PIRATININGA

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Memorial

PIRATININGA
PIRATININGA

Prefeitura Municipal de Piratininga

Praça Dr. Mário Ribeiro da Silva, 14
CEP: 17490-000
Tel: (14) 3265-9530 | Fax: (14) 3265-9531
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Site: www.piratininga.sp.gov.br

 

HISTÓRICO

 

A ORIGEM

Debandando das minas de ouro esgotadas e de suas pequenas propriedades em Minas Gerais, grupos de homens destemidos, movidos pela poderosa energia da oportunidade e da riqueza, começaram a penetrar na região por volta de 1850. Naquela época, tudo o que se sabia sobre a área que um dia viria a ser Piratininga, era uma inscrição nos mapas oficiais: “Terras desconhecidas, povoadas por selvagens” pois só havia índios e matas virgens.
Os mineiros que primeiramente desbravaram as florestas do futuro município faziam parte do estágio inicial da marcha pioneira para o Oeste, um fenômeno que antecedeu e atraiu o advento do café e as ferrovias.
Uma vez fixados na terra, dedicavam-se a derrubar a mata, plantar milho e criar porcos. De tempos em tempos, formavam caravanas com seus carros de bois através de picadas quase intransponíveis – estradas não existiam – para vender os porcos nos mercados das cidades de Botucatu, Lençóis, São Manuel, Agudos, Jaú e Rio Claro. A escolha do destino dependia da proximidade, da chegada ou não da ferrovia nessas localidades e da presença de um mercado ou feira com boa clientela.
Com a aproximação do final do século XIX, muitos deles negociaram fatias de suas terras a bom preço e alguns, deixando o anonimato terminaram suas vidas, ricos, porém, começam a surgir os grileiros que agiam por contrato, ocupando terras próximas às povoações mais avançadas do sertão paulista, a mando de proprietários abastados de outras partes do estado, e que, geralmente já exibiam nomes pomposos.
Imensa em extensão nos seus primórdios, Piratininga chegou também a compreender a área onde hoje se encontram os municípios de Duartina, Cabrália Paulista, Gália, Fernão, Ubirajara e Lucianópolis.
E é neste contexto de matas, índios, desbravadores e grileiros, que irá surgir à cidade de Piratininga.

A SANTA CRUZ DOS INOCENTES
A história do município começou em uma data incerta, na segunda metade do século XIX, na encosta da Serra do Veado – que são os morros do horizonte da cidade.
Conta a “Lenda” que, uma garotinha muito doente, estava sendo transportada deitada, em uma rede, na tentativa de chegarem a Vila de São Paulo dos Agudos, centro civilizado mais próximo. Porém, uma violenta tempestade caiu naquele dia, impedindo que a caravana prosseguisse. A criança não agüentou a rusticidade da viagem e faleceu. Então, os homens que a transportaram pela mata decidiram enterrá-la ali mesmo.
Com o passar do tempo, outras crianças mortas naquela região inóspita – e também corpos de pessoas adultas – foram sepultadas no local, por falta de um cemitério oficial.
Provavelmente no ano de 1887, os sertanejos ergueram, em meio à mata virgem, um Cruzeiro para marcar o lugar dos sepultamentos, cujo local, onde 18 anos mais tarde, se constituiria o “Patrimônio da Santa Cruz dos Inocentes”. Dos Inocentes, porque junto a ela, continuaram os sertanejos a sepultar as crianças falecidas, os “anjinhos”, em razão da grande distância de São Paulo dos Agudos.

FUNDAÇÃO DO POVOADO
O sertanejo mineiro Faustino Ribeiro da Silva, benemérito, mandou construir no local, modesta capela dedicada a Nossa Senhora e, de um marco religioso, nasce o Patrimônio. Ao derredor da Capela e da Santa Cruz dos Inocentes, foi se esboçando e crescendo o povoado, vão chegando os primeiros moradores, surgem às primeiras casas e as primeiras vendas.
Em 18 de maio de 1895, dá-se a constituição do “Patrimônio da Santa Cruz dos Inocentes.”
Em 1903, o Coronel Virgílio Rodrigues Alves e sua esposa Guilhermina de Oliveira Alves, chegam à região de Bauru, quando adquiriu aproximadamente 6.000 alqueires de terras de diversas qualidades, com 1.474.521 milhões de pés de café, incluindo a Fazenda Veado e suas secções, incluindo a Fazenda Santa Maria e outras.
Em 1905, o povoado se transfere do Patrimônio da Santa Cruz dos Inocentes, para junto dos trilhos da Companhia Paulista de Estradas de Ferro, na atual localização do município, surgia assim, a Vila Piratininga, compreendida em 15 alqueires cedidos pelo Coronel Virgílio Rodrigues Alves, à Companhia Paulista de Estradas de Ferro, no vale do Córrego do Veado, e junto aos trilhos da Estrada de Ferro.
A área foi dividida em lotes, num traçado bem original, pelo engenheiro Dr. Adolpho Augusto Pinto.
A ocupação da área do atual município de Piratininga ocorreu a partir do final do século XIX, no segundo momento da expansão cafeeira, pelo interior do estado de São Paulo.

