TARUMÃ

TARUMÃ



TARUMÃ



TARUMÃ



TARUMÃ



TARUMÃ




Memorial

TARUMÃ
TARUMÃ

Prefeitura Municipal de Tarumã

Praça Aroeira, 482 | Vila das Árvores
CEP: 19820-000
Fone/Fax: (18) 3373-4500
Email: gabpmt@taruma.sp.gov.br
Site: www.taruma.sp.gov.br

HISTÓRICO

 

OS PRIMEIROS HABITANTES - OS INDÍGENAS
Três tribos indígenas principais habitavam o Vale do Paranapanema: os Coroados, os Cayuás e os Xavantes, além da presença dos Caingangues, em menor número. Os índios Coroados dominavam as florestas espessas, enquanto as campinas e os cerrados eram ocupados pelos índios Xavantes.
No século XIX e princípios do século XX, a parte meridional do Estado de São Paulo, desde Sorocaba e Botucatu até o Rio Paraná, era designada de Vale do Paranapanema ou Sertão do Paranapanema. Nesse período, a região entre os rios Paraná, Paranapanema e Peixe era pouco conhecida e povoada.
O povoamento do vale processou-se em duas épocas distintas. A povoação mais antiga teve inicio a partir das cabeceiras do Rio Paranapanema, estendendo-se, no início do século XIX, até o Rio Pardo, afluente do Rio Turvo. O Rio Paranapanema foi o ponto de partida para a instalação de várias cidades no interior paulista, e continua sendo importante para o desenvolvimento, não só da região, mas de todo o Brasil, pois nele concentram-se importantes hidrelétricas que abastecem grandes cidades, como São Paulo.
O rio passa pelos Estados de São Paulo e Paraná, e tem 880 quilômetros de extensão. Nasce na Serra de Paranapiacaba, em São Paulo, e deságua na margem esquerda do Rio Paraná, formando os limites entre os dois Estados. No seu percurso estão importantes hidrelétricas, como Jurumirim, Xavantes, Lucas Nogueira Garcez, Capivara, Taquaruçu, Rosana, Canoas I e Canoas II. O traçado do Rio Paranapanema já aparece em mapa do Brasil desde 1574.
Historicamente, por volta de 1630, os bandeirantes paulistas desbravaram as terras localizadas na região do Rio Paranapanema, caçando índios. As tribos dos Caingangues, Tupinambás e osGuaranis foram sendo dizimadas pouco a pouco pelos colonizadores, pela violência ou por doenças como a malária.
Nessa primeira etapa, o desbravamento do sertão foi efetuado por mineiros, que, após a decadência da exploração de ouro e diamantes em Minas Gerais, em meados do século XVII, foram atraídos pelas imensas extensões de terra. O período é caracterizado pela entrada de grupos familiares, com agregados e escravos domésticos. O segundo momento de povoação atingiu as terras além do Rio Pardo, seguindo para oeste em direção ao Rio Paraná pelo lado paulista.
A movimentação significativa da população branca em direção às novas áreas, a partir da década de 1850, obrigou os indígenas a abandonar os seus locais de origem. Seguiu-se nas próximas décadas uma relação de intensa violência entre os povoadores brancos e indígenas. As áreas de grande fertilidade erammotivo do confronto entre ambos.
Em face da dificuldade de fixação do povoador na região, devido à presença indígena, o governo provincial adotou uma politica baseada na organização de aldeamentos e bandeiras. O objetivo era concentrar a população aborígene em locais próprios para a catequização, visando à retirada dos índios de áreas férteis, cobiçadas pelos  brancos.

