar municipal, o outro a derrota no primeiro plebiscito para emancipar a cidade.
As principais lideranças locais, insatisfeitas com a falta de respaldo dada por parte da prefeitura do município de Garça, começam a articular uma campanha pela emancipação de Lupércio, para eles, a instituição não revertia em favor da comunidade os impostos arrecadados. Sendo assim, políticos e membros da comunidade percorrem todos os trâmites para a realização de um outro plebiscito. Por vontade popular, a intenção dos políticos em transformar a localidade em município é rejeitada.
Jorge Lugnani, ativo militante pela causa da emancipação conta que a campanha fracassou porque a população não compreendia a importância da autonomia. Segundo ele, foi necessário efetuar uma “catequização” dos moradores com o objetivo de esclarecer a importância de uma eventual transformação de Lupércio em cidade.
Diante disso, a elite política articula nova campanha pela autonomia, agora com o aprendizado de cinco anos antes e, começa intensa campanha que tem a frente nomes como Antônio e Ernesto Daun, José Aredes Pereira, Francisco Ângelo e Manoel Quito, Romano Daun, Romano e Jorge Lugnani, Zacharias Dias Baptista, Ary Tavares Boechat e outros. Ao contrário da campanha anterior, tinham eles agora o apoio dos deputados estaduais: Luciano Nogueira Filho e Leônidas Camarinha, o qual era de Santa Cruz do Rio Pardo e tinha grande influência regional.
A luta seguiu em duas frentes: uma foi a articulação política em São Paulo, liderada pelos deputados Luciano e Leônidas. Já outra foi em Lupércio, lugar em que as lideranças políticas locais e membros da comunidade lutavam para que a causa tivesse aceitação popular. Dessa iniciativa conjunta, começa a tramitar na Comissão de Divisão Administrativa e Judiciária, o projeto de resolução nº 74 de 1953, sob o registro geral nº 7490/53. Como objeto de argumentação, o documento “Determina a realização de um plebiscito a população a população de Lupércio”, que se pretende seja elevado a município.
Após vários debates e trâmites burocráticos, o distrito, agora com parecer favorável é convocado um plebiscito em caráter consultivo a população de Lupércio, onde o SIM foi vencedor desta causa em prol da emancipação.
Jorge Lugnani, em discurso proferido no coreto central da Praça de Lupércio afirmou: “Em 1953, impelidos pelas circunstâncias, tentamos novo plebiscito, vencemos este pleito com margem de votos que não merece contestação.”
O jovem município tinha agora novos desafios políticos e econômicos, o primeiro era em relação a quem ocuparia o cargo de chefe do executivo municipal, o segundo era como enfrentar o novo ciclo econômico vivido pelo Brasil.
Então, com o município emancipado, em 1954 duas lideranças compostas por pessoas que chegaram a Lupércio nos primeiros tempos lançam candidaturas: de um lado, José Aredes Pereira decide candidatura própria, já Antônio Daun lança seu filho Ernesto.
Para iniciar o mandato já no ano de 1955, a população escolhe como prefeito Ernesto Daun, o qual entra para a história de Lupércio como o primeiro chefe do executivo municipal.
A composição da sua Legislatura era:
Prefeito: Ernesto Daun – Vice: Mirco Calina Genta – Vereadores: Antônio Rabello Kemp, Armando Alcalde, Francisco Ângelo Quito, Irineu Mendonça, Jorge Lugnani, Newton Romano Alves da Costa, Romano Daun, Salvador Nogueira, Sebastião de Paula e Silva – Suplentes: Antônio Teruel, José Nunes da Silva e Oscar Paes de Almeida.
Inicia se então o processo de consolidação do município.

CRIAÇÃO E EMANCIPAÇÃO DO MUNICÍPIO
Em 30 de dezembro de 1953, através do Decreto Lei Estadual nº 2456, o distrito é elevado à categoria de Município, com a denominação de Lupércio, desmembrado do município de Garça.
Sua instalação ocorreu solenemente em 01 de janeiro de 1955.
Em 01 de janeiro de 2003, através de Decreto Lei Estadual, é criado o Distrito de Santa Terezinha e anexado ao município de Lupércio.