A CHEGADA DO CAFÉ
Em pequena escala, o café chegou antes da ferrovia às bordas do patrimônio de Santa Cruz dos Inocentes. As primeiras sementes vieram nas algibeiras dos desbravadores e eram plantadas para consumo próprio, nos sítios dos exploradores que se fixaram nas franjas da Serra do Veado. Desse consumo próprio, a atividade de produzir café passou ao comércio entre vizinhos, mas a renda desses primeiros cafeicultores de Piratininga não chegava nem perto das grandes fortunas que iriam surgir em um futuro próximo.
A era das plantações em larga escala começou quando a família Rodrigues Alves adquiriu os mais de 10 mil alqueires de terras que foram chamados de Fazenda Veado. O impulso seguinte partiu das negociações com a ferrovia de Companhia Paulista, para que a linha que chegara a Agudos em 1903, avançasse até as cercanias do pequeno povoado dos Inocentes. Aí entrou em cena um conceito criado na época pelos executivos das ferrovias, o de “cidades imediatamente interessadas” em atrair o trem.
Em Piratininga, os elementos que deram suporte a esse conceito foram o patrimônio de Santa Cruz dos Inocentes e o café da Fazenda Veado, que estava nas mãos de uma família poderosa e rica o bastante para provocar a fundação da vila e trazer a ferrovia.

A CULTURA DO ALGODÃO
O plantio do algodão foi a segunda cultura agrícola mais importante para a cidade de Piratininga na era  do predomínio da cafeicultura. Se por um lado nunca tenha ultrapassado o café em importância, por outro percorreu os mesmos caminhos que ele nos meandros da história do município.
O Brasil teve grandes surtos de produção de algodão, que ocorreram nas décadas de 1860, 1910 e 1930.
O primeiro grande surto foi causado pela interrupção da produção nos Estados Unidos, durante a Guerra Civil americana, o segundo devido à Primeira Guerra Mundial, e o terceiro ocorreu quando o café entrou em declínio – um reflexo da crise mundial de 1929, aliada à superprodução.
Em Piratininga, a cultura do algodão tomou impulso em 1930, levando a empresa Anderson Clayton a instalar suas máquinas na cidade no ano de 1935, partilhando o trabalho de beneficiamento com a Máquina Santa Terezinha – da família Maluf – e a Máquina Bandeirante – da família Farha.
O beneficiamento atingiu seu pico em Piratininga na década de 1940, mantendo-se rentável nos anos de 1950 e 1960, mas declinou nas décadas seguintes.
Durante o seu auge, as máquinas de beneficiamento atraíram filas intermináveis de caminhões, carroças e carros de boi, que vinham das fazendas da região e de muitas outras cidades – até mesmo de outros estados – para vender a produção de algodão em Piratininga.
O complexo industrial do algodão no município ainda contava com a Fiação e Tecelagem Haddad-Milani.

A ESTRADA DE FERRO
A inauguração da Estação da Estrada de Ferro ocorreu em 25 de Janeiro de 1905 – com o Ramal: Pederneiras, Itatingui, Piatã, Espírito Santo da Fortaleza, Agudos, Taperão, Itaquá, Batalha e Piratininga.
Começa o tráfego de comboios de carga e passageiros. Piratininga tinha uma tarefa histórica a cumprir: “Centro abastecedor à boca do sertão”. Durante mais de dez anos, Piratininga permaneceu como ponta de trilho provisório da Companhia Paulista.
A partir da década de 1920, a ferrovia, partindo de Piratininga avança até as barrancas do Rio Paraná, com cidades da Alta Paulista, obedecendo a Ordem Alfabética da denominação das estações.
Piratininga se liga a Bauru, só em 1936, quando se deu a inauguração do ramal ligando Bauru a Piratininga, e de Piratininga a toda a Alta Paulista.
Somente na década de 1940, é que foi desativado o ramal: Pederneiras – Agudos – Piratininga, por falta de usuários e aconteceu a eletrificação do tronco até Cabrália Paulista.
Em 01/05/1976, com a passagem do último trem por Piratininga, é completamente desativado o trecho: Bauru – Piratininga – Alba – Brasília – Horto Florestal – Cabrália Paulista – Duartina – Gália – Garça.

CONSTRUÇÃO DA IGREJA DE SANTA MARIA
Em 1906, na Vila Piratininga, é formada a Comissão Pró Construção da Igreja composta pelos senhores: Francisco Carneiro Giraldes (presidente), Isidoro da Silva Pires (secretário), depois substituído pelo seu filho João Batista Pires, Juvenal Armando Cardoso Gomes (tesoureiro), depois substituído pelo coronel José Cardoso Franco. Também fizeram parte da Comissão, o Cel. José Pereira de Campos, Major Ignácio da Silva, Margarido Pires e Felix Pola.
Com sua construção iniciada em 1907, (construtores: Antônio Francisco Davatz e Augusto Cogo), é solenemente inaugurada a Igreja de Santa Maria de Piratininga, no dia 2 de abril de 1909, com a entronização da imagem da Padroeira Santa Maria e missa celebrada pelo Padre Elias Francisco Vártalo, então Vigário de Bauru.
Esta porção de pioneiros, bravos colonizadores, que por esta região viviam, era assistida espiritualmente, de quando em quando, no Patrimônio (1895) e depois na Vila Piratininga (1905), pelos Vigários de Agudos.
Depois de 1908 a 1910, pelos Vigários de Bauru, tornando em 1911, novamente aos cuidados dos Vigários de Agudos, até 29 de julho de 1916 quando foi criada a Paróquia Santa Maria de Piratininga, desmembrada da Paróquia de Agudos, ocupando ¾ partes da mesma, Diocese de Botucatu, por Dom Lúcio Antunes de Souza, seu primeiro Bispo, compreendendo as, então, capelas de Bom Jesus do Mirante (Cabrália Paulista), e Santa Luzia do Serrote (Duartina). O seu primeiro Vigário foi o padre João Sandoval Pacheco.
A partir de 1964, a Paróquia de Piratininga passou a pertencer à recém-criada Diocese de Bauru.
No município, além de capelas de propriedades rurais de particulares, também existem as Capelas de Brasília Paulista e Alba.
Deve se ressaltar também, o Mosteiro Santa Beatriz, que foi recentemente construído no município.

