PILAR DO SUL

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PILAR DO SUL - Guaíra

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Memorial

PILAR DO SUL
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Guaíra

PREFEITURA MUNICIPAL DE PILAR DO SUL

Rua Tenente Almeida, 265 - Centro
CEP: 18185-000
FONE: (15) 3278-9700
Email: prefeitura@ pilardosul.sp.gov.br


 

HISTÓRICO


OS PRIMEIROS HABITANTES DESTAS TERRAS – OS ÍNDIOS TUPINAMBÁS
Segundo os historiadores e arqueólogos, os primeiros habitantes da região, onde atualmente está localizado o município de Pilar do Sul foram os índios Tupinambás. Alguns afirmam que nessa região existia uma aldeia indígena que foi abandonada.
Os Tupinambás eram uma nação indígena que habitava várias áreas do litoral brasileiro. As diversas tribos tupinambás possuíam uma língua comum, conhecida como tupi, porém não mantinham uma unidade e chegavam até mesmo a guerrearem entre si. Os tupinambás fizeram parte da Confederação dos Tamoios, entre 1556 e 1567, na luta contra os colonizadores portugueses.
Uma característica marcante dos tupinambás é a prática do canibalismo. Acreditavam que ao consumirem a carne de pessoas, poderiam adquirir suas qualidades, (inteligência, coragem, habilidades bélicas, etc.). A cultura tupinambá incentivava o casamento avuncular, entre tios maternos e sobrinhas ou entre primos. Os tupinambás praticavam muitos rituais, danças e tradições.
Assim como outras nações indígenas, os tupinambás foram aos poucos desaparecendo ao entrarem em contato com os colonizadores portugueses. De acordo com relatos históricos, os Tupinambás foram os primeiros indígenas encontrados por Pedro Alvares Cabral no Brasil em 1500. Atualmente, existem cerca de 4 mil índios tupinambás, e o maior núcleo  dessa tribo fica na Bahia, na aldeia de Sapucaieira, um dos doze núcleos indígenas estabelecidos na região entre Canavieiras e Ilhéus.

A ORIGEM
Por volta de 1690 a 1740, a organização religiosa que pertencia à Igreja de São Bento de Sorocaba, promovia o povoamento nas terras próximas aos rios Pirapora e Sarapuí, hoje compreendendo área entre Pilar do Sul e Salto de Pirapora. A Diocese de Sorocaba distribuiu terras para incentivar o povoamento desta região. Famílias de Sorocaba e de Santana do Parnaíba começaram a se fixar nestas áreas no final do século XVIII, tornando se os pioneiros na ocupação da região do Pilar.
Nessa época Pilar era uma região conhecida dos tropeiros, caçadores e também de mineradores que vinham em busca de carne de caça e de pedras preciosas, abundantes no interior da Serra do Paranapiacaba. Os tropeiros e caçadores que chegavam na região, embrenhavam-se no sertão e montavam mocambos para pouso e utilizavam o lugarejo apenas conhecido pelas pedras onde usavam para piloar a carne de caça e faziam a tradicional paçoca de carne.
Antonio de Almeida Leite adquiriu grande parte de sesmaria que se estendia além destes limites em direção ao rio Pinhal e rio Claro, cuja escritura pública foi lavrada em cartório datada em 1815. Casado com Maria Vieira de Santana estabeleceram uma fazenda Agrícola, trazendo consigo muitos escravos, iniciando o processo de povoamento nos arredores da cidade. Tenente Antonio de Almeida Leite, ficou viúvo em 1843, não teve filhos e viveu na fazenda do Pilar até 1860, nessa época, com idade avançada, promoveu a venda de grande parte de suas terras para famílias mineiras para incentivar o povoamento na região, também distribuiu em testamento terras para seus escravos libertos, mudou-se para a área central da cidade. Em 1868 fez a doação de uma área para que fosse erguida uma capela em homenagem ao Senhor Bom Jesus do Bom Fim, o qual era devoto e em 1868, doou o terreno à Paróquia da Diocese de Sorocaba, onde hoje é a Igreja Matriz, Praça Central, o cemitério e arredores do centro para a construção do povoado. Tenente Antonio de Almeida Leite faleceu em 29 de julho de 1870, aos 86 anos de idade.
João Batista Ribeiro, um respeitado desbravador de sertões, oriundo de São João Del Rey, havia adquirido terras junto à capela, se incumbiu de lutar pelo desenvolvimento do vilarejo.  Em 11 de maio de 1877, com sua ajuda o pequeno vilarejo era elevado à categoria de Freguesia.