A ORIGEM
O início de Tarumã data de princípios do século XX. Com a investida de colonizadores alcançou-se essa área, onde se encontrava instalada uma aldeia indígena, provavelmente dos Xavantes. Com a fixação dos homens brancos, em um período de cinco anos os aborígenes deixaram o local.
Até fins da década de 1920, a ocupação se deu de maneira extensiva, caracterizada inicialmente pela presença de latifúndios. A chegada da ferrovia em 1914, engendrou a valorização das terras e a intensificação do povoamento, permitindo o surgimento de pequenas propriedades (10 a 15 alqueires) adquiridas, geralmente, por ex-proprietários em zonas mais velhas ou por ex-colonos de café.
No princípio da colonização, as terras eram tidas como parte do patrimônio real. De acôrdo com a politica de terras vogente até 1850, a terra era domínio da Coroa, sendo adquirida apenas por doação pessoal. As terras que hoje compreendem a região de Tarumã foram doadas pelo Imperador ao imigrante alemão Mathiae Lex em agradecimento aos longos anos de serviços prestados à Força Pública.

FUNDAÇÃO DO POVOADO
Procurando recuperar o passado da cidade de Tarumã, deparamos com a formação de uma Vila que se desenvolveu até transformar-se na cidade que conhecemos hoje, graças ao empenho e dedicação de Gilberto Lex.
Gilberto Lex, herdou uma grande gleba de terras de seu pai, Mathiae Lex, imigrante alemão que chegou ao Brasil em 1825, após um período de serviços prestados à Força Pública da Província de São Paulo. Esta propriedade se situava na região de Assis, entre a cabeceira do Rio Fortuna até o inicio do Rio Paranapanema.
Dessas terras ele escolheu as que se localizavam na cabeceira do Rio Tarumã e fez ali sua fazenda, a qual deu o nome de fazenda “Dourado Tarumã “. A parte restante de suas terras foi dividida em pequenos lotes que passou a vendê-los a pequenos proprietários, que então estabeleceram nas proximidades da fazenda Lex.
A partir das transações de venda de terras, e com auxílio de um engenheiro, Dr. Japolussi, iniciou-se a construção de uma Vila, que no decorrer do tempo passou a ser denominada “Vila Lex”. Essa Vila incipiente comportava três ruas principais: a rua do meio que era a rua Belizária, e as ruas paralelas: do Comércio e da Paz.
As habitações da época eram construídas de maneira precária e recebiam o nome “Ranchos”. O primeiro estabelecimento comercial, a ser instalado na vila foi uma farmácia de propriedade de Gilberto Lex, instalada em 1924.
A partir desse momento a Vila inicia um progresso passando não só a receber novos moradores, como também a primeira Igreja e a primeira escola, tudo sob os cuidados de Gilberto Lex.
Um dos meios de diversão e aglutinação de pessoas na época, era o campo de futebol que se localizava em frente a antiga Igreja. Um dado interessante a respeito desses tempos, refere-se a extrema dedicação de Gilberto Lex pelo futebol, o que de resto correspondia ao interesse comum da população. Por isso a contratação dos trabalhadores para a fazenda deveria sempre cumprir um requisito fundamental: além da competência o candidato deveria ser bom de bola. Os jornais da época publicados na capital, traziam sempre esta condição.
No ano de 1925 instalava-se na Vila Lex o primeiro dentista, e a primeira costureira, respectivamente, senhor Silas Orvellas e Dona Aninha. No ano seguinte, o seu Lico abriu uma pensãozinha e sua esposa Dona Adélia, tornou-se a primeira parteira da Vila. Pouco depois, Arthur Chizzolim começou a produzir pães, liberando os habitantes de longos trajetos a pé ou em lombo de cavalo para obtê-los.

CRIAÇÃO DO DISTRITO
Em 20 de outubro de 1927, através do Decreto Lei Estadual nº 2203, o povoado é elevado à categoria de Distrito de Paz, com a denominação de Tarumã, pertencente ao município de Assis.
Na década de 1930, Tarumã viu nascer o Cartório de Paz, para poder registrar seus casamentos e, naturalmente, os nascimentos daí decorrentes passaram a ser realizados no próprio distrito, pelo então primeiro Escrivão de Paz, senhor José Ozório de Oliveira.