CONSTRUÇÃO DO NOVO CEMITÉRIO
Em 1909, o piedoso casal Manoel Pedro Carneiro e sua esposa, Rita Maria da Conceição, lavradores residentes na Fazenda Veado, doam à “Santa Cruz”, em escritura pública lavrada, que ficou pertencente à Diocese, uma área de oito alqueires e uma quadra, das terras que possuíam na referida Fazenda Veado, terras estas onde se achavam a Capela e a Santa Cruz. Os oito alqueires e uma quadra de terras ficavam dentro da Fazenda Veado, e mais tarde com a retaliação da Fazenda Veado, ficou dentro da Fazenda Santa Maria, para a construção do Patrimônio.
O objetivo da doação era a criação de um cemitério oficial, reconhecido pela Igreja Católica, para que os espíritos das mais de 60 crianças enterradas ao lado da Santa Cruz, e que também se pudesse sepultar ali os adultos, para que tivessem destino certo.
A Igreja nomeou, em junho do mesmo ano, o senhor Manoel Pedro Carneiro o primeiro FABRIQUEIRO do Patrimônio de Santa Cruz dos Inocentes.
A partir da fundação o povoado cresceu e passou à sentir de modo mais intenso os movimentos da marcha pioneira. Aproximavam-se as grandes lavouras de café e a ferrovia, em sua contínua procura do Oeste Paulista.

O FIM DO ANTIGO PATRIMÔNIO
A Fazenda Santa Maria, é onde estava situado o povoado de Santa Cruz dos Inocentes, de cuja doação de oito alqueires e uma quadra, foram doados à Diocese, e em 1909, é inaugurado um novo cemitério em Piratininga, e já, com a nova área do atual cemitério, foi decretado a remoção de restos mortais do cemitério antigo, e decretado o fim do Patrimônio.
As famílias interessadas procederam à exumação dos ossos de seus parentes, lá do cemitério do Patrimônio Santa Cruz dos Inocentes, e a inumação no cemitério da Vila de Piratininga a partir de 1909.
Em 1916, a Câmara Municipal de Piratininga autoriza o prefeito a publicar editais com prazo de 30 dias, chamando os interessados para a remoção dos restos mortais existentes no cemitério do ex-patrimônio Santa Cruz dos Inocentes, e em 1916, é doado um lote de terra perto do antigo cemitério, e construído uma Capela e um Cruzeiro, como forma de lembrança do antigo cemitério onde existia uma capela e um cruzeiro.
 
CONSTRUÇÃO DA NOVA CAPELA

A Capela do antigo cemitério chamava-se Capela de Nossa Senhora, e a nova Capela construída em outro lote, com um cruzeiro, ficou denominada de Capela Nossa Senhora do Desterro, em virtude das famílias terem que desenterrar seus entes queridos, no antigo cemitério, e levá-los para o novo Cemitério.
A Capela Nossa Senhora do Desterro, foi doação de João Herberto dos Santos e Julieta Stersi dos Santos.
Nossa Senhora do Desterro é a Padroeira, dos que tiveram que deixar sua Pátria, ou o local onde se está alocado, para migrar para outro local, refugiar em outras terras, é a Padroeira dos Imigrantes, porém a “LENDA” em Piratininga, o motivo foi esse, de migrar de um cemitério para outro. Por isso: Capela Nossa Senhora do Desterro. É esta a imagem que se encontra no altar da Capela Nossa Senhora do Desterro, em Piratininga, Sagrada Família migrando para o Egito, fugindo de Herodes.

ORIGEM DO NOME
Primeiro Nome:

PATRIMÔNIO SANTA CRUZ DOS INOCENTES – em alusão às almas das crianças que habitavam o campo santo improvisado.
Segundo Nome:
VILA PIRATININGA – Por ocasião da fundação do Povoado.
Terceiro Nome:
PIRATININGA
 – Nome definitivo, adotado por ocasião da elevação do Distrito à categoria de Município, permanecendo até os dias atuais.

SIGNIFICADO DO NOME
PIRATININGA
 - Segundo diversas publicações, o Topônimo Piratininga é de etimologia indígena, de origem tupi-guarani, e significa “o peixe-a-secar” ou “seca-peixe”. Porém isto não diz respeito à cidade.
O nome Piratininga para a cidade foi proposto pelo Dr. Adolpho Augusto Pinto, engenheiro da Cia Paulista de Estradas de Ferro, autor do original traçado da cidade, em lembrança do primeiro centro de civilização no planalto paulista, em 1554, pois a nova povoação comparada com São Paulo de Piratininga tinha uma tarefa histórica a cumprir: “centro abastecedor à boca do sertão” e “núcleo avançado na Alta Paulista”. E realmente foi essa a sua função inicial.
E, para ser mais completa a homenagem histórica, foi dado o nome de Avenida Anchieta, em 1907, à via pública, que partindo da estação ferroviária, terminava no largo da igreja, depois denominada Avenida Adolpho Pinto, em 1914 e Avenida Coronel Soares em 1948.
Assim, o nome da cidade deu-se de São Paulo de Piratininga a Piratininga de São Paulo.
Piratininga – nome da aldeia de índios “Guaianazes”, de que era soberano o cacique Tibiriçá. – Campos de Piratininga, era o assim chamado quase todo o território compreendido entre o campo do Ipiranga e parte do município de São Paulo.
Portanto, o nome Piratininga, foi uma analogia à cidade de São Paulo, pela semelhança ao seu traçado original.

