OLÍMPIA

OLÍMPIA



OLÍMPIA



OLÍMPIA



OLÍMPIA



OLÍMPIA - Sorocaba Vila Zacarias




Memorial

OLÍMPIA
OLÍMPIA
Sorocaba Vila Zacarias

Prefeitura  da Estância Turística de Olímpia

Praça Rui Barbosa, 54 - Centro
CEP: 15400-000
Fone: (17) 3280-6075
Email: gabinete@olimpia.sp.gov.br
Site: www.olimpia.sp.gov.br

 

HISTÓRICO

 

A ORIGEM
O primeiro Cruzeiro, que foi erguido naquele tempo, é ainda hoje conservado. Em meados do século passado, entre os aventureiros da exploração e conquista das terras virgens e incultas, estava o mineiro senhor Antônio Joaquim Miguel dos Santos, que perpetrou o devassamento pioneiro da terra que hoje habitamos. Na ocasião este desbravador, batizou-as de “SERTÃO DOS OLHOS D’ÁGUA”, devido ao grande número de nascentes aqui encontradas.
O local era cortado pelo rio Turvo, pelo rio Cachoeirinha e por uma ampla rede de pequenos córregos. Há sessenta córregos no município, e uma parte deles desagua no córrego Olhos D’agua, que corta a cidade de Olímpia e corre plácido entre suas margens, ornadas por amena vegetação.

FUNDAÇÃO DO POVOADO
Em 02 de março de 1903, era feita a doação de 100 alqueires de terra para a constituição do Patrimônio de São João Batista dos Olhos D’água.
A escritura foi lavrada, naquele dia, no Cartório do Primeiro Tabelião Francisco de Almeida Silvares, na cidade de Barretos, e registrada no dia 09 de julho de 1903, as folhas 53, do livro 3-I de transcrição de imóveis.

CRIAÇÃO DO PATRIMÔNIO DE SÃO JOÃO BATISTA
A área de 100 alqueires de terras doadas para construção do Patrimônio em 1903, hoje está delimitada pelas Ruas Benjamin Constant, a Avenida Mário Vieira Marcondes, Síria, Avenida Waldemar Lopes Ferraz, Dr. Antônio Olímpio e Avenida Dr. Andrade e Silva, recebeu o nome de Patrimônio de São João Batista. São terras fofeiras, cujos proprietários, na época, pagavam o aforamento à Fábrica da Paróquia, que foi criada em13 de março de 1910, e tendo por Santo Padroeiro de Olímpia, São João Batista.

CRIAÇÃO DO DISTRITO
O distrito, já com o nome de VILA OLÍMPIA, foi criado em 18 de dezembro de 1906, através da Lei Estadual 1035, no governo do Dr. Jorge Tibiriçá, sendo a sede distrital elevada à categoria de Vila pela Lei Estadual 1038, de 19 de dezembro de 1906.
Foi o engenheiro Robert John Reid quem solicitou ao Dr. Antônio Olímpio Rodrigues Vieira, de largo prestigio político em Barretos, que ao ser criado o distrito, fosse dado o nome de Vila Olímpia, em homenagem à MARIA OLÍMPIA, afilhada do engenheiro e filha única do ilustre chefe político.

CRIAÇÃO E EMANCIPAÇÃO DO MUNICÍPIO
Em 07 de dezembro de 1917, através da Lei Estadual nº 1571, com terras desmembradas do município de Barretos, foi criado o Município de Olímpia, durante o governo do Dr. Altino Arantes, que também concedeu foros de cidade à sede municipal. A instalação do município verificou-se em 07 de abril de 1918.

CRIAÇÃO DA COMARCA
A comarca de Olímpia foi criada em 19 de dezembro de 1919, pela Lei Estadual 1689, também no governo do Dr. Altino Arantes. A sua instalação se deu em 09 de fevereiro de 1920. Sendo de segunda entrância, sua jurisdição abrange os municípios de Olímpia, Altair, Cajobi, Embaúba, Guaraci e Severinia.
Gentílico: Olimpiense – Para o torcedor do Olímpia Futebol Clube, aplica-se o adjetivo Olimpiano, hoje em desuso.
Fonte de Pesquisa: Livro do professor José Santa’nna
Colaboração: Assessoria de Imprensa da Prefeitura.

