PONGAÍ

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Memorial

PONGAÍ
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Prefeitura Municipal de Pongaí

Avenida José Candido Carneiro, 435 - Centro
CEP: 16660-000
Fones: (14) 3581-1107 | 3581-1101
Email: pmpongai@uol.com.br
Site: www.pmpongai.com.br

 

 

HISTÓRICO

 

OS PRIMEIROS HABITANTES DESSAS TERRAS – OS INDÍGENAS

Na segunda metade do século XIX, já era afamada a região onde atualmente se localiza a cidade de Pongaí. Habitava-a o aborígene e, de quando em quando, era percorrida e atravessada pelas tribos ferozes de outras paragens. Esses nativos, de nações Caingangues, Caiapós e Guaranis e outros, dominavam completamente a faixa territorial que abrangia toda a vertente do Ribeirão Sucuri (nome dado a toda a região em virtude da enorme quantidade de cobras dessa espécie, nela existente), e ainda junto às vertentes e dos Córregos da Onça e Ponte Alta, conflitantes da margem esquerda do rio Tietê.
Entretanto, o ponto principal de concentração indígena, era um sitio denominado de “Água da Aldeia,” situado a três quilômetros do local onde hoje está erguida a sede do município. Hostis que eram, repeliam com violência os brancos invasores de seus domínios.

 

A ORIGEM
Apesar de alguns terem sido semi pacificados pelo Capitão Honório, representante da Nação Guarani. Dois pioneiros bravos e destemidos fixaram seu pouso nessa inóspita região, por volta do ano de 1868. Eram eles: José Cândido Carneiro e José Lopes de Morais, estabelecendo suas fazendas.
O primeiro fixou se numa propriedade atualmente denominada Canaã, sabendo conquistar, desde logo, a amizade e a confiança das tribos e, em meio ao seu operariado agrícola, estavam os aborígenes semi catequizados, que eram orientados por um vigoroso representante da Nação Guarani, o “Capitão” Honório, também citado nos primórdios históricos de Pirajuí.
No dia 29 de agosto de 1868, José Lopes de Moraes e sua mulher Maria das Dores, em parceria com um amigo José Teixeira, adquiriram de Salvador Pires, ousado possuidor de extensas faixas territoriais, uma gleba de 11.000 alqueires de terra, compreendendo toda a bacia do rio Sucuri e mais as vertentes dos córregos da Onça e Ponte Alta.

 

FUNDAÇÃO DO POVOADO
Após haver organizado suas fazendas, José Cândido Carneiro e José Lopes de Moraes dedicaram se a derrubada das matas, mediando questões entre brancos e índios. Isso possibilitou a penetração de outros pioneiros, que aos poucos formaram um povoado. Vencida a resistência dos silvícolas e as dificuldades naturais, o povoado começou a desenvolver-se e, no dia 27 de Junho de 1913, foi criado a Vila do Saltinho, (por existir nas redondezas um córrego com pequena queda d’água, o povoado nascente tomou o nome de Saltinho), com 29,75 alqueires de terras doados por José Cândido Carneiro, seu fundador, o qual abriu a primeira picada – hoje Avenida José Cândido Carneiro. Na ocasião foi rezada a primeira missa, em uma capela construída pelo mesmo José Cândido.

BRAVOS PIONEIROS
É justo acrescentar que, a localização do homem civilizado nessa parte perigosa do sertão da Zona Noroeste, envolveu os nomes de muitos outros bravos pioneiros, entre eles, o senhor Germínio Simplício dos Santos (genro de José Lopes de Moraes), o senhor João Cardoso e o próprio “Capitão Honório”, cujas vidas foram roubadas por um turbilhão de bugres insaciáveis de vingança. Também teve papel preponderante na conquista dos índios e, consequentemente na do território, José Cândido Carneiro e sua mulher Dona Maria das Dores, que por haverem sido venerados entre as tribos regionais, tornaram-se mediadores entre brancos e índios, fazendo sobrepujar a justiça e procurando, por todos os meios evitar a repetição dos massacres e carnificinas de que já se tivera noticias.

ORIGEM DO NOME
O topônimo PONGAÍ é de origem indígena, do tupi-guarani, que significa - (Pongaí = Salto, + Í = Pequeno), significa “SALTINHO”.

CRIAÇÃO DO DISTRITO
Em 19 de dezembro de 1917, através do Decreto Lei Estadual nº 2227, o povoado foi elevado à categoria de Distrito, com a denominação de Pongaí, pertencente ao município de Pirajuí.