CRIAÇÃO DO DISTRITO
As primeiras décadas do século XX foram de grande prosperidade. Com os bons resultados obtidos pela economia cafeeira, o povoado cresceu, atraindo milhares de migrantes para as atividades do complexo econômico.
Diante deste fato, em 1906 é criado o Distrito Policial – sendo nomeado o primeiro Subdelegado do Distrito o Capitão Belmiro Coelho da Silva.
Em 30 de Novembro de 1907, através do Decreto Lei Estadual nº 1122, o povoado foi elevado à categoria de Distrito de Paz, pertencente ao município de Bauru. Sua instalação ocorreu em 11 de Abril de 1908.
Em 16 de Dezembro de 1910, através da Lei 1225, foi transferido do município de Bauru para o município de Agudos.
O primeiro Juiz de Paz do Distrito foi o Major Ignácio Nogueira, o primeiro escrivão do Registro Civil foi Joaquim Cardia Junior, e o primeiro Subprefeito foi o senhor Edgard Roberti.

CRIAÇÃO E EMANCIPAÇÃO DO MUNICÍPIO
Em 17 de Dezembro de 1913, através do Decreto Lei Estadual nº 1395, o Distrito foi elevado à categoria de Município, desmembrado do município de Agudos, já com seu nome alterado para Piratininga. Sua instalação ocorreu solenemente em 14 de Março de 1914. Compreendidos então, os atuais municípios de Cabrália Paulista (Mirante) e Duartina (Santa Lucia do Serrote).
O município de Duartina desmembrou se em 1926, e o de Cabrália Paulista desmembrou se em 1948.
Pertenceram também ao município de Piratininga, os Distritos e hoje atuais municípios de Gália (São José das Antas), Lucianópolis (São Pedro das Antas), Ubirajara (Nova Hema), Caçador e Fernão. Em 06/08/1925, Piratininga reconhece e incorpora ao Patrimônio Municipal, a Vila São José das Antas, atual Gália.

CRIAÇÃO E INSTALAÇÃO DA COMARCA
Em 31 de Dezembro de 1927, através do Decreto Lei Estadual nº 2256, o município de Piratininga é elevado à categoria de Comarca, desmembrada da Comarca de Agudos.
Sua instalação ocorreu em 27de Abril de 1928.
O primeiro Juiz de Direito da nova Comarca foi o Dr. José Corrêa de Meira e o primeiro Promotor Público, o Dr. Aristides Salles Filho.
Após alguns anos, da Comarca de Piratininga foram desmembradas as Comarcas de Marília em 27/06/1933, a de Garça em 06/04/1935 e a de Duartina em 30/12/1953.
O FORUM da Comarca funcionou por 41 anos, nos 1º e 2º prédios do PAÇO MUNICIPAL (Prefeitura e Câmara), até a inauguração do seu prédio próprio, em 08/03/1969.

REGISTROS DO HISTORIADOR – LINHA DO TEMPO
Com a crise do café que teve seu início em 1929, ocorreram mudanças importantes na economia local.
A partir dos anos de 1930, o município passa por um processo de diversificação das atividades no campo, principalmente com a expansão da cultura do algodão, e com o surgimento das máquinas de beneficiamento, empresas industriais e o crescimento do setor comercial e de serviços na zona urbana de Piratininga.
Como essas atividades não conseguiram absorver o contingente de mão-de-obra dispensado no campo, inicia-se a partir dos anos de 1940, um período de evasão populacional que vai até os anos de 1980.
Nesta fase acima descrita, os índices de urbanização do município de Piratininga se elevam gradativamente, a vida urbana ganha complexidade com o processo de modernização vivenciado em todo o país, observando-se uma relativa expansão urbana com o surgimento de alguns bairros.
Em sua história mais recente, na década de 1980, foi cogitado pelo Governo do Estado de São Paulo, segundo o historiador Élio Pires Rosa, que a Capital Administrativa Paulista fosse transferida para o município, fato que não se concretizou, mas repercutiu muito entre os munícipes e na região.
Também, em período mais recente da história de Piratininga, é marcado por forte crescimento da área urbana, com a construção de vários conjuntos habitacionais, residenciais e loteamentos. Verifica-se também a ampliação e diversificação da estrutura de serviços, reflorescimento do comércio, e o desenvolvimento de atividades relativas ao turismo e crescimento do número de indústrias, inclusive com a ocupação parcial do Distrito Industrial.
Na área rural, observa-se uma maior diversificação de atividades agrícolas, a pecuária continua com importância, tendo como principais novidades o crescimento da citricultura e da produção de eucaliptos, além da presença de assentamentos e acampamentos de trabalhadores rurais.
A seguir, informações de um importante fato para a história de Piratininga, ocorrido no final da década de 1970, e início da década de 1980, do século passado, e que mereceu um destaque dentro do contexto turístico estadual: em 1989, por meio do então Deputado Estadual Roberto Purini, de Bauru, foi apresentado um Projeto de Lei na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, o de nº 0246/1989, que tinha como emenda, transformar o município de Piratininga em Estância Hidromineral. O assunto foi notícia de jornais da época, tal como o Jornal Folha da Cidade, de Piratininga.
Porém, o último andamento do projeto, no entanto, foi votado pelo seu arquivamento, em 05 de abril de 1991, nos termos do Inciso IV do art.1º da Resolução 666/88 (DOE p.93). Cogitou-se inclusive à época, o município receber um Cassino, contudo esta questão igualmente não prosperou.

