PANORAMA

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Memorial

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Prefeitura Municipal de Panorama

Avenida Rodion Podolsky, 1995
CEP: 17980-000
Fone/Fax: (18) 3871-4211
Email: panorama_sp@abcrede.com.b
Site: www.panorama.sp.gov.br

 

HISTÓRICO

 

A ORIGEM
A cidade de Panorama foi à última cidade plantada pelos colonizadores do Estado De São Paulo. Nasceu á 423 anos da fundação de São Vicente, a primeira cidade a ser fundada. As matas foram varridas do chão paulista, forçando os índios a mudar seus domicílios para outras regiões ou Estados. Os seus fundadores foram Rodion Podolsky, Nelson de Noronha Gustavo, João Brasio e Quintino de Almeida Maudonnet da cidade de Campinas.
Nascida do sonho de um dos maiores urbanistas brasileiros, Prestes Maia, Panorama tem sua história iniciada no ano de 1946, quando Quintino de Almeida Maudonnet abriu aqui uma serraria às margens do Rio Paraná. O senhor Quintino de Almeida Maudonnet, empresário de tradicional família campineira, informado, em 1945, por amigos, que a Cia. Paulista de Estradas de Ferro tinha planos de estender os seus trilhos até a divisa do Estado de São Paulo com Mato Grosso, decidiu formar uma sociedade para comprar a Fazenda São Marcos Evangelista, com 2.700 alqueires junto ao Ribeirão das Marrecas, margeando o Rio Paraná, terras devolutas, cuja posse era do senhor José D’Incáo, farmacêutico em Presidente Wenceslau, na Alta Sorocabana.
Participaram da fundação da IMOBILIÁRIA PANORAMA LTDA., constituída em 11de dezembro de 1945, os senhores: Quintino de Almeida Maudonnet, Quintino de Almeida Maudonnet Filho, Arthur Maudonnet, Júlio Revoredo, Aníbal de Andrade, José Ribeiro de Almeida, Guilherme Plichta, Guilherme Rehdder e, como consultor jurídico, Nelson Noronha Gustavo Filho. O senhor Aníbal de Andrade, amigo e Oficial de Gabinete do ex-prefeito de São Paulo, Dr. Prestes Maia, notável engenheiro-urbanista, convidou-o para visitar a região.
Encantado com o lugar, com o PANORAMA, com as belezas e potencialidades do rio Paraná, ele, o urbanista, se propôs a planejar uma futura cidade, já que, como Conselheiro da Cia Paulista de Estradas de Ferro, tinha conhecimento que aquele seria o ponto final dos trilhos. A planta da cidade ficou pronta e foi apresentada, em Julho de 1946, pelo Dr. Prestes Maia, juntamente com extenso relatório, em uma reunião no Hotel TÉRMINUS, em Campinas, com a presença de autoridades e pessoas da sociedade campineira que se maravilharam com a concepção da planta e com o resumo oral do relatório.
Como início, a sociedade contratou madeireiros para desmatar a área prevista para o Patrimônio, montou uma serraria na barranca do rio Paraná, e as primeiras tábuas serviram para construir um hotel, o “Rancho Alegre”, a casa da sede, e dez casinhas para os peões sob a orientação e supervisão do sócio administrador Guilherme Plichta. As despesas ultrapassaram as previsões e, em 1948, o senhor Quintino percebeu que não podia continuar com o empreendimento (estava já em dívida com os madeireiros e com Bancos), e, em contato com o Dr. Nelson Noronha Gustavo Filho, seu conselheiro jurídico e Presidente da Companhia Imobiliária Campineira, sucessora da Imobiliária Campineira Ltda., fundada pelo senhor Rodion Podolsky, e Dr. Domício Pacheco e Silva, sugeriu que essa firma assumisse os encargos e se incumbisse de desenvolver o plano.
Os senhores Rodion Podolsky e Augusto Nadalutti, responsáveis pela parte comercial da Imobiliária Campineira, analisaram o problema e chegaram à conclusão de que a única maneira de solucioná-lo seria transformar a Panorama Ltda., em Sociedade Anônima de capital aberto. Para concretizar a S.A., ela precisava de subscritores das ações e, com isso, obter recursos. O senhor Podolsky reuniu oitenta e duas pessoas das mais representativas de Campinas, e as convidou para uma excursão a Panorama. No Hotel Rancho Alegre, foi servido um churrasco saboroso e, depois, todos puderam maravilhar-se com as belezas do local, e com o caudaloso Rio Paraná, na majestade dos seus 1.200 metros de largura.
O senhor Podolsky, com a sua comunicabilidade e maneira inata de sugestionar, fez com que cada um, antevisse, na própria imaginação, a bela cidade que viria a ser Panorama. A maioria subscreveu as ações da recém- criada PANORAMA S.A., cuja diretoria eleita e registrada na Junta Comercial sob o nº 38.408, em 22 de junho de 1948, - em substituição à de 16 de abril de 1948 - ficou assim constituída: Diretor Presidente, Dr. Nelson de Noronha Gustavo Filho, advogado, Diretor Vice-Presidente, Dr. Edmundo Barreto, advogado, Diretor Secretário, Dr. Arlindo de Lemos, médico, Diretor Comercial, João Brásio, corretor, Diretores Técnicos, Drs. Domício Pacheco e Silva e Simão Podolsky, engenheiros, e Diretor Gerente, Augusto Nadalutti, Administrador de Empresas.

