Pereira Barreto

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Pereira Barreto



Pereira Barreto - Porangaba




Memorial

Pereira Barreto
Pereira Barreto
Porangaba

Prefeitura  da Estância Turística de Pereira Barreto

Avenida Jonas Alves de Mello, 1947.
CEP: 15370-000
Fone: (18) 3704-8500
Email: imprensa@pereirabarreto.sp.gov.br
Site: www.pereirabarreto.sp.gov.br

 

HISTÓRICO

 

A ORIGEM
No passado, a região em que o município de Pereira Barreto está localizado, já havia sido vasculhada por inúmeros aventureiros, tendo por aqui passado os Irmãos Leme, agente de Pascoal Moreira Cabral, Dom Luiz de Cepedes Xéria, nomeado Governador do Paraguai, que se casou durante sua curta permanência em São Paulo, com a filha do bandeirante André de Sá, a bela Dona Vitória.
Dom Luiz estacionou nas terras comunais, primeiramente na boca da volta do Anzol, no Passo de Pirataraca, à altura de Lussanvira. Transferiu-se posteriormente para o pontal formado pelo Rio Tietê, em sua foz no Rio Paraná, isso na primavera de 1628. A senhora Vitória de Sá, nomeadamente foi à primeira mulher a pisar as terras que hoje, constituem o município. Nesse local, Dom Luiz aprovisionou numa roça que ali foi plantada, e deixada por um anônimo e desconhecido predecessor. Com hispânica eloqüência registrou em seu relatório que “Havia abundância de pescado e grandíssima suma de caza, de tigres y leones y muchissimas antas”. Anos mais tarde, encerrado o ciclo verdadeiramente empolgante e misterioso das monções e do pioneirismo paulista, o rio Tietê foi relegado ao esquecimento. Nessa época apareceu um italiano, Flávio Dias da Costa, que declarou possuir entre outros bens uma gleba seccionada no seu geocentro, pelo rio que o gentio chamava “Niembi - Meri”, nome que é uma simples corruptela de Anhembi - Mirim, hoje o atual Rio São José dos Dourados. Apossou-se desta gleba em 1815, dela se livrando a 27 de janeiro de 1829, mediante alienação feita a José Garcia Leal, que ficou com a região de Urubupungá e a Fabricio Joaquim de Souza que se tornou proprietário da atual Fazenda Ponte Pensa. Em 1842, o senhor José Garcia Leal, por doação, transferiu seu latifúndio aos seus sobrinhos, senhor Leal e a senhora Anna Angélica, e estes para os senhores:Antônio Manoel Teixeira e Antônio Correia de Souza. Posteriormente, segundo documento datado em 17 de abril de 1844, a propriedade foi transferida para o senhor Antônio Francisco Lopes e ao senhor Manoel Pimenta. E, ao senhor Fabrício, que ficava além do Rio São José do Dourados, venderia também sua fazenda a terceiros, inclusive uma parte ao senhor João Ferreira da Rocha, que em 1875, no córrego do Limoeiro, em seu sítio apelidado de Pau Ferrado, à margem da velha estrada de Cuiabá, em terras do atual município, exercia a profissão de ferreiro. Devemos lembrar também que, em 1850, o Governo Imperial decidiu por questões de segurança nacional e política, estabelecer uma ligação permanente entre a Côrte e a Província de Mato Grosso, e em 1858, foi criado a Colônia Militar de Itapura, e um núcleo de colonização nos limites das duas províncias de Mato Grosso e São Paulo, com o sensato propósito de facilitar e estimular a navegação e a comunicação, entre o Governo Imperial e as Forças Armadas, fixadas na fronteira com o Paraguai. A região possuía uma via de comunicação terrestre, denominada Picadão de Cuiabá, e em 1870, foi inaugurada a Estrada de São Bento de Araraquara, ligando Avanhandava e Itapura, na margem direita do Rio Tietê. Em 1909, a imigração Japonesa, encadeou uma série de eventos de colonização e de arroteamento de área, em seu primeiro contato direto com a região, realizada pelos trabalhadores japoneses contratados para a construção da Estrada do Bacuri e Itapura, até a conclusão final em 1910. A região onde se localiza o atual município de Pereira Barreto fazia parte de uma Fazenda Federal, onde em 1858, foi criado uma Colônia Militar com o nome de “Estabelecimento Naval de Itapura”, em virtude de estar situado justamente no Salto de Itapura, no rio Tietê. Havia nesta região, na época pertencente ao município de São José do Rio Preto, um povoado situado à margem do Rio Tietê, chamado Itapura, que foi elevado a Distrito em 1909. Parte desse território foi desmembrado,e depois incorporado ao Distrito de Penápolis em 1910. Era proprietário das terras do povoado de Itapura, o Coronel Jonas Alves de Mello, que grande parte delas havia vendido a vários imigrantes japoneses, entre os quais Kumito Miyasaki, Carlos Y Kato e Gousu kiImau (os primeiros povoadores do lugar).