ORIGEM DO NOME
No vocabulário tupi-guarani, a palavra TARUMÃ designa uma árvore silvestre medicinal que tem em média, de três a dez metros de altura, e existia em abundância no local, geralmente à margem de córregos.

ÁRVORE TARUMÃ - QUASE EXTINTA
Esta árvore tem aspecto parecido com o ipê-roxo e era muito comum no Vale do Paranapanema, tendo, contudo, sofrido os efeitos da devastação das matas naturais, promovida pela monocultura da cana de açúcar.
Conta-se que a espécie não se extinguiu por completo graças a um pároco local que trouxera as mudas de Mato Grosso, plantando-as no pátio da ACRUTA (Associação Comunitária do Centro Rural de Tarumã), onde elas se encontram até hoje, preservadas da extinção. Após a emancipação do município, muitas outras mudas foram plantadas.

O INICIO DO DESENVOLVIMENTO
A partir daí o desenvolvimento não se restringiu às melhorias materiais. Em 1928, surgia a primeira Banda de Música para animar os bailes e festejos locais. Dela participavam Franz Labs, no acordeão, Paulo Hummig na clarineta, Ilo Malagoli no violino, Antônio da Silva no cavaquinho e Otto Herzog como violonista . A “furiosa” ficou completa com a participação de José Machado (o Machadinho), que em 1929, passou a dedilhar mais um Violão e também a cantar – começava a época da serenata.
Nesse período, no entanto, outros “ruidos” feriam os ouvidos dos pacatos moradores, pois Gustavo e Adolfo Fischer acabavam de montar uma serraria.
Por ocasião da comemoração do 7 de setembro de 1930, realizou-se uma bela festa na qual celebraram-se casamentos, batizados e crismas, e a pedra fundamental da Igreja nova, de tijolos, foi lançada.
Hoje, tal como reza a tradição brasileira, a Igreja fica situada à rua central da cidade, Rua Dom Pedro II (hoje Avenida dos Lírios). A principal autoridade eclesiástica da região, o Bispo de Assis, esteve presente e abençoou a cerimônia. Seguiu-se um grande churrasco e, como não podia deixar de ser, uma grande partida de futebol. Pra fechar a noite, um baile animado pela banda que já conhecemos.
Na década de 1940, a história de Tarumã sofreu grande transformação com a chegada da família Rezende Barbosa, que comprou a Fazenda Nova América, transformando-a em Usina. Anteriormente a propriedade pertencia a José Pires.
A Usina Nova América começou a absorver a mão-de-obra de Tarumã, e de toda região, tendo a cana-de-açúcar passado a ser principal cultura da região.
Nas décadas de 1950/60, Tarumã já possuía escola de 1º e 2º grau, telefone, centro comercial, automóveis, e o aumento populacional era evidente.
Em novembro de 1961, morre aquele que foi o pioneiro de Tarumã, Gilberto Lex, cujo nascimento ocorrera a 25 de maio de 1880.
Portanto, nota-se que a História de Tarumã pode ser dividida em dois grandes momentos, marcados pela presença de duas famílias que tiveram um importante papel para o desenvolvimento da cidade.
O que chamaremos de primeira fase, representa o momento em que a família Lex, que se instalou na região, possibilitou o aparecimento da Vila Lex”. 
Já na Segunda fase, temos a chegada da família Rezende Barbosa, dando continuidade ao desenvolvimento da vila, e também a implantação da Usina Nova América, que acaba por se tornar a grande empresa responsável pelo progresso de Tarumã e região.