SONDAGENS E PERFURAÇÕES PETROLÍFERAS
Um capítulo especial, na história da região onde está hoje o município de Piratininga diz respeito ao TERMALISMO. Entre 1979 e 1980, a então empresa PAULIPETRO CONSÓRCIO CESP/IPT, realizou sondagens na região de Piratininga pesquisando a possível existência de petróleo, uma vez que geologicamente indicava-se esta possibilidade em seu subsolo.
Contudo, nestas sondagens do poço perfurado “numa profundidade de 991 metros” jorrou água sulfurosa de caráter medicinal, numa temperatura de 45 graus, acentuado teor de sal e cheiro de enxofre, com cerca de 80 mil litros/hora e fagulhas de basalto trazidos do seu fundo.
Nesta ocasião, surgiu uma esperança de que o município se tornasse um balneário, e desse início à exploração do turismo, possivelmente qualificando-se como Estância Hidromineral.
Deste acontecimento histórico para o município, e para a região, nasce o Empreendimento ÁGUAS QUENTES DE PIRATININGA, até hoje, o principal atrativo turístico indutor de visitação, tanto de associados, moradores local ou não, e turistas.
Fonte:
Texto Extraído da Obra – Boca do Sertão – A História de Piratininga na Marcha do Café.
Autor: Luís Paulo Cesari Domingues.
Apoio: Prefeitura Municipal de Piratininga.

PIRATININGA - A BELEZA DA NATUREZA PRESERVADA
Piratininga possui predominantemente paisagens campestres com matas ciliares em torno de ribeirões, relevo com suaves ondulações, grande presença de manejo florestal de eucaliptos, contudo, existem espaços de natureza intocada ou minimamente adaptada dentro do município. Dois aspectos merecem destaque: o Rio Batalha e o Relêvo Serrano.
Com relação a unidades de conservação e similares, há no município uma importante Área de Proteção Ambiental a APA RIO BATALHA, criada pela Lei Estadual n°10.773, de 01 de março de 2001. Esta Área de Proteção Ambiental está localizada numa região de relevo levemente ondulado, com predomínio de colinas amplas, e morrotes junto às cabeceiras dos formadores do Rio Batalha, onde estão localizadas algumas cachoeiras importantes.
O município de Piratininga também possui uma variedade de potenciais atrativos turísticos, dentro da abrangência histórico-cultural. Muitos aspectos merecem ser citados e que contribui para a oferta turística do município, tal como o bem estar e bem viver, a atmosfera campestre e interiorana, a espiritualidade, entre outros aspectos. Outro aspecto de destaque, que o município apresenta, é a grande concentração de empreendimentos voltados para o lazer em família, termalismo, restaurantes rurais e pesqueiros, que oferecem refeição, educação ambiental e turismo pedagógico, SPA e religiosidade em um ambiente de relevo serrano, de pequenas ondulações, e muita história representada pelo seu casario razoavelmente conservado. Além de um artesanato, em verdade, trabalho manual, em linhas voltadas para o embelezamento do lar.

SERRAS E CERRADOS
Esta região apresenta alta suscetibilidade aos processos de erosão por sulcos, ravinas e boçorocas. Esta é uma região de ocupação muito antiga, iniciada com as plantações de café, o principal responsável pelo desmatamento da vegetação original. Ainda assim, são encontrados remanescentes importantes de Mata Atlântica e de Cerrado, hoje refúgios da fauna local.
Excetuando-se as áreas urbanizadas, especialmente Bauru, há na região grande porcentagem de áreas ocupadas por pastagens, cana de açúcar, seguidas pelas culturas perenes e temporárias.
Por outro lado, o relevo do município de Piratininga também é cenário do Morro da Catarina e do Morro do Veado, formações características do município, que apresentam potencialidade turística, assim como a própria Serra da Jacutinga, embora não existam atividades com foco no turismo receptivo organizado nestes locais, no presente momento, apenas em algumas propriedades rurais particulares.

MUSEU DO CAFÉ
O Terreirão de café, máquinas para transporte de sacarias que funcionam, balanças de precisão de época, local para armazenagem. O Museu do Café da Fazenda São João, possui duas vertentes pedagógicas principais: História e Meio Ambiente.
Os edifícios da propriedade datam do início do Século XX, com barracões e maquinários de café dos anos 1940 e 1950. Além disso, ele está situado em uma região privilegiada do ponto de vista ambiental. Os morros presentes na Fazenda São João fazem parte da Serra da Jacutinga (continuidade das Cuestas de Botucatu), formando dois afluentes do rio Batalha, que abastece grande parte do município de Bauru. A visita inclui um passeio, por uma bela trilha ecológica em meio à Mata Atlântica, com presença de pequenas cachoeiras.
A propriedade passou por uma série de melhorias, e teve todos os seus edifícios históricos restaurados para implantação do museu. A iniciativa é de um grupo de profissionais ligados ao meio ambiente e à cultura, por meio das empresas Meta Ambiental e Universo Elegante Produção Cultural. Estrutura voltada para a cultura e história de modo pedagógico.
O novo Museu do Café é um empreendimento voltado principalmente ao universo pedagógico, destinado ao público escolar, com visitas agendadas. Estruturalmente, o museu está pronto para os visitantes, e a divulgação está acontecendo nas escolas da região e para a população em geral.
O Museu do Café fica próximo de um local onde já foi realizado um evento de astronomia, com direito a ver anéis de saturno, e tudo que uma luneta daquelas poderosas são capazes.
O Museu do Café reserva algumas datas abertas à visitação, sem necessidade de agendamento, geralmente os dois primeiros sábados do ano.
A casa sede da fazenda comporta também um espaço de atividades lúdicas para crianças, um empório rural com produtos da roça (produção própria), e uma lojinha de artesanato para servir aos visitantes