FUNDAÇÃO DO POVOADO
A investida do Tenente Almeida deu início a formação do povoado. O trabalho escravo contribuiu na construção de casarões e no desenvolvimento da agricultura. No ano de sua morte em 1870, o tenente Almeida por não haver descendentes, por testamento, doou parte de suas terras também aos escravos negros.
Estes, de posse da Fazenda do Pilar, dividiram-na em lotes e venderam à estranhos, que aqui vinham em busca de terras para a instalação de lavouras e pecuária, embora o testamento proibisse a venda, o ato contribuiu para aumentar, rapidamente, a população local.
A inauguração da capela e os cultos religiosos também tiveram grande influência para a aglomeração na região onde hoje está a zona central de Pilar do Sul. Há notícias de que desde 1874, já existia no povoado de Pilar uma pequena escola.
Em janeiro de 1875, sete anos após a autorização eclesiástica, era requerida a benção para a inauguração da capela.
Em 11 de maio de 1877, João Batista Ribeiro, com autorização do Bispo da época, anunciou a elevação do povoado de Pilar, pertencente Sarapuhy, à categoria de Freguesia pela Lei Provincial Nº 57.

O FUNDADOR – JOÃO BATISTA RIBEIRO
Mineiro, oriundo de São João Del Rey, foi seminarista. Veio para a região dos sertões de Pilar em busca de ouro por volta de 1860, em companhia de sua esposa, um parente e alguns escravos. Instalou-se na Vila de Pilar. Foi um orientador da população, passou-se por médico, engenheiro, topógrafo e até parteiro, responsável pela fundação de Pilar do Sul, foi também um dos primeiros vereadores de Sarapuhy e um dos Intendentes (cargo equivalente ao de prefeito) daquele município. Foi ele quem incentivou os habitantes da Vila a lutar por sua emancipação.
Um grande homem que deixou rastros de sabedoria e amor ao trabalho. Faleceu a 25 de dezembro de 1900, aos 100 anos de idade.

ORIGEM DO NOME
A Origem do nome, segundo a lenda, vem dos caçadores e tropeiros que utilizavam o lugarejo apenas conhecido pelas pedras onde usavam para piloar a carne de caça e faziam a tradicional paçoca de carne. Além de utilizar pilares de pedras para curtir couro de animais que caçavam para sua própria alimentação. Motivo esse que começaram a chamar o lugar de Pilar. “Vamos no Pilar, caçar e fazer paçoca de carne”.
Outro motivo que ajudou a justificar o nome do local “Pilar” foi devido à religiosidade dessas famílias mineiras. Que pela devoção a Nossa Senhora do Pilar, Santa Espanhola, reforçaram a ideia de chamar o local de Pilar.
- Pilão de Pedra e Madeira (onde socavam a carne para fazer a paçoca).
- Pilar (onde estivam a caça para o manejo da carne e do couro).
- Nossa Senhora do Pilar (Santa de devoção das famílias pioneiras).
O acréscimo da palavra, do SUL, se deu em 30 de novembro de 1944, como forma de diferenciar o topônimo paulista do município paraibano de Pilar, mais antigo.

A HERANÇA DOS ESCRAVOS DE PILAR
Segundo documentos da Associação Quilombola de Pilar do Sul, a Casagrande do Claro, foi construída pelos escravos em 1825 e se tornou residência do Tenente Almeida até 1860, que posteriormente foi vendida a seu sobrinho José Rodrigues de Paula, que era casado com Benedita Maria de Almeida, filha de João de Almeida Leite, onde residiu até o seu falecimento em 1883. Após este episódio, a casa e a fazenda foram vendidas a família do senhor Zeca Antônio.
Relatos da Associação Quilombola revelam que o total da área deixada aos escravos pelo tenente Almeida, após sua morte, foi cerca de 645 alqueires.