FORMAÇÃO ADMINISTRATIVA
Distrito criado com a denominação de Olímpia, por Lei no 1035, de 18 de dezembro de 1906, no Município de Barretos. Cidade por Lei Estadual nº 1038, de 19 de dezembro de 1906. Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, figura no Município de Barretos o Distrito de Vila Olímpia. Elevado à categoria de município com a denominação de Olímpia, por Lei no 1571, de 07 de dezembro de 1917, desmembrado de Barretos. Constituído de 2 Distritos: Olímpia e Cajobi. Sua instalação verificou-se no dia 07 de abril de 1918. Lei no 2189, de 30 de dezembro de 1926, desmembra do Município de Olímpia o Distrito de Cajobi. Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o Município de Olímpia se compõe de 6 Distritos: Olímpia, Baguassu, Guaraci, Icém, Luiz Barreto e Patos. Decreto no 7009, de 12 de março de 1935, cria o Distrito de Orindiúva e incorpora ao Município de Olímpia. Decreto no 7010, de 12 de março de 1935, cria o Distrito de Veadinho e incorpora ao Município de Olímpia. Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, bem como no quadro anexo ao Decreto-lei Estadual nº 9073, de 31 de março de 1938, o Município de Olímpia compreende o único termo judiciário da comarca de Olímpia e se divide em 8 Distritos: Olímpia, Baguassu, Guaraci, Icém, Luiz Barreto, Orindiuva, Veadinho e Paulo de Farias (Ex-Patos). Decreto-lei Estadual no 9775, de 30 de novembro de 1938, cria os Distritos de Altair e Ribeiro dos Santos e incorpora ao Município de Olímpia, e extingüe o Distrito de Baguaçu. O referido Decreto Estadual nº 9775, desmembra do Município de Olímpia os Distritos de Paulo de Faria, Orindiuva e Veadinho para o novo Município de Paulo de Faria. Em 1939-1943, o Município de Olímpia é composto dos Distritos de Olímpia, Altair, Guaraci, Icém, Ribeiro dos Santos e Severínia (Ex-Luiz Barreto) e é termo único da comarca de Olímpia, termo este formado por 2 Municípios: Olímpia e Cajobi. Decreto-lei Estadual no 14334, de 30 de novembro de 1944, cria o Distrito de Baguaçu, e incorpora ao Município de Olímpia. O referido Decreto desmembra do Município de Olímpia os Distritos: Guaraci e Icém. Em virtude do Decreto-lei Estadual nº 14334, de 30 de novembro de 1944, que fixou o quadro territorial para vigorar em 1945-1948, o Município de Olímpia ficou composto dos Distritos de Olímpia, Altair, Baguaçu, Ribeiro dos Santos e Severínia, e constitui o único termo judiciário da comarca de Olímpia, a qual é constituída dos Municípios de Olímpia, Cajobi e Guaraci. Permanece com os mesmo Distritos, comarca de Olímpia, no quadro fixado pela Lei Estadual nº 233, de 24-XII-1948 para vigorar em 1949-1953. Figura no quadro fixado pela Lei Estadual nº 2456, de 30-XII-1953 para o período 1954-1958, sem o Distrito de Severínia. Elevado à categoria de município pela mesma Lei. Lei Estadual no 5285, de 18 de fevereiro de 1959, desmembra do Município de Olímpia o Distrito de Altair. Em divisão territorial datada de 01-VII-1960, o município é constituído de 3 Distritos: Olímpia, Baguaçu e Ribeiro dos Santos. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 15-VII-1999.
Fonte: IBGE