IGREJA MATRIZ SANTA MARIA
Localizada no largo da matriz, na Praça Virgem Imaculada, ao lado do Centro Cultural “Nirce Cardoso Franco Borro” e defronte ao jardim central denominado “Cel. Cardoso Franco” e defronte também ao coreto denominado “Professor José Inácio” encontra-se a Igreja Matriz Santa Maria de Piratininga.
O início da construção se deu em 1906, sendo sua inauguração em 02/04/1909. A criação da paróquia deu-se em 29/07/1916, por Dom Lúcio Antunes de Souza, primeiro Bispo de Botucatu, desmembrada da paróquia de Agudos.
Contempla a Praça Central ou Jardim Central denominado “Praça Cel. Cardoso Franco,” localizado entre a Praça Virgem Imaculada e a Rua Dr. José Lisboa Júnior, e entre as travessas de paralelepípedos denominadas “Cel. Cardoso Franco”. Abrange, inclusive, o Coreto “Professor José Inácio” localizado na área central do jardim central, reformado em 1957.
O Largo da Matriz é um centro histórico, cívico e religioso de Piratininga. Esta grande Praça assistiu a vários espetáculos de integração cívica, cultural, patriótica e espiritual do povo desta comunidade.  Coração da cidade.  Marco zero. A Igreja Matriz Santa Maria de Piratininga está sempre aberta a todos os munícipes e turistas, sem atenção à cor, partido político, divergência de credo ou desnível social.
Recentemente comemorou a “Porta Santa”, evento em comemoração aos cem anos da paróquia.

PAÇO MUNICIPAL
O atual Paço Municipal (Prefeitura Municipal de Piratininga), projetado em 1936 e inaugurado em 1941, abrigou o Fórum da Comarca até 08 de março de 1969, quando o mesmo passou a funcionar em prédio próprio, e abrigou a Câmara Municipal até dezembro de 2008. É um prédio histórico, de beleza ímpar, e tem muita apreciação pelos turistas que visitam a cidade.
Desde a sua inauguração o Paço Municipal sempre esteve funcionando como à “Prefeitura Municipal de Piratininga”

PRAÇA DO TURISTA
A praça fica ao lado da antiga Estação Ferroviária desativada em 1976. A estação ferroviária e a praça do turista são pontos turísticos da cidade.
Nesta praça são realizados o Carnaval de Rua, onde montam-se barracas para a população curtir e dançar o carnaval. O local é livre e aberto ao público. As entidades assistenciais exploram a praça de alimentação, para promover eventos beneficentes.
A praça conta com uma caixa d’água histórica e desativada, da época da Ferrovia, e também com três casas em estilo antigo “parede de meia” que eram utilizadas pelos funcionários da ferrovia, sendo hoje, de propriedade do poder público.
A Praça do Turista foi construída na gestão1997/2000, no largo da estação férrea, na qual já havia sido desativada. A praça conta com área verde, um palco, e camarim com banheiros internos. Também na Praça do Turista são realizadas as quermesses assistenciais da cidade, sendo a mais famosa a Quermesse/Leilão da Santa Casa de Misericórdia, muito prestigiada pela comunidade local.

CENTRO CULTURAL
O Centro Cultural “NIRCE CARDOSO FRANCO BORRO” com as características deste imponente prédio, que tem estilo de nobreza em sua construção, e que foi inaugurado em 29 de agosto de 1931, e que se tornou propriedade da prefeitura, desde 08 de março de 1999, e que em 01 de julho de 2016, após 85 anos de sua inauguração, retorna restaurado, e como patrimônio histórico e cultural da população de Piratininga. Prédio este que se encontrava às ruínas e era cobrança e anseio da população para sua reforma.
A homenageada Dona Nirce Cardoso Franco Borro, era professora, dava aulas nos sítios, fazia sol, ou fazia chuva, ela estava presente em todas organizações de ajuda ao próximo, ajudou toda a comunidade de Piratininga, se preocupando com os mais carentes, e ganhou o Prêmio da Legião da Boa Assistência (LBA) e só parou de trabalhar quando, infelizmente, ficou acamada.
Com ampliação de 110,11 m2 de área para sanitários, e reforma da área existente de 316,44 m2 totalizando 426,55 m2. o “Club Piratininga, ou Club Velho, ou Plimec”, como era chamado pela população, foi símbolo da fase áurea  da  história  de  Piratininga  e  Patrimônio  Histórico  e  Cultural  da população, foi o centro literário, musical, artístico, recreativo e social da cidade e  recebeu público requintado, gente humilde, e visitantes ilustres. Foi palco de bailes, orquestras e festas memoráveis, e de várias homenagens com banquetes, oferecidos a políticos influentes e cidadãos eméritos, e isso tudo está na memória de vários cidadãos piratininganos.

ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE BRASÍLIA PAULISTA
A Estação Ferroviária de Brasília Paulista foi inaugurada em 1926, como a letra B das estações desbravadoras da Alta Paulista.
Criou um bairro rural em torno dela, maior do que o de Alba, e, com a supressão da linha eletrificada que a atendia, em 1976, os trilhos foram retirados, e os imóveis vendidos para a fazenda que já existia na área.
Em 2009, a estação era usada como moradia, e o antigo armazém, como depósito de materiais. Propriedade particular arrematada da massa falida da rede ferroviária foi posta à venda em 2017.
É um ponto turístico bastante interessante para visitação.

CASARIO FAZENDA VEADO/FAZENDA SÃO PEDRO
Em meados de 1905, o Coronel Virgílio Rodrigues Alves, senador estadual, era irmão do Conselheiro Francisco Rodrigues Alves, que governou o Estado de São Paulo por três vezes, e foi Presidente da República. Virgílio Rodrigues Alves foi o maior cafeicultor da região e proprietário de várias fazendas, num total de 7000 a 9400 alqueires, conforme diziam os antigos, sendo a Fazenda do Veado (hoje São Pedro), a sede de todas as suas propriedades. O Casario, sendo a residência oficial do Coronel, e a Fazenda num todo, foram os precursores de todo o desenvolvimento do município de Piratininga. Propriedade adquirida pela Duratex S.A. em 2007, já ocorreram diálogos em função da revitalização do casarão, contudo ainda não ocorreram avanços.
Atividades: Eventos pontuais, e visitação com agendamento prévio e autorização da empresa, podem ser feitos e integra o princípio de Uso Social da Floresta, um programa da empresa. Contatos: Deverão ser feito com o setor de relacionamento com a comunidade da empresa, na Unidade de Agudos.