INÍCIO DA IMIGRAÇÃO JAPONESA
A história de Pereira Barreto e da Imigração Japonesa na região, teve início quando, em 01 de agosto de 1927, reuniram-se em Tóquio cerca de doze Governadores das Províncias do Japão, e fundaram uma Cooperativa de Colonização, com o nome de “KAIGAI IJUU KUMIAI RENGOOKAI”, cujo objetivo era de formar grandes núcleos, para dar assistência às pequenas propriedades agrícolas no Brasil, enviando do Japão os imigrantes proprietários.

CONSTITUIÇÃO DA COOPERATIVA
A Cooperativa de Colonização foi assim constituída: Diretor Presidente: DR. KEISHITI TATSUKI- ex Embaixador do Japão no Brasil - Diretor Gerente: DR. MITSUSADA UMETANI- ex Governador da Província de Nagano. Como o objetivo era de colonização, para fixar definitivamente os imigrantes no Brasil, foi que em outubro de 1927, o Dr. MITSUSADA UMETANI veio ao Brasil para adquirir uma grande gleba de terras. No dia 09 de agosto de 1928, ele adquiriu do Cel. Jonas Alves de Mello, a Fazenda Tietê, com 46.690 alqueires. No dia primeiro de setembro de 1928, foi nomeado o primeiro administrador da fazenda, o experiente SyungoroWako. No início, incentivaram o plantio de café em cada lote de dez alqueires, em pelo menos 60% da sua área, com as demais destinadas ao plantio de cereais, e reserva florestal.A Sociedade Colonizadora providenciou toda infraestrutura necessária para a colonização. No dia 30 de março de 1929, esta sociedade foi registrada em São Paulo, com o nome nacionalizado de “SOCIEDADE COLONIZADORA DO BRASIL LTDA”, e em Japonês com o nome de “BRASIL TAKUSYOKU KUMIAI”, depois conhecida por BRATAC.

FUNDAÇÃO DO POVOADO
Tais terras ficavam situadas em região desabitada. O município de Pereira Barreto foi fundado oficialmente, com o nome de NOVO ORIENTE, em 11 de agosto de 1928, quando a SOCIEDADE COLONIZADORA DO BRASIL LTDA adquiriu parte das terras do povoado de Itapura a fim de receber imigrantes japoneses,para trabalharem nas lavouras. As terras então já pertenciam pela Lei nº. 2008 de 23 de dezembro de 1924, ao município de Monte Aprazível. As terras adquiridas pela Sociedade Colonizadora eram banhadas por grandes rios, como o Tietê e o Paraná, o que as tornavam apropriadas para a lavoura, que em pouco tempo, tornou viável o rápido progresso da região.