CRIAÇÃO E EMANCIPAÇÃO DO MUNICÍPIO
Em 24 de dezembro de 1948, através do Decreto Lei Estadual nº 233, o Distrito foi elevado à categoria de Município, com a denominação de Pongaí, desmembrado do município de Pirajuí. Sua instalação verificou se em 02 de abril de 1949,  Distrito único, pertencente à Comarca de Pirajuí.

CANASTRÃO - UMA CIDADE FANTASMA
Esse lugar, que ninguém consegue explicar porque leva esse nome “Canastrão”, um dia já mereceu a atenção das autoridades e dos ricos e poderosos fazendeiros da região.
Era uma das grandes fazendas que existiram no interior de São Paulo, localizada a 400 km da capital paulista, onde surgiu uma pequena vila com imigrantes, que vieram em busca de trabalho nas fazendas da região, muitos espanhóis, italianos e outros. Com a chegada desses imigrantes foi surgindo assim, uma grande propriedade agrícola na década de 1940, e com essa grande massa de imigrantes vindos para essa região, surgiu, então, a Cidade Canastrão”.
A cidade começou a ser moldada. Primeiro construíram uma igreja no estilo gótico, ganhando assim o nome da padroeira da região “Santa Luzia”, depois, armazém com secos e molhados com o nome de “Armazém Canastrão”, farmácia, barbearia, botequim, posto policial e uma escola para os filhos dos lavradores da região. Tudo isso ocupava as duas ruas da pequena cidade, cujo nome de uma delas era “Rua do Comércio”.
A “cidade” de Canastrão era muito movimentada, principalmente nos finais de semana, quando os trabalhadores saíam de suas fazendas para fazer compras. O dia mais esperado e mais importante do ano, era o dia 13 de dezembro, pois nessa data era celebrada o dia da padroeira “ Santa Luzia”. As ruas ficavam coloridas e as procissões enchiam o lugarejo de curiosos que vinham das cidades vizinhas com seus cavalos. O botequim ganhava uma grande movimentação e o posto policial, tinha muitas vezes, um certo trabalho com isso.
A cidade de Canastrão estava localizada no coração do estado de São Paulo, ficando a 100 km da cidade de Bauru, e a 8 km da cidade de Pongaí, que hoje tem um pouco mais de três mil habitantes, uma população tão grande quanto era a da cidade fantasma conhecida no passado.
No entanto, todos sabiam que um dia Canastrão iria acabar, pois os fazendeiros começaram a migrar para a região de Rio Preto, e junto com os patrões foram os lavradores, abandonando a localidade e com isso, toda a ascensão da cidade “Canastrão. Hoje, o que restou, foram apenas vestígios da cidade de Canastrão, além de duas cachoeiras que pertenciam anteriormente, à cidade de Canastrão.
Gentílico: Pongaiense

 

GALERIA DE PREFEITOS

 

ANTÔNIO AUGUSTO GONÇALVES 01/01/1961 à 05/1963 (Renunciou)
GONÇALO CARDOSO DA SILVA 05/1963 à 31/12/1964
JOSÉ CIRINO FERREIRA 01/01/1965 à 31/12/1968
JOSÉ FABÉM FILHO 01/01/1969 à 31/12/1972
TATUD OKYAMA 01/01/1973 à 31/12/1976
JOSÉ FABÉM FILHO 01/01/1977 à 31/12/1982
FRANCISCO HENRIQUE 01/05/1982 à 30/05/1982 (Presidente da Câmara/Interino)
HÉLIO LOUREIRO 01/01/1983 à 31/12/1988
GONÇALO CARDOSO DA SILVA 01/01/1989 à 31/12/1992
ANTÔNIO DE SOUZA 01/05/1992 à 30/05/1992 (Presidente da Câmara/Interino)
HÉLIO LOUREIRO 01/01/1993 à 31/12/1996
FRANCISCO HENRIQUE 01/01/1997 à 31/12/2000
HÉLIO LOUREIRO 01/01/2001 à 31/12/2004
ALCIDES NAVARRO 01/01/2005 à 07/2006 (Falecimento)
ADEMIR BORTOLI 07/2006 à 31/12/2008
ADEMIR BORTOLI 01/01/2009 à 04/2011
MARIA HELENA PAFETTI NAVARRO 04/2011 à 31/12/2012
MARIA HELENA PAFETTI NAVARRO 01/01/2013 à 31/12/2016
ADILSON BRUMATI 01/01/2017 à 31/12/2020

OBS.: O Sr. ANTÔNIO AUGUSTO GONÇALVES, foi o primeiro Prefeito de Pongai.

 

 





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