IGREJA MATRIZ
Igreja Matriz Santa Maria de Piratininga
Padroeira Santa Maria.
Parte Religiosa/programação religiosa.
Parte Festiva/Quermesse.

MOSTEIRO
Mosteiro Santa Beatriz
Padroeira Santa Beatriz.
O Mosteiro Santa Beatriz é considerado de jurisdição privada, onde possui um único acesso. É um acesso sem pavimento, porém a estrutura que é de terra e está em boas condições. As pessoas que visitam o Mosteiro são da cidade e da região. O transporte para se deslocar até o atrativo é de uso particular dos visitantes. O local e suas infraestruturas são de boas condições. Os serviços oferecidos são de aconselhamento, retiro espiritual, orações, atendimento espiritual e missas, que são feitas diariamente. Possui uma área bem abrangente, com muita mata entorno do mosteiro, que se localiza na área rural.

CAPELAS:
Capela Nossa Senhora do Desterro - Padroeira Nossa Senhora do Desterro.
Capela Nossa Senhora Aparecida - Padroeira Nossa Senhora Aparecida
Capela de Santa Luzia - Padroeira Santa Luzia.
Capela de Santo Antônio - Padroeiro Santo Antônio.
Capela Santo Antônio de Brasília Paulista - Padroeiro Santo Antônio

OUTRAS CAPELAS
Capela da Fazenda Brejão - Padroeiro Santo Antônio.
Capela da Fazenda Santa Olívia.
Capela da Fazenda São José.

FÁBRICA DE BARBANTES PIRATININGA
É uma Fábrica e Comércio Atacado e Varejo, de barbantes, linhas e cordas, pavio de
vela, fieira de pião, linha de costura, tapetes e produtos de linha de cama, mesa e banho para o comércio.
A fábrica é aberta para possíveis visitações, para quem se interessar em ver como funciona o processo de fabricação.
A estrutura é boa, porém existe um interesse possível para uma futura área de alimentação, e uma área para ter curso de artesanato com os barbantes fabricados.
Possui estacionamento com boa estrutura e sanitários em boas qualidades.
A capacidade por visitação na fábrica no momento é de no máximo 20 pessoas atualmente. Há interesse em adaptar-se estruturalmente para atender o máximo de fluxo de pessoas.
Instalada à beira da Rodovia. Possui amplo espaço para estacionamento e para visitantes. Permite o acesso de visitantes a áreas selecionadas da fábrica para escolha dos produtos. Possui uma pequena loja, onde se confecciona itens com seus produtos.

LOJA DE ARTESANATO
Há apenas vendas informais de crochês e tricôs, que são considerados trabalhos manuais. Destacamos o Artesanato JIMP Confecções de Bichos e Almofadas Decoradas.

FÁBRICA DE DOCES PINGO BOM
Especialização: pé-de-moça - bem mais conhecido, Doces típicos caseiros (paçoca, pé-de-moça - linha amendoim). Oferece mais alguns doces de forma agregada.
Pequena frente de loja para venda a varejo, apenas por solicitação dos clientes.
Ambiente de venda - todo o Estado de São Paulo e norte do Paraná. Indústria de aporte familiar, e trabalha com vendedores de forma terceirizada.

FÁBRICA DE DOCES PINGO MILK
Especialização: doces caseiros - Doce pingo de leite - Doce de banana - Doce de leite em bisnaga - Pé-de-moça.
Ambiente de venda - todo o Brasil - Vendas via representante. Indústria de aporte familiar, e trabalha com vendedores de forma terceirizada.

ESTÁDIO MUNICIPAL
O Estádio Municipal “José Carlos Soares” possui capacidade para 1.000 espectadores em arquibancada coberta. Conta com campo de futebol e pista de atletismo. Foi inaugurado no ano de 1978, e recebe eventos esportivos e de lazer para os piratininganos.
Anexo ao estádio está o Ginásio de Esportes “José Cocito”, com capacidade para 500 espectadores, e capaz de receber eventos esportivos e sociais diversos.

BAURU GOLF CLUB
O golfe chegou ao Oeste Paulista no início dos anos 1970, pelas mãos do senhor Tsuneki Yoshiura, e seus irmãos, Satoru e Tetsuro, que abriram um campo com 6 buracos e greens de areia. No final da década, foram abertos mais 3 buracos, e oficializado o clube.
Somente em 1994, que o Bauru Golf Club foi remodelado, ganhou greens de grama, bancos de areia e hazards de água, que deram ao clube uma nova e agradável versão. O Clube possui hoje, um campo com 9 buracos, grama tipo batatais no farway e tipo bermuda nos greens, driving range com 270 jardas de comprimento, puttinggreen e profissional de golfe para aulas. A sede possui vestiários e bar, além de um ambiente descontraído e amigável.