ESTÂNCIA TURÍSTICA – A GRANDE CONQUISTA
A cidade de Olímpia, se transformou em Estância Turística. A aprovação do Projeto de Lei que dá a Olímpia a condição de ESTÂNCIA TURÍSTICA, aconteceu em sessão extraordinária realizada no dia 03 de julho de 2014. O projeto foi à votação exatamente as 23h17, uma quinta feira, e foi aprovado por unanimidade, pelos Deputados na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo.
O projeto havia sido assinado pelo Governador Geraldo Alckmin, no dia 22 de novembro de 2013, quando em visita à cidade de Olímpia. Na oportunidade afirmou: “que é um reconhecimento para a cidade de Olímpia que há meio século desenvolve trabalhos com arte, dança e história, preservando a cultura popular. Olímpia é uma cidade turística por excelência. O folclore completa 50 anos, fazendo a cidade, Capital do Folclore. Está longe de praia, mas é óbvio que o turismo vai crescer com exploração destas Aguas Termais, alavancando o crescimento da cidade”, ressaltou o Governador.
Contando com um museu que abriga um dos mais completos acervos sobre o assunto, anualmente, no mês de agosto, a cidade promove o Festival Nacional do Folclore. O evento reúne grupos tradicionais de todos os estados e trazendo ainda mais turistas nessa época.

OLÍMPIA - A CENTENÁRIA CAPITAL DO FOLCLORE
Com os cognomes de “Cidade Menina Moça”, “Noiva Sertaneja” (já em desuso) e atualmente “CAPITAL DO FOLCLORE” graças à consagração de seus festivais de folclore, Olímpia chegou ao seu centenário.
Parece incrível, mas cem anos já se passaram desde o sucesso das instâncias do engenheiro escocês JOHN ROBERT REID junto aos condôminos do “Sertão dos Olhos D’água” – as terras que viriam a ser denominadas olímpienses – na ocasião em que havia sido convidado para demarcá-las, em 1897. O senhor Reid os convenceu então sobre a possibilidade de ali se fundar um povoado que prosperaria rapidamente.
Seu nome deriva de “Maria Olímpia”, filha de um importante político da região e afilhada do engenheiro Reid, a quem este quis homenagear.
Merecem ser lembrados os nomes que constam da escritura pública lavrada em 2 de março de 1903, na cidade de Barretos, SP, nomes que fazem parte da história de Olímpia, nomes dos doadores das terras das quais hoje sentimos jubiloso orgulho.
São estes senhores: João Francisco dos Reis e sua mulher Inácia Eva de Jesus, Miguel Antônio dos Reis e sua mulher Carolina Luísa de Jesus, Mariana Francisca do Carmo, Mariana Inácia de Jesus, Francisco Miguel dos Santos, Antônio Miguel dos Santos, João Antônio de Campos, João Inácio de Sousa e sua mulher Francisca Flausina de Jesus, João Bonifácio da Freiria, Jerônimo Bonifácio dos Santos, Davi Osório dos Santos, Gabriel Garcia dos Santos, Jerônimo Antônio dos Santos e sua mulher Isabel Maria de Jesus, Miguel Viríssimo dos Santos, Marcolina Frausina da Freiria, Antônio Felisberto dos Santos, Joaquim Miguel dos Santos e sua mulher Querubina Maria de Jesus, Inês Rita de Jesus e Maria Generosa de Jesus. Muitos de seus descendentes conosco ainda convivem.
Com efeito, Olímpia foi privilegiada, desde seus primórdios. Inicialmente, pelos mencionados doadores, e, no decorrer de sua história, pelo heroico esforço de seus desbravadores e pela plêiade de seres humanos íntegros e valorosos que se lhes seguiram.
Foram cem anos de uma trajetória que, a despeito dos percalços e das adversidades que inevitavelmente se nos deparam, foi sempre auspiciosa e ascensional, marcada por inúmeros e felizes êxitos, e que, por isso, ostenta, para os tempos vindouros, perspectivas ainda mais otimistas.
O município de Olímpia foi se revelando muito superior às mais promissoras expectativas e impressões do engenheiro Robert John Reid, que, hoje, se possível fosse, extasiar-se-ia na contemplação do resultado de suas proféticas argumentações, tal qual se daria com os abnegados doadores das terras, aos quais já aludimos.
Embora tenha seu marco inicial situado na base de um grande vale, Olímpia se sobreleva em muitos aspectos. È uma cidade que se distingue pelo vigor de seu solo e pela pujança dos seus habitantes, sejam eles nativos ou adotivos.
Milagres _ efeitos sem causa _ estão naturalmente fora dos domínios da perseverança humana, mas as conquistas possíveis, não. E é exatamente para isso que todos nós, juntos, se Deus quiser, empenharemos nossos maiores esforços para tornarmos a nossa “CAPITAL DO FOLCLORE” cada vez melhor.