O PIONEIRISMO
Após a aquisição destas terras, o Dr. Mitsusada Umetani, planejou a construção de uma Ponte no Rio Tietê, na qual receberia o nome de “PONTE NOVO ORIENTE”. Consideram-se realmente como pioneiros e fundadores desta região, as seguintes personalidades: Dr. Keishiti Tatsuki – 1º Diretor Presidente da Sociedade Colonizadora – Dr. Mitsudada Umetani – 1º Diretor Gerente da Sociedade - Syungoro Wako – 1º Administrador da Fazenda Tietê, Dr. Kazuo Nakashima – Administrador Interino e Agrimensor -Kiichi Takeuche,  Kagueki Oonari,  Gonroku Yoshimura,  Hirosu keIshida,  Ikutano Aoynagui,  Sentaro Hatanaka,  Tokuya Koseki,  Kumito Myasaki,  Carlos Y Kato e  Gousu kiImau. Em Junho de 1929, tem inicio a derrubada das matas, em uma área de 63 alqueires, onde foi planejada a zona urbana. Tempos depois, este povoado, já composto de cerca de 500 habitantes, passou a se chamar “VILA NOVO ORIENTE”, mais tarde PEREIRA BARRETO. Em 27de setembro de 1936, vem a falecer no Japão o senhor Mitsusada Umetani, fundador e ex-diretor gerente da Sociedade Colonizadora do Brasil Ltda.
Fonte: Informações extraídas da Obra publicada pelo autor Jitsunobo Igi – 1988.

PONTE NOVO ORIENTE – A PONTE VELHA
A construção da ponte era uma necessidade, pois viabilizaria a ligação dos núcleos urbanos da Fazenda Tietê, à estação de trem de Lussanvira, eliminando o uso da balsa. Aponte foi projetada por uma empresa do Rio de Janeiro em 1929, e o início da construção ocorreu em outubro de 1932. O local para a construção foi definido por um engenheiro da BRATAC, Kazuo Nakashima, que escolheu a área devido à formação rochosa do terreno, que foi utilizada para “cravar” as bases da ponte, e pela menor distância entre as margens do Rio Tietê no local. Em 25 de junho de 1935, foi inaugurada à Ponte Novo Oriente. A construção da ponte durou dois anos e quatro meses para ser concluída, apesar do contrato da obra prever um prazo de quatorze meses. O custo desta ponte, hoje submersa pelo Lago de Três Irmãos, foi de 800.000.000 (Oitocentos Contos de Réis) pagos pela BRATAC, e 400.000.000 (Quatrocentos Contos de Réis) foram pagos pelo Governo do Estado, totalizando 1.200.000.000 (Hum Mil e Duzentos Contos de Réis). Após a inauguração da ponte, a Sociedade Colonizadora do Brasil Ltda., doou-a ao Governo do Estado, que na ocasião foi representado pelo senhor Antônio Leite. A benção solene da ponte, no dia da sua inauguração, foi celebrada pelo Padre Emilio Quirce. Neste mesmo dia, foi inaugurada a estrada estadual, que partia de Lussanvira, passando pela ponte, indo até o Porto Tabuado, cuja extensão era de 62km. Nesta mesma época, foi inaugurada a linha de ônibus que ligava o Distrito de Novo Oriente à Araçatuba, via Mirandópolis. O percurso levava em média 12 horas, partindo as 7:00horas e chegando a Araçatuba as 19:00horas. Ela serviu por mais de meio século ao desenvolvimento da região de Urubupungá.

CRIAÇÃO DO DISTRITO
Em outubro de 1934, através do Decreto Lei Estadual nº 6712, a VILA DE NOVO ORIENTE, foi elevado à categoria de Distrito.

CRIAÇÃO E EMANCIPAÇÃO DO MUNICÍPIO
Em 30 de novembro de 1938, através do Decreto Lei Estadual nº 9775 o Distrito de NOVO ORIENTE, foi elevado à categoria de Município, já com o nome alterado para PEREIRA BARRETO.

ORIGEM DO NOME
O nome dado ao município de Pereira Barreto foi uma homenagem ao cientista brasileiro DR. LUIZ PEREIRA BARRETO, que nasceu na cidade de Rezende, Estado do Rio de Janeiro, em 11 de janeiro de 1840. Formado em medicina, era clínico, higienista, filósofo, sociólogo, biologista e homem público. Propagou a terra roxa, a campanha pela imigração europeia, o combate à ferrugem da uva, e a seleção de gado. Infelizmente o Dr. Luiz Pereira Barreto, nunca esteve nesta região. Seu nome, dado ao município, foi uma homenagem do então Governador à época, que fez à sua pessoa.