FAZENDA DO FINAL DO SÉCULO XVIII
A fazenda João Rodrigues, construída no final do século XVIII, localizada no bairro do Turvinho, em Pilar do Sul, foi de propriedade de João Rodrigues Cordeiro e de sua mulher, Emília de Almeida Barros. No dia do seu casamento, Emília foi presenteada por seu sogro com três escravos, que se somaram aos outros que seu marido já possuía. Dentre esses escravos havia um especial que se chamava João de Camargo.
Com a assinatura da Lei Áurea, em 1888, todos os escravos foram libertados, mas continuaram vivendo na fazenda, com exceção de João Camargo, que ganhou de sua dona e madrinha algumas glebas de terra, onde atualmente se localiza o bairro CAMPOLIM, em Sorocaba. João Camargo foi morar em suas terras e lá construiu uma capela, que existe até hoje e leva o seu nome.
O casarão de João Rodrigues Cordeiro (antiga sede da fazenda) foi demolido em 1965, ficando apenas as marcas das benfeitorias feitas por ele e os locais onde os escravos trabalhavam. A casa construída na fazenda, pelo seu filho João Rodrigues de Almeida (Jango) em 1924, ainda existe e, embora tenha sido reformada em 1970, ainda guarda algumas das características originais, como a fundação, vigas, portas, janelas, uma parede em taipa sopapo e as telhas originais cobrindo uma parte do telhado. A energia da casa vem do Projeto Luz da Terra; já não utilizam o antigo gerador. Embora o antigo engenho esteja funcionando, não é mais utilizado a não ser como atração turística. Fonte: O Jornal – Edição 33 – 03/09/2003.

CRIAÇÃO DO DISTRITO (FREGUESIA)
No Brasil colonial, devido a grande importância da Igreja católica e sua influência sobre nossa sociedade, a primeira preocupação dos habitantes de um povoado, quase sempre foi a construção de uma capela sob a invocação de um santo, que passa a ser o padroeiro da localidade. Ao redor da capela os habitantes constroem suas casas. Quando estes têm condições de manter um pároco (cura) a capela recebe a denominação de capela curada, equivalente a paróquia.  A tributação (dizimo) exigida aos fiéis impõe a paróquia a delimitação de seu território. Seu raio de influência podia alcançar até centenas de quilômetros de distância. Os povoados com esse status chamavam-se freguesia. O povoado cresce e obtém autonomia político-administrativa, recebendo câmara, cadeia e pelourinho, os poderes legislativo e executivo  de hoje. Ou seja, elevação à categoria de Vila, que hoje chamamos Município. (fonte: https://omochileiro.blog.br)
Em 11 de maio de 1877, através da Lei Providencial nº 57, João Batista Ribeiro, anunciava aos moradores que o povoado ganhava à categoria de Freguesia, com a denominação de Freguesia de Nossa Senhora do Pilar, subordinado ao município de Sarapuhy.

EMANCIPAÇÃO
Em 12 de maio de 1891, através do Decreto Lei nº 168, a freguesia é elevada à categoria de Villa, (equivalente ao status de município) com a denominação de Villa de Nossa Senhora do Pilar e desmembrado do município de Sarapuhy. Sua intendência ocorreu em 30 de maio de 1891, sendo seu primeiro intendente João Batista Bertone.
Em 1934, o estado de São Paulo realizou intervenções em diversos municípios de pequeno porte, a fim de promover a reorganização política e administrativa das pequenas cidades, dessa forma em 21 de maio de 1934, através do Decreto Lei Estadual nº 6448, o município perdia sua autonomia política, voltando à condição de Distrito anexado ao município de Piedade. Dois anos depois, no dia 05 de novembro de 1936, Pilar reconquistou sua autonomia política, retornando o desenvolvimento do município. Nessa luta, para a emancipação política destacaram-se os deputados Diógenes Ribeiro de Lima e Elias Machado de Almeida e do próprio Armando Sales de Oliveira, neste ato como Governador do Estado. Em março do ano seguinte, Eugênio Theodoro Sobrinho tomou posse como primeiro prefeito eleito. Em 30 de novembro de 1944, através do Decreto Lei Estadual nº 14334, o município de Pilar passou a denominar-se PILAR DO SUL.

A ENERGIA ELÉTRICA NO MUNICÍPIO
No ano de 1912, é iniciada a instalação de uma usina Hidrelétrica que geraria energia para Pilar. O local onde a empresa Cianê construiu a usina é onde hoje está localizada a cachoeira do bairro do Turvinho.
Em 1928, por intermédio de Robert Kerr, funcionário da companhia de energia elétrica Light & Power, Pilar começava a receber energia elétrica.