A LUTA PELA EMANCIPAÇÃO
A Emancipação de Tarumã foi um dos grandes momentos históricos acompanhados e registrados pelo Jornal Voz da Terra, em 51 anos de sua existência. No final da década de 1970, Tarumã, ainda distrito de Assis, tinha aproximadamente 6.800 habitantes e a necessidade de investimentos em infraestrutura. O processo de mobilização dos mais diferentes distritos do Estado de São Paulo teve inicio com a Organização da Frente Distrital Paulista de Emancipação, presidida por Wilson Mário Rouseiro Coutinho, de Mirante do Paranapanema.
A ideia de criação da Frente Distrital surgiu em uma das visitas de Wilson Paitl, vereador em Assis, na época, e seu amigo Oscar Gozzi, que anos mais tarde tornou-se o primeiro prefeito de Tarumã, ao distrito de Santo Antônio do Aracanguá, interior de São Paulo. O vereador Paitl e Gozzi visitaram vários distritos no sentido de mobilizar pessoas com pensamento emancipacionista. Essa frente realizava periodicamente reuniões de fortalecimento ao movimento e de mudança da legislação proibitiva.
O advento da Constituição de 1988, abriu a possibilidade de emendas populares e, especialmente no Estado de São Paulo, para apresentar uma tese que virasse emenda era necessário juntar 35 mil assinaturas em abaixo assinado. A frente Distrital Paulista conseguiu 26 mil em parceria com outra Frente no Rio Grande do Sul que, por sua vez, possibilitou ao senhor Coutinho apresentar e defender oralmente a emenda popular. Na época, houve o apoio do deputado federal Hélio Rosas. A Constituição do Estado também deveria adequar-se diante da possibilidade de emancipação, o que levaria em torno de um ano. Neste intervalo, a Frente Distrital Paulista atuou no sentido de sensibilizar a Comissão de Assuntos Municipais, que tratava especificamente da criação de novos municípios.
Oportunamente, Tarumã apresentou um projeto elaborado com o patrocínio do empresário Renato Rezende Barbosa, no qual constavam as potencialidades, as riquezas, a topografia, bem como aspecto urbano que teria a cidade. Essa Comissão era então presidida pelo Deputado Tadashi Kuriki. Os Deputados Mauro Bragato, Deputado Camarinha e o Deputado Edinho Araújo, este que posteriormente foi o autor da Lei 651/90 das emancipações, estavam envolvidos com o processo, apoiando a criação de novas municipalidades. Respaldada pela Assembleia Legislativa, esta Comissão conseguiu aprovar a emancipação de 11 localidades, dentre os quais o de Tarumã, em um primeiro momento, e mais 43 na sequência, totalizando 54 novos municípios.

APROVAÇÃO DO PLEBISCITO
O processo de emancipação de Tarumã foi antecedido de um plebiscito. A consulta popular teve presença maciça dos moradores, e a proposta mais de 97% de aprovação, e contou com os vereadores Valdemar Schwartz, Wilson Paitl, e Demerval Pingo Alves de Brito, bem como, com membros da comunidade, tais como: os senhores Paschoal Moro, Divino Moro, Darci Paitl, Stevan Thomas de Aquino, entre tantos outros.
O resultado do plebiscito foi encaminhado a Assembleia Legislativa favorecendo o Projeto de Lei pela criação do município de Tarumã, publicada em 9 de janeiro de 1990.

CRIAÇÃO E EMANCIPAÇÃO DO MUNICÍPIO
Em 09 de janeiro de 1990, através do Decreto Lei Estadual nº 6645, o Distrito é elevado à categoria de Município, com a denominação de Tarumã, desmembrado do município de Assis. Sua instalação ocorreu em 01 de janeiro de 1993.