REGISTROS DO HISTORIADOR – LINHA DO TEMPO
Embora o ano de 1908, seja considerado o marco “zero” da história da imigração japonesa no Brasil, vários japoneses já residiam antes desta data, inclusive havia uma loja filial da Fujisaki, em plena Rua São Bento, em São Paulo. A história registra que, o primeiro japonês, que visitou o Brasil, foi um Deputado, senhor MassayoNeguishi, em 1884, a mando do Ministério do Exterior do Japão.
Em 1895, o Brasil firmou o primeiro Tratado de Comércio Marítimo com o Japão, e no mesmo ano, um Diplomata Japonês passou a residir em solo Brasileiro. Até o ano de 1927, estas terras pertenciam a Fazenda do Coronel Jonas Alves de Mello.
Em 09 de agosto de 1928, foi firmado um contrato de compra e venda de uma área de 46.670 alqueires, com o Cel. Jonas Alves de Mello, fundando-se então a “Sociedade Colonizadora do Brasil”, que assumiu a Colonização dessas terras. O contrato de compra e venda dessas terras, entre o Cel. Jonas Alves Mello e a Sociedade Colonizadora, contou também com a intermediação do então Senador Rodolfo Miranda, considerado um dos fundadores da vizinha cidade de Mirandópolis.
Em 1928, teve início à formação do povoado, por imigrantes japoneses, com o nome de “VILA NOVO ORIENTE”.
Em 30 de março de 1929, tem início à venda para os imigrantes japoneses de lotes de até 10 alqueires paulistas, que se propuseram ao trabalho de derrubada das matas e implantação das pequenas propriedades agrícolas.
Em 02de junho de 1929, registrou-se o nascimento da primeira pereira barretense, a menina Ayko Sato, filha de Kaichi Sato, que vieram de Wakayama no Japão, e residia na secção “A” da Fazenda Tietê.
Em 05de janeiro de 1933, a Sociedade Colonizadora – BRATAC – assinou contrato de instalação de luz termoelétrica na Vila Novo Oriente com o termoelétrico senhor Tamotsu Kimoto.
Em 23de janeiro de 1933, ocorre a inauguração da luz termoelétrica na Vila, com apenas 42 lâmpadas, com capacidade de cinco quilowatts, e que atendia somente 27 famílias. A eletricidade era produzida pelo motor aproveitado da máquina de arroz existente, e se estendia até a meia noite.
Em abril de 1933, foi enviado de Monte Aprazível, o senhor Waldemar Prudente Correa, nomeado então, o primeiro Subprefeito de Novo Oriente.
Em outubro de 1934, a Vila de Novo Oriente através do Decreto Lei Estadual nº.6712,foi elevado à categoria de Distrito, pertencente ao município de Monte Aprazível. O primeiro oficial do Cartório de Registro Civil foi o senhor Francisco Custódio Pacca.
Em 1935, o Imperador do Japão, enviou para o Hospital de Novo Oriente (atual Santa Casa) um subsidio para a construção de uma sala de cirurgia.
Em 1º de Julho de 1937, deu-se a instalação do Grupo Escolar, com quatro classes, conforme Decreto-Lei Estadual nº. 9775. O primeiro diretor foi o professor Aristeu Vitorozo.
Em janeiro de 1938, foi fundada a Cooperativa dos Suinocultores da Fazenda Tietê, iniciando o processo de Industrialização de banha e carne suína.
Em 29 de janeiro de 1938, por determinação do Presidente Getúlio Vargas, foi transferida da Agência dos Correios de Lussanvira, a Agente Postal Maria Senize Maia, esposa de Manoel Maia, para a Agência dos Correios de Novo Oriente, hoje Pereira Barreto.
Em setembro de 1938, foi fundada a primeira Casa Bancária, denominada de “Casa Bancária BRATAC” (antecessora do Banco América do Sul). Esta agência iniciou suas atividades com apenas dois funcionários.
Em 10 de abril de 1939, é nomeado a primeiro Delegado de Policia do município. Quem assumiu o cargo foi o Dr. Pain Pinto.
Em 1939, foi nomeado o primeiro Prefeito do município,João Batista de Castilho, cujo mandato foi até janeiro de 1941.
Em 1940, a vida do pequeno município se resumia na “Avenida Nipão”, atual Avenida Brasil.
Em 30de novembro de 1944, através do Decreto-Lei Estadual nº.14334,Pereira Barreto foi elevada à categoria de Comarca. A instalação da Comarca deu-se em 01/01/1945. O primeiro Juiz de Direito foi o Dr. Antônio Gabriel Marão.