REGISTROS DO HISTORIADOR – LINHA DO TEMPO
- Em 1926, é nomeado o primeiro inspetor de quarteirão: Cipriano Vieira de Souza. Naquele tempo essa inspetoria representava uma sub delegacia e todas as suas atribuições, era uma distinção especial a quem recebia, um misto de Delegado de Polícia e Juiz.
- Em 1939, é criada a primeira usina a vapor de Santo Inácio, gerando energia elétrica, e que funcionava na propriedade de Ary Tavares Boechat, e o fornecimento de eletricidade se restringia entre os horários das 18 às 22 horas.
- Nos anos quarenta, após a morte do pai, passa a administrar a Fazenda Marilena o seu filho Maércio Fagundes. Sem Lupércio, define se uma nova liderança política no distrito. Incumbência conferida ao secundarista Cipriano Vieira de Souza. Presente na região desde 1922, quando ajudou Lupércio na demarcação das terras do lugar, o antes inspetor de quarteirão é nomeado para o cargo de Sub Prefeito, ato legitimado pelo prefeito de Garça na época, Durval Alves de Souza.
- Em 1943 é instalada a primeira Agência dos Correios e Telégrafos. A doação do terreno foi feita pelo próprio Cipriano em parceria com Antônio Daun.
- Outra doação significativa foi efetuada através da viúva de Lupércio, Virginia Franklin Fagundes, que foi um terreno para a construção do primeiro grupo escolar do distrito.
- A administração de Ernesto Daun continuava e Lupércio crescia, espanhóis, alemães, japoneses, mineiros, baianos chegavam à cidade, o comércio crescia, o Bar do Ponto, construído após a inauguração da serraria, e que teve como seu proprietário Humberto Montall, se transforma em uma espécie de Rodoviária local.
- Nesta época também existia a Casa Quito, armazém que vendia secos e molhados.
- Entre os anos de 1955 e 1958, Lupércio conta apenas com obras de infraestrutura básicas como colocação de guias e sarjetas na Avenida Dom Pedro II (hoje Ernesto Daun).
- Nos anos de 1950, outro reflexo sentido pelo Brasil foi à Urbanização. Na região de Lupércio e Garça, que era o centro regional e sede da comarca, aos poucos perde espaço para um novo polo industrial: Marilia.
Fonte:
Texto extraído parcialmente da Obra – Lupércio 50 Anos – Uma Abordagem Transdisciplinar e Multimidiática.
Autor:  
Márcio Rogério Martins – Professor, Jornalista, Designer Gráfico, e Fotografo Profissional.
Fotos Históricas:
Acervo Pessoal do professor Márcio Rogério Martins e Fotos da página no Facebook – “Lupércio do bem e suas memórias”.
Realização:
Secretaria Municipal de Cultura, Esportes, Lazer e Turismo.
Wladimir Fernandes Batista – Secretário Municipal –
Colaboração e Agradecimentos:
Professora Solange Martins
Apoio:
Prefeitura Municipal de Lupércio.
Gentílico: Lupercense
 

GALERIA DE PREFEITOS

ERNESTO DAUN 01/01/1955 A 30/12/1958
IRSO SMANIOTO 01/01/1959 A 14/07/1961
AVELINO JOSÉ DE SOUZA 15/07/1961 A 31/12/1962
ERNESTO DAUN 01/01/1963 A 30/12/1966
ANTÔNIO JOSÉ CONEGLIAN 01/01/1967 A 30/01/1970
ERNESTO DAUN 16/02/1970 A 19/01/1973
MARCOS J. BONIFÁCIO DO COUTO 31/01/1973 A 31/01/1977
GENTIL DAUN 01/02/1977 A 31/12/1982
ABÍLIO KEMPE 01/01/1983 A 31/12/1988
ORLANDO DAUN 01/01/1989 A 31/12/1992
ANÉZIO KEMPE 01/01/1993 A 31/12/1996
ORLANDO DAUN 01/01/1997 A 31/12/2000
ORLANDO DAUN 01/01/2001 A 31/12/2004
ABÍLIO KEMPE 01/01/2005 A 31/12/2008
DR. JOÃO FERREIRA JUNIOR 01/01/2009 A 31/12/2012
DR. JOÃO FERREIRA JUNIOR 01/01/2013 A 31/12/2016
ANÉZIO KEMPE 01/01/2017 A 02/2020
FÁBIO HENRIQUE MESQUITA 03/2020 A 31/12/2020
CLEBER MENEGUCCI 01/01/2021 A 31/12/2024

OBS.: O SENHOR ERNESTO DAUN FOI O PRIMEIRO PREFEITO DE LUPÉRCIO.





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