FUNDAÇÃO DO POVOADO
O povoado de Panorama foi criado no município de Paulicéia, com terras desmembradas do Distrito de Gracianópolis. O projeto de extensão ferroviária da Cia. Paulista de Estrada de Ferro foi o causador do seu desenvolvimento.
O Diretor, Augusto Nadalutti, deixou a gerência da Imobiliária Campineira, e assumiu a tarefa de desbravar a área e atrair moradores para as zonas rural e urbana. O primeiro passo foi o pagamento (feito no anexo à casa da sede) dos débitos com os empreiteiros tiradores de madeira. Isso, de certa forma, demandou desprezo ao perigo e coragem, uma temeridade, já que o dinheiro vivo foi levado em uma maleta que ficava à vista dos madeireiros que, em fila, recebiam os seus créditos e, em sua maioria, de má conduta, possivelmente morando ali, longe da civilização, fugidos da policia.
No entanto, o povoado de Panorama começava a assumir ares de cidade. Mais ônibus na linha. Gente chegando para negócios ou lazer. Era necessário um hotel decente. Com projeto dos arquitetos Roberto e Carlos Nadalutti, irmãos do Diretor Augusto Nadalutti, residentes no Rio de Janeiro, oferecido gratuitamente, foi construído, com a supervisão do senhor Amador Lombelo, concessionário da serraria,(viria mais tarde, a ser o primeiro presidente da Câmara Municipal) o HOTEL PANORAMA, hoje Clube Paranoá, com ampliações e arquitetura modificadas.
Na época, as importações eram quase impossíveis. Um trator era indispensável. Mais uma vez o prestígio político do Dr. Nelson Noronha, foi decisivo. O gerente do Banco do Brasil em Campinas,  Antônio Carlos Bastos, disse não poder financiar a compra e autorizar a importação, considerando ainda inútil qualquer tentativa junto aos seus superiores.
O Dr. Nelson e o senhor Augusto, seguiram para o Rio de Janeiro e, em companhia dos deputados federais, Ferraz Egreja e Pereira Lopes, reuniram-se com o Ministro da Agricultura, João Cleófas que, ante os argumentos apresentados, mandou redigir uma carta para o Banco do Brasil de Campinas, a ser entregue ao senhor Bastos, autorizando o financiamento e a importação de um trator D-4, que desembarcou em Santos, no mês de Junho de 1949. Com ele abriu-se as ruas e foi construído o campo de aviação, junto ao Ribeirão das Marrecas.Em seguida, o povoado foi elevado à condição de Distrito, pertencente ao município de Paulicéia.