ASSOCIAÇÃO TOSI AIRMODEL CLUB
Oferece treinamento básico, e noções de aerodinâmica para iniciantes de aeromodelismo, possui dois aeromodelos de treinamento totalmente equipados. Eles são regulamentados pela Confederação - COBRA que fiscaliza e libera a licença para as práticas de voos nos aeromodelos.
Possui uma pista com 220 metros de extensão, com 10 metros de largura, e suporta pouso de emergência de ultraleves e monomotores.
Possui também um estacionamento grande, para possíveis eventos de grande porte. O local é aberto para espectadores que admiram os voos e a prática do aeromodelismo.
Fonte:
- Coordenadoria Municipal de Cultura e Turismo.
- Coordenador – João Oja Neto.
- COMTUR – Conselho Municipal de Turismo.
Apoio:
- Prefeitura Municipal de Piratininga.
Gentílico: Piratininganos

GALERIA DE PREFEITOS

PREFEITOS ELEITOS PELA CÂMARA MUNICIPAL

ANTÔNIO JOAQUIM MARGARIDO PIRES 18/03/1914
CEL. JOSÉ CARDOSO FRANCO 31/05/1918
NICANOR AMARO DA SILVA 15/01/1923
MANOEL JORGE VERÍSSIMO 1925
DR. JOSÉ LISBOA JUNIOR 15/01/1926
ANTÔNIO DIAS SOARES 29/01/1929
DR. JOSÉ LISBOA JUNIOR 08/02/1929
DR. JOSÉ LISBOA JUNIOR 08/01/1930
 


PREFEITOS NOMEADOS PELO INTERVENTOR FEDERAL - GOLPE DE 27/10/1930
 

CEL. MANOEL GOMES DOS SANTOS 1930
ANTÔNIO DIAS SOARES 27/10/1930
DR. JOSÉ LISBOA JUNIOR 18/05/1931
DR. JOÃO EVANGELISTA BASTOS 10/09/1931
DR. JOSÉ LISBOA JUNIOR 23/11/1931
CAPITÃO EZEQUIEL DA SILVA GUEDES 24/12/1931
DR. PEDRO FREIRE GOMES 02/05/1932
ANTÔNIO DIAS SOARES 02/07/1932
JOSÉ GUEDES DE ALCÂNTARA 28/07/1932
DR. LEONEL FERREIRA DE SOUZA 07/10/1932
DR. JOSÉ GUEDES DE ALCÂNTARA 10/10/1932
DR. EUCLYDES GOMES 04/11/1932
CAPITÃO ESDRAS ERILMERODACH DE OLIVEIRA 06/07/1933
ARISTÓTELES DE MENDONÇA 19/08/1933
DR. PEDRO FREIRE GOMES 31/08/1933
ARISTIDES RODRIGUES DE CASTRO 28/12/1935
ANTÔNIO DIAS SOARES 11/01/1936
ARISTIDES RODRIGUES DE CASTRO 12/02/1936
 


RETORNO À CONSTITUCIONALIZAÇÃO - PREFEITOS ELEITOS
 

ANTÔNIO DIAS SOARES 23/05/1936
JOSÉ GUEDES DE ALCÂNTARA 04/05/1937
ANTÔNIO DIAS SOARES 02/08/1937
JOSÉ GUDES DE ALCÂNTARA 09/08/1937
 


PREFEITOS NOMEADOS PELO INTERVENTOR FEDERAL - GOLPE DE 10/11/1937
 

CARLOS DA ROCHA PARANHOS 02/05/1938
FRANCISCO SENISE 24/08/1938
DR. JOÃO MENDES 21/11/1945
FRANCISCO SENISE 10/12/1945
JOSÉ CARDOSO FRANCO NETTO 21/08/1946
JOSÉ DOS SANTOS FILHO 26/05/1947
SARGENTO OLYMPIO JOSÉ THEODORO 30/05/1947
 

 
RETORNO À CONSTITUCIONALIZAÇÃO - PREFEITOS ELEITOS
 

JOSÉ DOMINGUES CAETANO 01/01/1948
FRANCISCO JOSÉ THEODORO 01/04/1951
JOSÉ DOMINGUES CAETANO 15/05/1951
DR. ANTÔNIO FERREIRA DO ESPÍRITO SANTO 01/01/1952
OLYMPIO FERNANDES 01/06/1952
DR. ANTÔNIO FERREIRA DO ESPÍRITO SANTO 30/08/1952
OLYMPIO FERNANDES 10/03/1953
DR. ANTÔNIO FERREIRA DO ESPÍRITO SANTO 05/05/1954
JOSÉ CARDOSO FRANCO NETTO 1/01/1956 À 31/12/1959
FIRMINO SILVEIRA FRANCO 01/01/1960
MANIF HALIM FARHA 26/08/1963
FIRMINO SILVEIRA FRANCO 07/10/1963
PROFESSOR WILSON MARIO DOS SANTOS 01/01/1964
JOSÉ DOMINGUES CAETANO 14/10/1968
PROFESSOR WILSON MÁRIO DOS SANTOS 16/11/1968
DR. JOSÉ CARLOS SOARES 01/02/1969 À 30/01/1973
GERALDO PEREIRA DA SILVA 31/01/1973 À 31/01/1977
PROFESSOR JOÃO PARANHOS VELHO 01/02/1977 À 31/01/1977
ODAIL FALQUEIRO 12/12/1979
PROFESSOR JOÃO PARANHOS VELHO 31/01/1983
GERALDO PEREIRA DA SILVA 01/02/1983 À 31/12/1988
ODAIL FALQUEIRO 01/01/1989 À 31/12/1992
GERALDO PEREIRA DA SILVA 01/01/1993 À 31/12/1996
ARMANDO PERSIN 01/01/1997 À 31/12/2000
ODAIL FALQUEIRO 01/01/2001 À 31/12/2004
MAURO MARTINÃO 01/01/2005 À 31/12/2006
SILVA MENDES SOARES 01/01/2007 À 31/12/2008
ODAIL FALQUEIRO 01/01/2009 À 31/12/2012
CARLOS ALESSANDRO FRANCO BARRO DE MATOS 01/01/2013 À 31/12/2016
CARLOS ALESSANDRO FRANCO BARRO DE MATOS 01/01/2017 À 31/12/2020
JORGE LUIS DIAS 01/01/2021 À 31/12/2024

OBS.: O Sr. ANTÔNIO JOAQUIM MARGARIDO PIRES, foi o primeiro Prefeito de Piratininga.


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