NOSSA SENHORA DO PILAR
Segundo uma antiga tradição, desde os primórdios de sua conversão, os cristãos primitivos ergueram uma pequena capela em honra à Virgem Maria, às margens do rio Ebro, em Zaragoza, na região de Aragon, na Espanha. A capelinha primitiva foi sendo reconstruída e ampliada com o correr dos séculos, até se transformar na grandiosa Basílica que acolhe, como centro vivo e permanente de peregrinações, numerosos fiéis que vêm de todas as partes do mundo rezar à Virgem e venerar o seu Pilar.
Outra venerável tradição afirma que a Virgem apareceu ao apóstolo São Tiago, que chegara à Espanha para anunciar o Evangelho, quando este já estava desanimado pelos insucessos e disposto a retornar a Jerusalém. Na ocasião, a Virgem apareceu sobre um Pilar, junto ao rio Ebro.
Nossa Senhora do Pilar foi a Santa de devoção das primeiras famílias que se instalaram na região, motivo esse, que ajudou a reforçar e consolidar o nome do pequeno lugarejo, que mais tarde se tornaria a Villa de Nossa Senhora do Pilar.

PADROEIRO - NOSSO SENHOR BOM JESUS DO BOM FIM
Inicialmente a capela de Bom Jesus do Bom Fim começou a ser erguida em 1868, vindo a se tornar Paróquia no dia 28 de Abril de 1889, sendo seu primeiro pároco o padre Vicente Gaudineri. Uma imagem do Senhor Bom Jesus do Bom Fim foi trazida da Bahia e foi abençoada no dia 6 de Agosto de 1.885, em decorrência da Reforma da Igreja Matriz em 1920, a imagem foi deslocada para a Capela de Bom Jesus do Bom Fim no Bairro do Pombal, a qual permanece no local até os dias de hoje. No dia 6 de agosto comemora-se o dia do padroeiro da cidade de Pilar do Sul. Nas comemorações a imagem é reconduzida em romaria até a igreja Matriz, onde se realiza o tríduo religioso e a tradicional quermesse em louvor ao Padroeiro. Em 1929, através de um projeto do então vereador Felisbino Murat, a municipalidade negociou junto a Paróquia Bom Jesus do Bom Fim a compra de parte de seu terreno – onde hoje está a área central – para a expansão da cidade. A compra dessa área foi formalizada, em 26 de novembro de 1929, junto ao Bispo Diocesano Dom José Carlos de Aguirre.

A CHEGADA DOS IMIGRANTES
Em 1945, chegam Eizo Nagahama, Togo Zenzo e Kuniji Yamahata, os primeiros japoneses em terras pilarenses, vindos da região de Itapecerica da Serra. Naquela época, Nagahama adquiriu 20 alqueires no bairro Dois Portões. Já Togo e Yamahata adquiriram 20 alqueires na proximidades de onde hoje está a Colônia Bandeirante. Oito anos após sua chegada e árduo trabalho, Yamahata e Togo deixam as terras pilarenses.
Kiiti Fukushima chegou a Pilar do Sul, vindo de Ibiúna, em 1946, e comprou um sítio com 80 alqueires entre os rios Turvo e Pinhal. Em 1947, chegaram Kofuku Okita e Tsuneo Miyamoto, ambos vindos de Ibiúna. Foram morar na cidade e arrendaram um terreno no bairro do Guaçuzal, colocando 15 famílias para trabalhar no plantio de tomates. Inicialmente, os japoneses começaram com os cultivos de tomate, caqui e uva e continuaram no segmento de fruticultura; até hoje seus descendentes são os principais produtores agrícolas do município.
Muitos outros imigrantes também vieram, entre eles os espanhóis, os alemães, os italianos, os portugueses e os sírio-libaneses. Migrantes também contribuíram e continuam contribuindo para o desenvolvimento do município.