INSTALAÇÃO DA PRIMEIRA ESCOLA RURAL
A primeira Escola Rural foi instalada na Fazenda Limoeiro, as expensas do seu proprietário, senhor Gerônimo Martins, grande homem e líder de um grupo de proprietários que professavam a mesma religião, pioneiro no desbravamento, e o seu exemplo de agricultor bem sucedido, serviu de estímulo para muitas famílias se instalarem na zona rural.

CRIAÇÃO DO DISTRITO
Em 24 de dezembro de 1948, através do Decreto Lei Estadual nº 233, o povoado foi elevado à categoria de Distrito, pertencente ao município de Paulicéia. Este fato, contou com a inestimável ajuda do Deputado Federal José Corrêa Pedroso Junior, pescador inveterado e frequentador assíduo e entusiasta de Panorama.
De suma importância também foi à cooperação do administrador do povoado, senhor Antônio Aguiar de Souza, moço simples, mas determinado, executor fiel das ordens recebidas, também imbuído do espírito pioneiro e de entusiasmo pela ideia de ajudar a construir uma cidade.

A CHEGADA DA ENERGIA ELÉTRICA
No dia 25 de novembro de 1951, foi inaugurada a geração da energia elétrica, produzida por um potente gerador a diesel, e lançada à pedra fundamental dos armazéns da C.P.T. (Cia. Paulista de Transportes) e escritórios da C.A.I.C. (Companhia Agrícola de Imigração e Colonização), subsidiárias da Cia. Paulista de Estradas de Ferro.
Ainda neste mesmo dia, foi cortada a fita inaugural da Colônia-Ambulatório dos Pescadores, cuja obra de construção, instalação e manutenção, foi financiada pelo Ministério da Marinha, com verba conseguida pelo Deputado Pedroso Jr., tendo em vista que, nessa época o Rio Paraná tinha muitos pescadores entregues à sua sorte, sem nenhuma assistência e orientação.

INSTALAÇÃO DO PRIMEIRO CARTÓRIO
Em 28 de março de 1953, foi instalado o 1º Cartório de Registro Civil e Tabelionato, cuja titular foi Aurora Francisco de Camargo. A orientação para o funcionamento do cartório foi dada pelo advogado da Cia. Imobiliária Campineira, Dr. Enéas Ferreira Guarita, conhecedor profundo da técnica cartorial.

ORIGEM DO NOME
- PANORAMA I - O nome do município deve-se aos belíssimos fins de tarde, com o sol se pondo atrás do rio Paraná, cuja margem esquerda, num lugar conhecido por Porto das Marrecas.
- PANORAMA II - palavra de origem grega e que significa o “Espetáculo, a Vista” (-ORAMA) e (PAN) de “Tudo, Total”.