PROF. JOSÉ SANT’ANNA – O CRIADOR DO FESTIVAL DO FOLCLORE
Filho de João Joaquim de Sant’anna e de Hypólita Theodora da Silveira Sant’anna, José Sant’anna nasceu a 08 de julho de 1937, em Olímpia, onde fez os cursos de magistério, científico e de contabilidade, antes de tornar-se bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais e professor de Língua Portuguesa disciplina esta que ministrou até aposentar-se no ensino de primeiro e segundo graus do magistério oficial de Olímpia. A propósito, foi durante sua atividade pedagógica, em meados da década de 1950, que ele se descobriu vocacionado ao estudo do folclore brasileiro, tornando-se, desde então, um atuante e denodado folclorólogo.
Nesses mesmos entrementes, ao elaborar pesquisas e exposições, acerca do referido assunto, o professor as transcendeu às ruas olimpienses, realizando assim, em 1965, o Primeiro Festival do Folclore de Olímpia, evento hoje que é detentor de alto prestígio e de nacional projeção, e que, em razão de tais méritos, ensejou o já consagrado título “Capital do Folclore” à sua cidade natal.
Em 1973, fundou o Museu de História e Folclore “Maria Olímpia”, ponto turístico da cidade, e um dos mais completos do Brasil.
Em 1977, com suas instâncias junto à administração municipal redundaram na criação da Casa da Cultura “Álvaro Marreta Cassiano Ayusso”.
Em 1986, propugnou por uma casa própria para o Festival do Folclore: a Praça das Atividades Folclóricas, que hoje ostenta o seu nome.
Excelso e vanguardeiro folclorista, que primava pela didática e pela excelência em tudo a que se dedicava em prol da cultura popular brasileira, José Sant’anna, publicou vários livros sobre o assunto, produziu dois discos intitulados “Olímpia e seu Folclore Musical”, entre outros de Inezita Barroso e de artistas olimpienses.
Texto: Extraído do Anuário do 39º Festival do Folclore de Olímpia.
Autor: Dr. Luiz Fernando Carneiro

THERMAS DOS LARANJAIS – O 5º MAIOR PARQUE AQUÁTICO DO MUNDO
O Thermas dos Laranjais é um fator que ajudou na conquista desse título. O parque teve sua fundação no dia 10 de dezembro de 1984, e foi inaugurado em 07 de novembro de 1987, pelo empresário e idealizador do parque aquático, senhor Benito Benatti.
O Thermas dos Laranjais está no top 5 mundial dos parques aquáticos. O parque de Olímpia, ao ocupar este quinto lugar, torna-se o único brasileiro ranqueado entre os principais empreendimentos aquático do mundo.
Gentílico: Olimpiense

GALERIA DE PREFEITOS

 