PATRIMÔNIO DA SAUDADE
É como hoje é chamado esse lugar, localizado a 13 km do centro de Pilar do Sul e que foi o reduto de uma grande empresa instalada na cidade, nos anos de 1950. Dirigida pelo inglês Robert James Foster, um jovem de 27 anos, formado em Ciência Políticas que chegou a Pilar em 1950, acompanhado de sua esposa Dirce Penteado Foster, com a função de assumir a direção das fazendas Vitória e Fazendinha, que formavam um total de 7.000 hectares, adquiridas pela empresa Alpargatas Santista Têxtil S/A, e lá instalar, no bairro Claro (estrada de Pilar e Tapiraí), a empresa Companhia Agrícola Fibrasil.
O objetivo da empresa era cultivar e processar a fibra da planta chamada sisal. Do sisal, utiliza-se principalmente a fibra das folhas que, após o beneficiamento, é destinada a indústria de cordoaria; que no caso da empresa lá instalada, o objetivo era usar o sisal na fabricação de um calçado feito de lona e sola de sisal, popularmente chamado de enxuga-poça.
Para que o projeto fosse implantado foi construída uma vila, com cerca de 90 casas, além da sede da fazenda, com toda a estrutura urbana e social, destinadas aos trabalhadores que cobririam várias frentes de trabalho, como reflorestamento, criação de gado, cultura do sisal, geração de energia elétrica e outras atividades voltadas a sustentação da vila.
A partir dos anos de 1960 esse artigo, o “enxuga-poça” caiu em desuso e a empresa, que passou a se chamar Fibrasil Agrícola e Comercial Ltda., passou a dedicar-se exclusivamente ao reflorestamento de pinus e criação de gado. Atualmente, as terras que formavam a empresa e a vila lá construída, hoje abandonadas, pertencem a novos proprietários, que utilizam a área para o plantio de florestas de eucaliptos.
Esse verdadeiro patrimônio histórico, com suas quatro chaminés, as casas dos colonos, a sede da fazenda e toda a estrutura lá montada, espera por restauração e transformações necessárias, para se tornar mais um roteiro turístico rural do município. Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul – 03/05/2003.

DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO
O Agronegócio é o principal gerador de empregos na cidade, com grandes empresas de plantio, estocagem e logística de cereais e grãos, além de processamento e beneficiamento de hortaliças, verduras e legumes. A agricultura do município é bastante diversificada, e atualmente são muitos os produtos cultivados pelos agricultores locais. O destaque é para o cultivo de uvas finas, Caqui e Atemóia, conhecidas por sua qualidade, que dispõe de centenas de hectares de plantação de várias espécies. Pilar do Sul se destaca também na Silvicultura, com grande área de reflorestamento de Eucalipto.
Na pecuária, o gado leiteiro e de corte também é uma das principais fontes de renda do município. A pecuária diversifica-se com a criação de búfalos, cabras, ovelhas, aves e suínos. A piscicultura (criação de peixes) é um bom exemplo e começa a crescer no município. Prova disso é o aumento de pesqueiros e criadouros. O principal fator que favorece essa diversidade é justamente o potencial hidrográfico da região.
O comércio pilarense é bem estruturado, conseguindo suprir as necessidades dos mais exigentes consumidores. A Associação Comercial e Empresarial, conta com muitas empresas associadas. Criada em 1984, teve como seu primeiro presidente Miguel José Maciel.
A cidade de Pilar do Sul tem um imenso potencial econômico e turístico a ser explorado. Dispõe de uma área para instalação de novas indústrias e, para desenvolver este setor, foi criado o Condomínio de Pequenas Empresas, com toda a infraestrutura completa.
O clima ameno influenciado pela proximidade da serra do Paranapiacaba, onde estão as nascentes e de onde sopram os ventos predominantes, a ausência de poluição, a proximidade de grandes centros e a facilidade de acesso têm proporcionado um fluxo turístico emergente, principalmente nos finais de semana, contribuindo para o desenvolvimento econômico do município. Pilar do Sul é alvo de turistas, que procuram os “ares do campo”, longe dos grandes centros, com clima agradável, num Ambiente Rural, com inúmeras Chácaras de Recreio, que recebem mais de 120.000 visitantes anualmente.

Fonte:
- Texto parcialmente extraído da Obra – Genealogia de Uma Cidade – Pilar do Sul
Autor:
- José Luiz Nogueira.
- Texto parcialmente extraído da Revista – Pilar do Sul: Nascente das Águas.
- Editora Noovha América, 2005.
Autora:
Sandra Regina Felix
Fotos:
- Fotos Históricas – Gentilmente cedidas do Acervo particular.de:
- Miguel Francisco Castanho Tavares – Agente Cultural –
Realização:
- Secretaria Municipal de Cultura e Turismo.
- Jorge Takashi Iriyama – Secretário Municipal de Turismo e Cultura.  
Apoio:
- Prefeitura Municipal de Pilar do Sul
 Denominação Promocional: “Nascente das Águas”.
 Gentílico: pilarense