O NOVO MUNICÍPIO É INSTALADO
A partir daí iniciou-se o processo de instalação do novo município, com vistas às eleições de 1992. De 1989 a 1992, eram vereadores em Assis, Valdemar Schwartz e Demerval Pingo Alves de Brito, que apoiavam a Associação de Moradores que planejavam a nova cidade.
A implantação do município foi conduzida pela Associação de Moradores, cujos membros contavam com o apoio da Usina Nova América, e de colaboradores como os senhores Wilson Paitl e Sebastião Carlos Aizo. O primeiro pleito municipal pós emancipação legal em 1990, teve três candidatos a prefeito: o ex Padre Raimundo Correia, Demerval Pingo e Oscar Gozzi. Eleito com votação superior a soma dos concorrentes, Oscar Gozzi assumiu a responsabilidade de instalar o município a partir de 01 de janeiro de 1993.
A Prefeitura de Tarumã foi então instalada provisoriamente, aproveitando dois meses de recesso escolar, em instalações cedidas pela Escola Estadual “Dona Cota”. O prefeito Gozzi lembra ter utilizado uma sala para seu gabinete, duas salas para os secretários, uma para a administração e outra para a Câmara Municipal. “No inicio improvisamos bastante. Morava em frente e, para não ficarmos sem telefone puxamos a linha de casa. Os computadores eram emprestados. O material de tipografia foi contratado para pagamento a prazo” conta o ex Prefeito.
As compras e licitações só foram possíveis a partir da aprovação de Projeto de Lei orçamentaria pela Câmara Municipal. Em negociação com o município sede, os funcionários que moravam em Tarumã, foram assumidos pela nova gestão. Essa foi à maneira encontrada pela administração, para que os moradores não ficassem desprovidos de todos os serviços básicos do município.
A criação de Tarumã não representou queda de arrecadação ao Fundo de Participação dos Municípios para a cidade de Assis, que permaneceu, na ocasião, com o mesmo índice. O que pesa na composição deste índice em Tarumã, é que 76%, é o valor adicionado industrial, com ênfase para a participação da Usina Nova América, atual RAÍZEN, e da Destilaria Agua Bonita.

Fonte:
Resumo do Texto contido na Revista - Tarumã A Cidade do Amanhã...
- Editor Responsável - Nelson de Aquino Azevedo.
- Coordenação do Projeto - Professor Doutor Sidinei Galli.
Realização:
- Secretaria Municipal de Educação
- Prefeitura Municipal de Tarumã.
Nota do Editor:
As informações sumárias aqui arroladas foram baseadas nos documentos escritos, nos depoimentos orais e nos resgate fotográficos, colhidos através de pesquisas junto à empresas, órgãos públicos e as pessoas remanescentes dos tempos da fundação do primeiro vilarejo.
No entanto, tais documentos encontram-se em fase de catalogação e identificação para que possam, no futuro oferecer maiores e melhores informações. Ao término do trabalho, pretende-se formar um acervo suficiente para construir o Museu Histórico de Tarumã.
Gentílico: Tarumaense

 

GALERIA DE PREFEITOS

 

OSCAR GOZZI 01/01/1993 à 31/12/1996
EDSON SHWARTS 01/01/1997 à 31/12/2000
OSCAR GOZZI 01/01/2001 à 31/12/2004
OSCAR GOZZI 01/01/2005 à 31/12/2008
JAIRO DA COSTA E SILVA 01/01/2009 à 31/12/2012
JAIRO DA COSTA E SILVA 01/01/2013 à 31/12/2016
OSCAR GOZZI 01/01/2017 à 31/12/2020
 

OBS.: O Sr. OSCAR GOZZI, foi o primeiro Prefeito de Tarumã.

 





Acervo Digital

Com a ajuda de vários colaboradores reunimos um acervo de fotos antigas desta cidade. Caso você tenha fotos antigas desta cidade, contribua conosco, enviando-as para o e-mail: contato@memorialdosmunicipios.com.br

Clique nas imagens abaixo para aumentá-las:

Faço parte dessa história
Empresas que fazem parte da história desta cidade.
Utilizamos seus dados para analisar e personalizar nossos conteúdos e anúncios durante a sua navegação em nosso site. Ao navegar pelo site, você autoriza o nosso site a coletar tais informações e utilizá-las para estas finalidades. Em caso de dúvidas , acesse nossa Política de Privacidade.
Entendi.