FORMAÇÃO DO LAGO TRÊS IRMÃOS
Em 1990, tem início à formação do lago da Usina Três Irmãos. Com a formação do lago, a cidade transformou-se quase em uma ilha fluvial, e a população viu, com tristeza, a submersão de um dos marcos da colonização japonesa em Pereira Barreto: a Ponte Pênsil Novo Oriente. Mesmo com essas mudanças, Pereira Barreto ainda guarda fortes traços de seus fundadores, os imigrantes japoneses, que podem ser facilmente observados na cozinha, nos costumes e nos monumentos públicos. Posteriormente, vieram para cá, também, italianos, espanhóis, portugueses, sírios, libaneses e muitos brasileiros vindos de várias regiões do país, principalmente do nordeste. Com o passar dos anos, a população de descendentes de japoneses em Pereira Barreto foi se reduzindo. Alguns se mudaram para outras cidades, outros fizeram o caminho inverso dos seus antepassados, foram trabalhar no Japão. Pereira Barreto, que até então era uma cidade de tradições agropecuárias, perde a maior parte de suas terras férteis, mas passa a ter, em decorrência das transformações geofísicas por que passou um enorme potencial turístico a ser explorado. A antiga ponte pênsil “Novo Oriente”, construída pelos colonizadores, no início da década de 1930, foi também em 1990, totalmente submersa pelas águas do lago de Três Irmãos. Hoje, ainda é possível observa-la por meio de mergulho.

PEREIRA BARRETO – A ESTÂNCIA QUE TODOS PRECISAM CONHECER
Fundada em 1928, por imigrantes japoneses, que para cá vieram trabalhar na lavoura, a Estância Turística de Pereira Barreto, ainda guarda fortes traços de seus fundadores, que podem ser facilmente observados na culinária, nos costumes e nos monumentos públicos.
Com a chegada também de imigrantes italianos, espanhóis, portugueses, sírios, libaneses e brasileiros de outras partes do país, também contribuíram significantemente para a formação do município. A Estância Turística hoje é considerada um paraíso ecológico. Há muitas opções para quem vem a esta terra. Tem Praia de água doce, muito sol, ar puro, fauna e flora riquíssima. O Turismo contribui na geração de renda, pois a Estância tem uma programação de eventos, para todos os gostos, que ajuda a ocupar a rede de hotéis e pousadas. Venha nos visitar.

USINA TRÊS IRMÃOS
A Usina Três Irmãos é a maior usina construída no Rio Tietê. Está localizada entre os municípios de Pereira Barreto e Andradina, a 28 km da confluência com o Rio Paraná. Sua barragem tem 3.640 metros de comprimento, e seu reservatório mede 785 km². A Usina possui cinco unidades geradoras, com turbinas Francis, e duas eclusas para navegação.

PRAIA POR DO SOL
A Praia Pôr do Sol, praia artificial das águas do Rio Tietê, é uma das maravilhas de Pereira Barreto. Sua água limpa e cristalina, tem atraído banhistas de toda à região. A Praia Municipal, e a área de lazer, fica localizada à margem direita do Rio Tietê, no reservatório da Usina Hidrelétrica de Três Irmãos, e possui uma extensão de 328 metros de praia.