MÁRIO VIEIRA MARCONDES 07/04/1918 à 11/03/1920
CEL. GEREMIA LUNARDELLI 12/03/1920 à 15/01/1922
CEL. JOSÉ SOARES DE MEDEIROS 15/01/1922 à 15/01/1923
MANOEL INOCÊNCIO MARCONDES DE ANDRADE 15/01/1923 à 15/01/1924
MÁRIO VIEIRA MARCONDES 15/01/1924 à 30/04/1926
JOSÉ CLEMENCIO DA SILVA 30/04/1926 à 15/01/1928
DR. GERONIMO DE ALMEIDA 15/01/1928 à 05/10/1930
DR. JOÃO ALCIDES AVELLAR 10/10/1930 à 21/04/1931
CAP. LUIZ TEIXEIRA LEITE 21/04/1931 à 19/08/1931
DR. BIANOR DA SILVA MEDEIROS 19/08/1931 à 23/12/1931
MÁRIO VIEIRA MARCONDES 26/12/1931 à 14/07/1932
TEN. ANTÔNIO LEOPOLDO CUNHA 14/07/1932 à 28/081932
FRANCISCO ZANIN 29/08/1932 à 08/101932
MÁRIO GARCEZ NOVAIS 08/10/1932 à 07/01/1933
MÁRIO VIEIRA MARCONDES 07/01/1933 à 27/09/1933
FRANCISCO BERNARDES FERREIRA 27/09/1933 à 21/05/1936
ALFREDO AUGUSTO DA ROCHA 22/05/1936 à 21/11/1936
FRANCISCO BERNARDES FERREIRA 22/11/1936 à 08/07/1938
DR. JOSÉ LOPES FERRAZ 09/07/1938 à 20/09/1941
DR. PAULO FURQUIM 21/09/1941 à 05/09/1944
DORISMUNDO DE ALMEIDA CAMARGO 06/09/1944 à 21/11/1945
DR. ACÁCIO REBOUÇAS 22/11/1945 à 11/12/1945
DORISMUNDO DE ALMEIDA CAMARGO 12/12/1945 à 11/03/1947
LOURENÇO CAVARIANI 12/03/1947 à 04/04/1947
SUDÁRIO BRAZ DE MIRANDA 05/04/1947 à 31/12/1947
DR. PAULO FURQUIM 01/01/1948 à 31/121951
DR. WALDEMAR LOPES FERRAZ 01/01/1952 à 31/12/1955
ÁLVARO BRITTO 01/01/1956 à 31/12/1959
DR. WILQUEM MANOEL NEVES 01/01/1960 à 31/12/1963
PASCHOAL LAMANA 01/01/1964 à 15/12/1966
DR. AFONSO LOPES FERRAZ 16/12/1966 à 31/01/1969
DR. WILQUEM MANOEL NEVES 01/02/1969 à 31/01/1973
DR. AFONSO LOPES FERRAZ 01/02/1973 à 30/01/1977
ALVARO MARRETA CASSIANO AYUSSO 01/02/1977 à 13/05/1982
ERCILEY PAROLIM 14/05/1982 à 31/01/1983
WILSON ZANGIROLAMI 01/02/1983 à 31/12/1988
JOSÉ FERNANDO RIZZATTI 01/01/1989 à 31/12/1992
JOSÉ CARLOS MOREIRA 01/01/1993 à 31/12/1996
JOSÉ FERNANDO RIZZATTI 01/01/1997 à 31/12/2000
DR. LUIZ FERNANDO CARNEIRO 01/01/2001 à 31/12/2004
DR. LUIZ FERNANDO CARNEIRO 01/01/2005 à 31/12/2008
EUGENIO JOSÉ ZULIANI 01/01/2009 à 31/12/2012
EUGENIO JOSÉ ZULIANI 01/01/2013 à 31/12/2016
FERNANDO AUGUSTO CUNHA 01/01/2017 à 31/12/2020

OBS.: O Sr. MÁRIO VIEIRA MARCONDES, foi o primeiro Prefeito de Olímpia.




Acervo Digital

Com a ajuda de vários colaboradores reunimos um acervo de fotos antigas desta cidade. Caso você tenha fotos antigas desta cidade, contribua conosco, enviando-as para o e-mail: contato@memorialdosmunicipios.com.br

Clique nas imagens abaixo para aumentá-las:

Faço parte dessa história
Empresas que fazem parte da história desta cidade.
Utilizamos seus dados para analisar e personalizar nossos conteúdos e anúncios durante a sua navegação em nosso site. Ao navegar pelo site, você autoriza o nosso site a coletar tais informações e utilizá-las para estas finalidades. Em caso de dúvidas , acesse nossa Política de Privacidade.
Entendi.