PERIODOS DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL
A administração municipal pode ser dividida em quatro períodos distintos:
- Primeiro Período: Compreende os anos de 1889 a 1900. Neste período havia a Câmara Municipal e o Conselho dos Intendentes, e se notava também o Presidente da Intendência, que se configurava como titular da Administração.
- Segundo Período: A partir de 1901, que vai até o ano de 1930, os prefeitos tinham o mandato de apenas um ano, e é de se observar que a expressão “Presidente da Intendência” deixava-se de ser usada, usando-se a expressão “Prefeito Municipal”,
- Terceiro Período: O terceiro período pode-se considerar dos anos 1930 (em seu final), até o ano de 1947, quando os prefeitos eram nomeados.
- Quarto Período: O quarto e último período inicia-se no ano de 1948 (Estado Novo) e que se estende até os dias de hoje.

                                                                      GALERIA DOS PRESIDENTES DA INTENDÊNCIA

 

JOÃO BATISTA BERTONI 30/05/1891 A 1892
PADRE VICENTE GAUDINIERI 21/01/1893 A 30/11/1893
EUZÉBIO DE MORAES CUNHA 30/11/1893 A 06/1896
ANTÔNIO VIEIRA DE QUEVEDO 04/07/1896 A 21/09/1896
ELIAS VÁLIO 22/09/1896 A 12/1897
TEN. CEL. ANTÔNIO EUZÉBIO DE MORAES CUNHA 01/02/1898 A 07/1899
CEL. JOSÉ BATISTA 01/02/1899 A 01/1908
VICENTE AMARAL 02/03/1908 A 01/1909
FRANCISCO VÁLIO 1911 A 15/02/1911
JOSÉ BRAGA SOBRINHO 1911 A 1914
CAP. JUVENAL MARQUES DE QUEVEDO 1922
CAP. JUVENAL MARQUES DE QUEVEDO 15/01/1926
GENNARO SAMMARCO 1927
OBS.:
EM 1934 – O MUNICÍPIO PERDE A AUTONOMIA PASSANDO A SER DISTRITO DO MUNICÍPIO DE PIEDADE.
EM 1936 – O DISTRITO VOLTA A CONDIÇÃO DE MUNICÍPIO NOVAMENTE.



GALERIA DE PREFEITOS
 

EUGÊNIO THEODORO SOBRINHO 1937 A 1947
ANTÔNIO LACERDA 1948 A 1949
JOÃO URIAS DE MOURA 1950 A 1951
GABRIEL VÁLIO 1952 A 1955
PEDRO BATISTA 1956 A 1959
GABRIEL VÁLIO 1960 A 1963
ANTÔNIO LACERDA 1964 A 1968
ANTÔNIO JOSÉ AYUB 1969 A 1972
JOSÉ PERCHES FILHO 1973 A 1976
ANTÔNIO JOSÉ AYUB 1977 A 1982
CLÁUDIO FRANCISCO DE OLIVEIRA 01/02/1983 A 05/02/1985
DIONÍSIO DE TOLEDO 06/02/1985 A 12/08/1985
JOSÉ JORGE DE OLIVEIRA ROSA 13/08/1985 A 05/12/1985
DIONÍSIO DE TOLEDO 06/12/1985 A 31/12/1985
CLÁUDIO FRANCISCO DE OLIVEIRA 1986 A 1988
ZAAR DIAS DE GÓES 1989 A 1992
PEDRO ANTÔNIO DE CARVALHO 01/01/1993 A 31/12/1996
LUIZ HENRIQUE DE CARVALHO 01/01/1997 A 31/12/2000
ZAAR DIAS DE GÓES 01/01/2001 A 31/12/2004
LUIZ HENRIQUE DE CARVALHO 01/01/2005 A 31/12/2008
ANTÔNIO JOSÉ PEREIRA 01/01/2009 A 31/12/2012
JANETE PEDRINA DE CARVALHO PAES 01/01/2013 A 31/12/2016
ANTÔNIO JOSÉ PEREIRA 01/01/2017 A 24/06/2019
MARCOS AURÉLIO SOARES 24/06/2019 A 31/12/2020
MARCOS AURÉLIO SOARES 01/01/2021 Á 31/12/2024

OBS:
- O SENHOR JOÃO BATISTA BERTONI FOI O PRIMEIRO PRESIDENTE DA INTENDÊNCIA, DE PILAR DO SUL.
- O SENHOR EUGÊNIO THEODORO SOBRINHO FOI O PRIMEIRO PREFEITO DE PILAR DO SUL.



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