MUSEU HISTÓRICO DA COLONIZAÇÃO
A partir de fotos antigas, que remetem ao tempo da antiga Fazenda Tietê, do comércio simples, típico do interior, dos tempos da fixação da colônia japonesa por essas terras, do nascimento da cidade, mergulhamos na história da nossa Estância Turística, através do Museu Histórico da Colonização de Pereira Barreto. Na entrada do museu, uma arena utilizada para prática de SUMÔ. No terreno, cedido pela Associação Cultural Esportiva Pereira barretense (ACEP), em 2008, também estão expostos a carroça de tração animal da década de 1950, doado pela família Kayama, a máquina a vapor utilizada para recalque de água do poço da Estação Ferroviária de Lussanvira, de 1930, e o painel do artista plástico James Kudo, neto de um dos fundadores.

GO-JU-NO-TO
Marco da colonização japonesa, o monumento foi construído pelo engenheiro Risaburo Murai, e inaugurado em setembro de 1958, e está localizado na Praça da Bandeira “Comendador Jorge Tanaka”. Possui cinco níveis em seu telhado, que representam os elementos da natureza: terra, água, fogo, vento e ar. A torre de cinco andares, também conhecida como Templo de Madeira, representa a hierarquia do Japão e era usado pelos chefes samurais, que eram membros do governo japonês na época do Xogunato, para guardar suas jóias e os livros sagrados. Adeptos da religião Budista costumavam guardar os trabalhos de arte tradicional.
Trata-se de uma magnífica obra de arte que combina a beleza de estilos arquitetônicos japoneses e chineses. Devido à sua estrutura e durabilidade, serve até hoje de estudo para construções modernas. Em 2011, a obra foi restaurada pelo artista plástico Alcides Murai, neto do senhor Risaburo Murai, com quem aprendeu o ofício de escultor e paisagismo.

OBELISCO
O Obelisco, inaugurado em 2010, está localizado na Avenida Benedito Jorge Coelho, logo na entrada da cidade de Pereira Barreto. No topo da coluna central, o Obelisco tem um bloco de seis esculturas, com um pescador, um turista e um trabalhador. No outro lado do monumento, aparecem três figuras alusivas à cultura, à dança e à educação. O Obelisco saúda os viajantes e os turistas, que chegam e os que se vão de Pereira Barreto, e conta com figuras próximas à sua base que remontam a história do município. Há ainda á figura da Ponte Novo Oriente, a Cultura do Fio de Seda, a carroça utilizada na lavoura, a cerâmica e a imagem da pequena Estação de Lussanvira onde desembarcavam os imigrantes. O projeto artístico do Obelisco é de autoria de Adélio Sarro, renomado pintor, desenhista, escultor e muralista brasileiro.

RELÓGIO QUATRO FACES – RELOJÃO
O Relógio Quatro Faces, ou o “Relojão” como é mais conhecido pela população, é um marco da imigração japonesa na cidade. O imponente monumento fica no centro da cidade, no cruzamento das ruas Cozo Taguchi e Fauzi Kassin. O Relógio Quatro Faces foi construído em 1958, pelo engenheiro Risaburo Murai, da colônia japonesa, em homenagem ao 30º aniversário do município.
Em 2009, o “Relojão” foi restaurado. A obra teve o objetivo de assegurar o aspecto original do monumento. No procedimento, foram realizados serviços de limpeza, pintura e a reinstalação da iluminação. A iluminação e a pintura deram mais visibilidade ao monumento, que passou a ter cores e iluminações originais de quando foi construído, o que certamente chama a atenção do público e dos visitantes.

ESPELHO D’AGUA
A Fonte Espelho D’água foi inaugurada em 2010, e é uma obra que remete às águas de Pereira Barreto. Composta por jatos de água e com iluminação colorida, a fonte embeleza a noite da cidade, e convida a todos para conhecer e apreciar a beleza das águas límpidas do rio Tietê em Pereira Barreto.