A LUTA PELA EMANCIPAÇÃO
A viagem até Tupã, ponto final da Estrada de Ferro Paulista, distante 160 km de Panorama a serem percorridos em estrada, mais ou menos suportável, até Lucélia, depois 80 km de picadas e areais que exigiam de 8 a 10 horas de ônibus para vencê-lo, demandava muito esforço e tempo improdutivo. Aí veio à solução: O senhor Augusto Nadalutti aprendeu a pilotar aeronaves e, com o brevê nº 686, e campo de pouso construído junto ao Ribeirão das Marrecas, ele pôde agilizar as providências para atingir o objetivo principal: criar condições de desenvolvimento que permitisse, ao Distrito, pleitear sua elevação a município, que em 1953, foi o ano estabelecido por Lei, para a subdivisão territorial realizada de cinco em cinco anos.
As primeiras viagens de avião compreendiam um trecho entre Lucélia e Panorama, onde os voos eram sobre a mata virgem, com pequenos claros dos Patrimônios em formação, e algumas falhas denunciando o desmatamento para o plantio de café. Dois anos depois, praticamente a mata havia desaparecido, para dar lugar às lavouras em volta de Adamantina, Flórida Paulista, Pacaembu, Junqueirópolis, Dracena, Tupi Paulista, todas em formação e progresso vertiginoso.
O tempo urgia. Sair do nada e, em quatro anos, criar as condições para que o distrito pudesse almejar sua autonomia administrativa. Em dezembro de 1949, o patrimônio pouco havia mudado. Um enorme desafio que tinha de ser vencido com muito trabalho, dedicação plena e desprendimento. Tarefa para muitas pessoas, e, sobretudo estabelecimento de metas: povoar a zona rural e fazê-la produzir era o primeiro objetivo, e isso foi conseguido com os corretores, senhores:Yoshimune (Hugo) Matsunaka, Pedro Luiz Nadalutti e Antônio Sapede Filho (Neves), este com um avião CESSNA com a inscrição “Cidade de Panorama” que vasculharam a Alta Paulista, Noroeste e Sorocabana, formando caravanas de agricultores interessados na compra de terras – a maioria colonos querendo tornar se proprietários – transportados por caminhões – e avião – até Panorama.
Decidiu-se que a área restante, após o loteamento das chácaras circundantes do povoado, previstas no projeto do Dr. Prestes Maia, seria desmembrada de acordo com a necessidade dos compradores, com serviço topográfico e de locação feito pelo engenheiro Emílio de Noronha Figueiredo, que ganhou a concorrência para esse serviço nas zonas urbana e rural. Tal medida propiciou o imediato assentamento de famílias e, em menos de dois anos, elas já produziam milho, feijão e arroz plantados nas ruas do cafezal em formação. O arrendamento das terras ociosas do povoado, para o plantio de algodão, atraiu muitos interessados que acabaram fixando-se no povoado. Foi o passo para o surgimento do grupo escolar, armazéns,(o primeiro foi o do senhor Agenor da Rocha Auriema, instalado logo no início para atender os peões) lojas de tecidos, cinema, pensões, farmácias, (o pioneiro foi o senhor João Leme), consultório médico, oficinas, máquinas de benefício de arroz, e o mais importante, a construção de casas de moradia.
Os corretores, irmãos Antônio e Luiz Barreto de Oliveira, Adriano Augusto Trondi e Fernando Gardel, encarregaram-se dos lotes urbanos, e, naturalmente, aproveitando o renome do Dr. Prestes Maia, fizeram muitas vendas, em São Paulo, Campinas e interior, que propiciaram à Sociedade uma carteira de recebimentos importante para aplicação nas obras de desenvolvimento do povoado.
Após a realização de diversas reuniões politicas, novamente foi requerida a elevação de Panorama a município. Nova luta em que valeram, novamente, os conhecimentos político e social, dos Drs. Nelson de Noronha Gustavo Filho, Arlindo de Lemos Jr., Domício Pacheco e Silva, Edmundo Barreto, Vicente Silva, e outros que acompanharam o senhor Augusto Nadalutti, quase diariamente, à Assembleia Legislativa para conversar com os deputados pedindo apoio à iniciativa. Finalmente, na última sessão do ano legislativo, o Presidente da Assembleia, o campineiro Dr. Rui de Almeida Barbosa, nome que não deve ser esquecido, anunciou a elevação de Panorama a Município.

CRIAÇÃO E EMANCIPAÇÃO DO MUNICÍPIO
Em 30 de dezembro de 1953, através do Decreto Lei Estadual nº 2456, o Distrito foi elevado à categoria de Município, com a denominação de PANORAMA, desmembrado do município de Paulicéia. Sua instalação verificou se em 01 de janeiro de 1955.
Com o município aprovado, era necessário registrar os eleitores para a eleição a ser realizada e, para isso, o Dr. Nelson de Noronha Gustavo mandou para Panorama o seu amigo e correligionário, Antônio Duran que fez o cadastramento.
Em outubro de 1954, realizadas as eleições, foi eleito Paulo de Arruda Mendes, para Prefeito, diplomado em janeiro de 1955, em sessão da Câmara presidida pelo senhor Amador Lombelo. Quando da instalação da Prefeitura, o Dr. Enéas Ferreira Guarita, incumbiu-se da sua organização político-administrativa do novo município. Era o ano da divisão administrativa do Estado.
Estando a Prefeitura e a Câmara Municipal instalada, o senhor Augusto Nadalutti, considerou cumprida a sua difícil, mas vitoriosa tarefa: criar, em quatro anos, tempo recorde, um novo município, uma nova célula administrativa, que viria a se tornar a bela cidade que é hoje. Vencido o desafio, plena e pessoalmente realizado, desligou-se da sociedade e do posto de Diretor Vice-presidente – a que havia sido eleito em assembleia de 13 de maio de1955.
Estavam completadas as primeiras e segundas fases, e iniciada a terceira. Com a emancipação tudo se tornou mais fácil. O impulso estava dado, era só aproveitá-lo usando todas as potencialidades do novo município, ponta dos trilhos da Cia. Paulista de Estradas de Ferro, porto fluvial de importância estratégica, e estimular a instalação de indústrias, comércio e serviços. .