CANAL DE PEREIRA BARRETO
O Canal Artificial de Pereira Barreto “Deoclécio Bispo dos Santos“ foi construído na década de 1980, e interliga os reservatórios de Três Irmãos e de Ilha Solteira através do Rio São José dos Dourados, propiciando a navegabilidade e a geração de energia integrada dos dois rios. Trata-se do segundo maior canal artificial de água doce do mundo, com 9.600 metros de comprimento, 50 metros de largura e 12 metros de profundidade, na cota máxima de montante, e 8 metros na cota mínima. Este Canal possui peculiaridades e objetivos definidos, pois é o primeiro Canal da América do Sul, com características hidroviárias, sendo uma via totalmente navegável. É possível navegar pelo Canal contemplando a natureza exuberante em todo o seu percurso, a bordo de barcos e lanchas e praticar atividades como a pesca esportiva.

MONUMENTO ALUSIVO AO ESPORTE
Inaugurado em 2010, o Monumento Alusivo ao Esporte está localizado na Avenida Benedito Jorge Coelho, próximo ao Ginásio Municipal de Esportes Stélio Maia, conhecido pela alcunha de “Gigantão da Noroeste”, palco de muitas glórias do esporte em Pereira Barreto. O monumento, como o nome diz, faz alusão às modalidades esportivas da cidade que sempre obtiveram grande destaque, sendo tradição no município. À noite, é possível acompanhar a beleza dos jatos de água e da iluminação, emoldurando o monumento no formato da letra “P”, inicial do nome do município. O Monumento Alusivo ao Esporte também é de autoria do artista Adélio Sarro, e está em uma posição de destaque, em uma rotatória que une três das principais avenidas da cidade: Benedito Jorge Coelho, Humberto Liedtke e Jonas Alves de Mello.

MONUMENTO ALUSIVO À PESCA E AO TRABALHADOR
O monumento Alusivo à Pesca e ao Trabalhador, inaugurado em 2011, está localizado no cruzamento de duas das principais avenidas da cidade: Jonas Alves de Mello e Brasil. O monumento chama a atenção para a abundância de peixes que às águas pereira barretense oferece para seus turistas, e destaca a força do trabalhador de Pereira Barreto, importante para a construção de um município cada vez mais próspero. O monumento é composto por uma coluna com baixo relevo formado por figuras alusivas a pesca, mostrando o turismo e lazer da cidade. No topo da coluna contém arcos formando a figura de peixes, e em seu interior há seis esculturas, destacando os pescadores e os trabalhadores.

PORTAL NOVO ORIENTE
O Portal Novo Oriente foi inaugurado em 2017, e está localizado na Avenida Francisco Custódio Pacca, próximo ao Porto Intermodal. O portal é uma forma de simbolizar a antiga Ponte Novo Oriente, que começou a ser construída em 1928, e foi concluída em 1935. Em meados do ano de 1990, a ponte foi completamente submersa por conta da construção do reservatório da Usina de Três Irmãos.
O Portal Novo Oriente faz alusão ao arco da antiga ponte, que foi marcante na história de Pereira Barreto, por celebrar a ligação entre o município e os imigrantes japoneses, que colonizaram a região onde está localizado atualmente o município. Pela noite, uma iluminação moderna faz o Portal Novo Oriente ser um grande destaque para aqueles que passam pelo local.

PORTO INTERMODAL
O Porto Intermodal de Pereira Barreto, em operação desde os anos de 1990, é uma importante via de escoamento de produção de grãos pela Hidrovia Tietê-Paraná. O porto atualmente recebe inúmeras pessoas e turistas para a prática da pesca nas águas límpidas do rio Tietê em Pereira Barreto. No local, é possível efetuar o desembarque de pequenos barcos de pesca, bem como serve para atracar as barcaças que realizam o transporte de produtos agrícolas. Na área do entorno do Porto Intermodal acontece á tradicional queima do alho, realizada no mês de Agosto, pelas comitivas que participam da tradicional Cavalgada do Jesus.