A CHEGADA DA FERROVIA
Histórico da Linha – O chamado tronco oeste da Paulista, um enorme ramal que parte de Itirapina até o Rio Paraná, foi constituído em 1941, a partir da retificação das linhas de três ramais já existentes: os ramais de Jaú (originalmente construído pela Cia. Rio-clarense e depois por pouco tempo de propriedade da Rio Claro Railway, comprada pela Paulista em 1892), de Agudos e de Bauru. A partir desse ano, a linha, que chegava somente até Tupã, foi prolongada progressivamente até Panorama, na beira do Rio Paraná, aonde chegou em 1962. A substituição da bitola métrica pela larga também foi feita progressivamente, bem como a eletrificação da linha, que alcançou seu ponto máximo em 1952, em Cabrália Paulista.
Em 1976, já com a linha sob a administração da FEPASA, o trecho entre Bauru e Garça que passava pelo sul da Serra das Esmeraldas, foi retificado, suprimindo-se uma série de estações e deixando-se a eletrificação até Bauru somente. Trens de passageiros, a partir de novembro de 1998, operado pela FERROBAN, seguiram trafegando pela linha precariamente até 15 de março de 2001, quando foram suprimidos.
A Estação de Panorama – Foi inaugurada em 1962. A cidade já existia e era município desde 1953. A estação foi construída, de forma provisória, de madeira, e acabou ficando assim até 1983, quando uma nova estação foi construída, com o mesmo estilo das outras do ramal, que eram dos anos 1940, numa atitude surpreendente da FEPASA. Esta estação foi inaugurada em 1984, e está lá até hoje. É o ponto terminal do tronco Oeste da antiga Cia. Paulista, ficando ao lado da barranca do Rio Paraná.

Gentílico: Panoramense
 

GALERIA DE PREFEITOS

 

PAULO MENDES 01/01/1955 à 31/12/1959
MILTON NORONHA 01/01/1959 à 31/12/1962
MARIO DE SOUZA 01/01/1963 à 31/12/1966
DOROCY VALENÇA 01/01/1967 à 30/12/1969
JOSÉ MILANEZ 31/12/1969 à 31/12/1972
ANTÔNIO SILVEIRA 31/12/1972 à 31/12/1976
JOSÉ MILANEZ 01/01/1977 à 31/12/1982
LUIZ CARLOS HENRIQUE 01/01/1983 à 31/12/1988
FRANCISCO RIBOLI 01/01/1989 à 31/12/1992
LUIZ CARLOS HENRIQUE 01/01/1993 à 31/12/1996
NILTON FERNANDES 01/01/1997 à 31/12/2000
FRANCISCO RIBOLI 01/01/2001 à 31/12/2004
JOSÉ MILANEZ JR. (TING) 01/01/2005 à 31/12/2008
JOSÉ MILANEZ JR. (TING) 01/01/2009 à 31/12/2012
LUIZ CARLOS HENRIQUE DA CUNHA 01/01/2013 à 31/12/2016
GIULIO CESAR LIMA PIRES 01/01/2017 à 31/12/2020

OBS. O Sr. PAULO MENDES, foi o primeiro Prefeito de Panorama.




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