PRAÇA CARLOS KATO
A Praça Carlos Kato é a segunda praça mais importante do município. O local é visitado por ter características orientais que são um dos seus maiores atrativos e, é um ponto de encontro da comunidade de Pereira Barreto com sua bela fonte, que conta com uma estrela de seis pontas e iluminação que abrilhanta a noite no local. O nome da praça homenageia Carlos Kato, um dos responsáveis pela fundação de Novo Oriente, antigo nome de Pereira Barreto. A praça está localizada na Rua Dermival Franceschi com a Rua Rio Grande do Norte, próximo a Prefeitura Municipal.

PRAÇA DA BANDEIRA
A Praça da Bandeira “Comendador Jorge Tanaka”, ou somente Praça da Bandeira, é a mais importante de Pereira Barreto. O local possui um palco para apresentações, e também o Cantinho de Leitura, inaugurado em 2017, e que visa fomentar a literatura no município, dando assim a oportunidade de acesso a livros para toda a população, sendo um espaço de leitura aberto a todos. A praça recebe esse nome em homenagem ao ex-prefeito de Pereira Barreto, Jorge Tanaka, membro de uma das famílias mais tradicionais da história do município. A Praça da Bandeira ainda recebe diversos eventos ao longo do ano, realizados na cidade, como sorteios, o tradicional Festival de MPB, a Festa das Nações, abertura do Natal Conectado, apresentações musicais, dentre outros. No entorno da Praça da Bandeira, estão localizadas diversos estabelecimentos comerciais, bem como sorveterias, lanchonetes, restaurantes e o tradicional clube de festas CAP.
Gentílico: Pereira barretense

GALERIA DE PREFEITOS
 

JOÃO BATISTA DE CASTILHO 1939 à 1941
ARLINDO CUSTÓDIO LEITE 1941 à 1945
FLORIANO LOPES GONÇALVES ano de 1945
LUIZ PAULO ARANTES RAMOS 1945 à 1946
CÂNDIDO PRADO DE SOUZA ano de 1947
CÍCERO CASTILHO CUNHA 1948 à 1951
CYRO MAIA 1952 à 1955
ANTÔNIO GOMES DA SILVA 1956 à 1959
CYRO MAIA 1960 à 1963
DR. LÉO LIEDTKE JUNIOR 1964 à 1968
ERNESTO TRENTIN 1969 à 1972
DR. LÉO LIEDTKE JUNIOR 1973 à 1977
ERNESTO TRENTIN 1978 à 1982
DR. OSWALDO ESPERANÇA 1983 à 1988
DR. EDSON GOMES 01/01/1989 à 30/03/1992
DR. JOSÉ JUVENIL SEVERO DA SILVA 31/03/1992 à 31/12/1992
DR. CARLOS ROBERTO DE CASTRO NEVES 01/01/1993 à 31/12/1996
COMENDADOR JORGE TANAKA 01/01/1997 à 18/11/1998
WASHINGTON LUIZ DE OLIVEIRA 19/11/1998 à 31/12/2000
WASHINGTON LUIZ DE OLIVEIRA 01/01/2001 à 21/11/2002
LUIZ DE BRITO 22/11/2002 à 31/12/2002
MÁRIO SILVANDO DO NASCIMENTO 03/01/2003 à 24/03/2004
DR. DAGOBERTO DE CAMPOS 25/03/2004 à 31/12/2004
DR. DAGOBERTO DE CAMPOS 01/01/2005 à 31/12/2008
ARNALDO SHIGUEYUKI ENOMOTO 01/01/2009 à 31/12/2012
ARNALDO SHIGUEYUKI ENOMOTO 01/01/2013 à 31/12/2016
JOÃO DE ALTAYR DOMINGUES 01/01/2017 à 31/12/2020
JOÃO DE ALTAYR DOMINGUES 01/01/2021 à 31/12/2024
 

OBS.: O Sr. JOÃO BATISTA DE CASTILHO, foi o primeiro Prefeito de Pereira Barreto.





Acervo Digital

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Entendi.